Fim de jornada profissional na ADS Comunicação Corporativa, após mais de 10 anos e meio.
O novo desafio se chama aposta10. Dá uma olhada no site para entender melhor: https://aposta10.com/
Porque certas coisas são inevitáveis, como o primeiro post.
Fim de jornada profissional na ADS Comunicação Corporativa, após mais de 10 anos e meio.
O novo desafio se chama aposta10. Dá uma olhada no site para entender melhor: https://aposta10.com/
Na imagem acima, do estádio Distrital do Inamar, em Diadema-SP, lê-se (se você clicar sobre a foto para vê-la ampliada) a frase:
"Deus não alimenta um sonho em sua mente que não possa ser realizado"
https://www.uol.com.br/esporte/podcast/uol-esporte-historias/
Jornalismo investigativo sobre temas do universo esportivo, apuração em torno de ocorrências policiais e criminosas no mundo do esporte, especialmente do futebol. Trabalho de fôlego e resultado de primeira!
Assim como no ano passado, voltei a participar com um capítulo de um livro organizado pela Rede de Narrativas Midiáticas, a Renami.
Estou na página 290 de
"Narrativas Midiáticas Contemporâneas: Perspectivas Protagonistas"
(basta clicar acima para visualizar e baixar gratuitamente!)
O passatempo que tá bombando atualmente por aqui são as apostas em eventos esportivos no Sportsbet.io, sobretudo ligadas a jogos e campeonatos de futebol. Recreativamente, para não viciar! 😬
"Xii, vai dar chabu"
https://michaelis.uol.com.br/palavra/p3P1/chabu/
"Foi um salseiro que só"
https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/salseiro/
... trabalho, doutorado e paternidade, estaria acompanhando, capítulo a capítulo, as duas atuais temporadas de Sob Pressão e Segunda Chamada, duas séries que me agradam muito da Globo.
O único defeito dos Jogos Olímpicos é que uma hora acabam. Ainda bem que para os próximos não precisaremos esperar 4 anos, mas apenas 3! #Tokyo2020
Eu vi pela série do Globoplay, baseada na série de podcasts de Ivan Mizanzuk para O Projeto Humanos. Que trabalho investigativo e que caso instigante!
Novela de 1994 que acompanho agora via Globoplay... bela trilha sonora e o entrelaçamento dos planos terreno e espiritual que me deixou instigado a ver como se desenvolve...
O curioso é que, diferentemente de quando ela foi ao ar originalmente, agora dá para assistir pelo computador e pelo celular também. Tô vendo mais pelo notebook até.
Acima listo as quatro últimas séries documentais que vi na Netflix, que recomendo para outros fãs de esportes e documentários. Não que sejam iguais, apesar de revelarem a assinatura da plataforma, que revela um modo padronizado de compor essas produções, mesclando entrevistas em estúdio, captações de bastidores e personagens em locais privados, transmissões de eventos.
Adoro esse tipo de narrativa, não tanto pela parte em que os protagonistas falam sentados numa cadeira num fundo preto, afinal ali tudo é muito protocolar, filtrado, se for o caso gravado de forma repetida. É muito mais pela captação dos bastidores, que sempre trazem novidades, informações e situações que mesmo os maiores fãs daquele esporte, daquele time, daquela estrela, desconheciam.
Ok que os filmados podem não estar sendo espontâneos sabendo que a câmera da Netflix está registrando suas atitudes e falas, mas quando ela está dentro de um vestiário ou de uma reunião de equipe, silenciosa num canto, ficamos com a gostosa impressão de estarmos ali dentro também, sendo testemunhas de momentos importantes da história do esporte. Eu aprecio bastante!
Descobri esse banco etimológico hoje: Origem Da Palavra | Site de Etimologia
Muito bom pra quem busca conteúdo para um canal como o Nossa Língua Brasileira.
Estou na página 346 de
Narrativas midiáticas contemporâneas: epistemologias dissidentes
(basta clicar acima para visualizar e baixar gratuitamente!)
Para quem está por fora do que é Choque de Cultura, é favor pesquisar.
Palavras-chave correlatas:
TV Quase e depois TV Globo
Rogerinho do Ingá
Julinho da Van
Renan de Almeida
Maurílio dos Anjos
Ontem acabou mais uma temporada de Sob Pressão, desta vez um curto especial de dois episódios chamado Plantão Covid.
E como vem acontecendo desde 2017, quando a série estreou na TV Globo, fiquei impactado e sedento por mais episódios. Segue nova carência até a quarta temporada, que eu espero que não demore nesse cenário de reprogramações e alterações causado pela pandemia.
Não que eu seja da área de saúde, e olha que não tenho estômago nem coragem pra ver cortes em cirurgias sem desviar o olhar, além de outras exposições. Mas a série me pegou pela hiperdosagem de realidade, a tensão da rotina louca de um pronto socorro mostrando na carne a vida como ela é lá dentro, ou como imaginamos que seja.
É claro, a série partiu de um filme que partiu de um livro que partiu de um relato de experiências reais de um médico, Marcio Maranhão. Então a verossimilhança, que eu sempre prezo mesmo em produções ficcionais audiovisuais, por gosto pessoal mesmo, nunca decepciona.
Concordo que tem alguns exageros, no heroísmo dos protagonistas, em alguns dramas, mas são concessões que fazem parte do jogo. A série não é perfeita, acabou de ser criticada inclusive por parte do público e oficialmente pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), que a acusa de desmerecer outros profissionais de saúde, em detrimento dos médicos.
Porém, eu e muitos a consideramos um primor. No ano passado, Marjorie Estiano foi indicada ao posto de melhor atriz pelo prêmio Emmy Internacional por sua atuação na terceira temporada. Júlio Andrade encarnou muito bem o protagonista e suas complicadas questões, alternando grandes virtudes e fraquezas desde o princípio.
Os demais médicos que convivem com eles agregam de diferentes maneiras. Os pacientes ocasionais conferem um tempero a mais. A simulação de um hospital de verdade é impressionante, em estrutura, cenário, equipamentos, gente circulando. Enfim, uma baita série.
Nem todo mundo tem estômago, ainda mais em um contexto de pandemia, pra ficar vendo tanto estresse dessa gente sob pressão intensa. Pra quem tem, que venha logo a quarta temporada!
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| Ribeirão Preto, 11 de agosto. Nosso ponto alto de 2018 |
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| O livro e o autor, em um dos seus vários lançamentos |
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