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10.6.24

1 valeu mais que 13

 Chamei 13 núcleos de amigos prum restaurante, num sábado início de noite, pra festejar os 42 anos passados na semana passada. 

Digo núcleos de amigos pq havia casal em que os 2 são amigos, e o convite foi ao casal junto, não os amigos separadamente. Se eu contasse separadamente, daria mais do que 13 amigos. Mas foram 13 convites, entende?

Um fim de semana comum, logo depois de um prolongado por feriado na quinta-feira. Num restaurante pertinho de estação de metrô.

12 dos 13 convites não foram atendidos, pelos mais variados motivos. Só um amigo compareceu. Mas valeu a noite! E que bom que temos amizades que valem por anos, décadas, tipo uma vida né?


10.11.23

MQMA: Kiss from a Rose - Seal


"Parará, para, para, ra, rá, parará..."

Música Que Me Acompanha volta e meia, ainda mais quando vejo, no uniforme dos funcionários terceirizados da limpeza da estação Trianon Masp do metrô, a sigla da empresa: SEAL.

7.4.23

Beach Tennis Player

 


Modinha não, praticante convicto!

Desde o início deste ano tenho praticado com uma turma de colegas de empresa, pegamos gosto porque é um esporte gostoso e tamo indo semanalmente.

Claro que o trend de beach sports pela cidade ajuda, mas não é jogar por jogar: o beach tennis diverte entre amigos, é fácil de pegar o jeito, não precisa de muita gente e aparatos, e trabalha o esforço cardíaco e muscular intensamente. Além de que se exercitar na areia é bem agradável.

Bora jogar?

9.1.23

Começou tenso, acabou tranquilo, seguimos!

Comecei 2022 animado, com o espírito renovado pela mudança de emprego, que foi confirmada em 30 de dezembro de 2021. 

Ainda no segundo final de semana do ano, no sábado se não me engano, comprei um relógio de pulso e dei um upgrade no celular, colocando película, capa e suporte para apoiá-lo e facilitar o acompanhamento de vídeos, por exemplo. Creio que foi no mesmo dia em que Amanda selecionou e compramos várias roupinhas para abastecer o primeiro ano letivo da Nina, inclusive agasalhinhos para o inverno que só chegaria meses depois.

Tudo muito bem, tudo muito feliz, até que, logo na terça-feira seguinte, no 11o dia do ano, tomamos um grande susto, numa terça-feira comum, perto das 20h, retornando da casa da sogra rumo ao nosso prédio: o silêncio da parada no semáforo, em meio às filas de carros nas várias faixas, foi bruscamente interrompido pelo estilhaçar do vidro do passageiro da frente violentamente quebrado pelo bandido. Ruído máximo seguido pelo gesto silencioso de esticada de mão para capturar o celular que estava no suporte do carro, ao lado do volante, aberto no Waze, que o iluminava ante a escuridão da noite ao redor. 

Foi embora o celular e seu upgrade, para nunca mais eu vê-los. Era uma vez o vidro original do carro, da porta do passageiro da frente. Mas felizmente nós dentro do carro não fomos embora, não fomos feridos. A pancada do lado onde estava a esposa felizmente apenas lhe atingiu com estilhaços que não machucaram, bastava chacoalhar a roupa. Felizmente não foi uma pancada no vidro próximo da cadeirinha da filha, que poderia sentir um trauma difícil de superar. Poderia ser muito pior. Se eu tivesse notado a vinda do assaltante, a tempo de movimentar o carro ou fazer barulho para tentar demovê-lo, e ele estivesse com uma arma de fogo, o que não é incomum para quem assalta, poderia não ter ninguém para escrever este post, poderia não ter mais esposa, poderia não ter primeiro ano letivo da filha, poderia ter acabado uma família. 


Felizmente pude repor o que perdi e a vida seguiu, mas com novos medos, porque não é só essa modalidade de assalto de celular que cresceu aos nossos olhos (em SP sobretudo). Andar numa calçada, esperar num ponto de ônibus, parar ou chegar a uma entrada de condomínio ou casa, todas essas são situações passíveis de passar um vagabundo, ou mais, te ameaçar e levar seu celular. Ou um grupinho de moleques te cercar numa entrada de metrô ou canto de calçada da Av. Paulista, maior ponto turístico da cidade, que é onde justamente você trabalha, e portanto precisa transitar quase diariamente. Nem precisam te cercar, se vc deixar alguma margem pra que um deles passe correndo por vc, e com um tapa leve algum pertence de valor que interesse, como vimos acontecer mais de uma vez ao longo do ano.

De modo que, além de não deixar mais o celular à mostra, no suporte, ao transitar por SP, e ficar alerta a cada parada em semáforo e congestionamentos outros (vários meses depois, ainda me vinha à memória a pancada no vidro e seu barulho), só fui sossegar quando arrumei um "celular do bandido" para carregar comigo, em qualquer situação considerada como risco potencial. E assim todos os dias em que fui trabalhar de transporte público, no trajeto feito a pé e durante a espera no ponto de ônibus, o celular do bandido (ligado, com chip, mas sem utilização prática) ia no bolso e o celular de verdade ia na mochila, menos exposto. 

Também tivemos episódios de invasão por assaltantes no nosso prédio, duas vezes bem sucedidas: em uma, pararam na garagem, não subtraíram mais do que uma bicicleta, acho, e fugiram; na segunda, azar da vizinha que acabou rendida e seu carro levado, quando estava na garagem. O condomínio se mobilizou, discutiu muito, a empresa de portaria remota foi trocada, o portão da garagem reforçado e a nossa atenção também se redobrou nos momentos de entrada e saída do prédio, porque se um ou mais bandidos nos ameaçarem nesses movimentos, armados ou supostamente, o mais prudente será se render e rezar...

Cautelosamente, sobrevivemos ao medo de assaltos e à gravidade da Covid, pois mesmo vacinados várias pessoas do nosso convívio se contaminaram em algum momento, até dentro de casa teve teste positivado. Nosso ano de trabalho foi positivo (Amanda veterana Soka e eu novato no Aposta 10), Nina evoluiu socialmente no primeiro ano de escolinha, crescendo e encantando, meu doutorado caminhou rumo à conclusão no início de 2023, nosso candidato venceu o traste nas urnas presidenciais, nossa Copa do Mundo (vem aí o macropost no Medium) foi animada, o esporte rendeu grandes emoções, assim como a turnê derradeira de Milton Nascimento, e o fim de ano foi de boas, recarregando as energias para que a luta contra os perigos seja vitoriosa no ano novo também.  

9.8.19

Respeita o piloto!

To há vários meses acumulando rodagem como motorista do Waze Carpool, que conecta motoristas que aceitam dar caronas (em troca de uma ajuda de custo por carona) com passageiros que topam pagar por caronas para trabalho, faculdade e outros compromissos.

Se tiver interesse, me chame para conversarmos. Tenho vouchers com crédito para meus amigos que passarem a utilizar o serviço!


1.2.17

Passou o aniversário de SP, mas fica uma música




LÁ VOU EU (COMPOSIÇÃO E GRAVAÇÃO, RITA LEE*)

Num apartamento
Perdido na cidade
Alguém está tentando acreditar
Que as coisas vão melhorar
Ultimamente
A gente não consegue
Ficar indiferente
Debaixo desse céu
Do meu apartamento
Você não sabe o quanto eu voei
O quanto me aproximei
De lá da Terra
As luzes da cidade
Não chegam nas estrelas
Sem antes me buscar
E na medida do impossível
Tá dando pra se viver
Na cidade de São Paulo
O amor é imprevisível como você
E eu
E o céu

Lá vou eu
Com o que Deus me deu
Escutando o som
Conquistando o céu
Desprezando o chão
Da janela do sétimo andar
Sem elevador
E a cara feia do zelador
Venha correndo
Venha, venha me dar amor

*Zélia Duncan também gravou a canção (aliás, foi quem ma apresentou e tenho mais ouvido quando toca nas rádios paulistanas), uma bela versão, mas não tem a estrofe final, então optei por colocar a versão original e mais completa, da Rita Lee.



30.1.17

Teatro: CANTO PARA RINOCERONTES E HOMENS

Passeei bastante no último feriado do aniversário de São Paulo, afinal paulistano, que sempre tem algo para reclamar dela, tem que aproveitar também as vantagens da metrópole.

Fechando o dia, a peça Canto para Rinocerontes e Homens, no Teatro Alfredo Mesquita, zona norte, foi conquistada arduamente, tamanha a concorrência para assistir a ela.

Mas como valeu a pena!


Nunca um espetáculo teatral havia mexido tanto comigo. E aposto que com muita gente da plateia. O enredo gira em torno da animalização do ser humano, brutalização levada ao extremo a partir de elementos muito atuais, reais, comprovados no nosso dia a dia. Saiba mais sobre a peça neste link.

Recomendo fortemente, goste vc de teatro ou não!

(obs: não é a mesma coisa, claro, nem dispensa a sensação de assistir ao vivo, materialmente na sua frente, mas quem não tiver a oportunidade, e/ou tiver a curiosidade, de assistir a um vídeo que mostra uma exibição da peça na íntegra, está disponível clicando aqui)

28.12.16

Já é Carnaval desde novembro...

...quando decidi e fui atrás do que precisava pra enfim desfilar por uma escola de samba grande num carnaval grande, sonho desde moleque.

Tá tudo caminhando pra dar certo e, na madrugada de sábado 25 para domingo 26 de fevereiro próximo, eu estar no meio dos milhares de componentes da Vai Vai, maior campeã da elite do carnaval paulistano.

Desde o primeiro ensaio, em frente à quadra da agremiação no Bixiga (formalmente conhecido como Bela Vista), a música que a gente mais canta por lá (e eu venho cantando comigo mesmo toda semana) é o samba-enredo, claro, que podemos ouvir no vídeo abaixo:


O título do enredo é "No xirê do Anhembi, a Oxum mais bonita surgiu: Menininha, Mãe da Bahia - Ialorixá do Brasil", homenageando uma das mães-de-santo mais populares do candomblé brasileiro (veja a letra e as fantasias das alas no site oficial da Saracura), Mãe Menininha do Gantois.

Torça por nós, pois melhor que um desfile serão dois, o segundo entre as escolas campeãs do sambódromo do Anhembi, na sexta, 3 de março!

1.12.16

Minha seleção do Brasileirão

Convidado, junto com milhares de jornalistas brasileiros, a votar nos melhores por posição do atual Campeonato Brasileiro de futebol, da Série A, eis os meus 11 na imagem abaixo, além de melhor treinador, treinador revelação, revelação e craque (clique sobre ela para ampliá-la e conseguir ler :P)

Espie e fique à vontade para dizer o que acha, discorda, concorda, acha mais justo, etc...


ps: aos que desconhecem, Alexis Stival é o popular Cuca

14.9.16

Primeiramente e secundamente

Primeiramente...




Em segundo lugar, mas não menos importante, o relato ilustrado de minha participação no mega ato Fora, Temer! de São Paulo no último 4 de setembro, lá no Medium:


Curtiu, odiou, não fedeu nem cheirou? Comenta!

26.12.15

9 anos de blog

Porque o 9 é sinônimo de gol no futebol (imagem do site http://www.osgeraldinos.com.br/)

Esse filho é mais velho do que Facebook, Instagram, Twitter e tudo que é rede social da moda hoje!

Como o aniversário cai sempre entre Natal e Ano Novo (27/12), registro novamente onde estou passando as festas. Vim pra Ribeirão Preto, pra passar com os Pessa, e antes da virada vou com os pais pra Marília, onde estão alguns Ravanelli e amigos. Dias depois, recomeça o ano laboral em São Paulo. Ou seja, ótima recarregada de energia no interior paulista!

Feliz, iluminado e profícuo 2016!


15.12.15

Túnel do tempo: Com os Anjos de Prata em livro

No dia 3 de dezembro último, passei em frente à Pizzaria Ráscal, na esquina da Alameda Santos com a Joaquim Eugênio. Não foi premeditado, mas totalmente circunstancial - não é meu caminho cotidiano nem entrei no local para o que quer que fosse.

Me lembrei então da única vez em que estive lá, no jantar de lançamento da única coletânea dos Anjos de Prata de que participei. Inspirados pelo escritor Mário Prata, os Anjos eram um grupo de escritores amadores que abasteciam um site com textos que sempre tinham de se relacionar com um tema comum a todos. Um desafio muito saboroso!

E qual foi a data daquele dia especial, quando achei o máximo encontrar cubos de gelo pra regar no mictório do banheiro da pizzaria? Também um 3 de dezembro! De 2005, antes de eu virar paulistano.

Abaixo a única foto que guardo da ocasião, com o capitão do grupo, Beto Muniz, e Mariazinha Cremasco, que também entrou pra coletânea.

Foto da foto: Beto Muniz, Mariazinha Cremasco e eu, em 03/12/05
Há 10 anos, direto do túnel do tempo!

9.10.15

Pague o que achar justo: é o justo!

No último 12 de setembro, finalmente pude visitar o Preto Café, cuja história acompanho via Internet desde o anúncio de inauguração da cafeteria, no bairro de Pinheiros, aqui em Sampa.

Empreitada do colega jornalista Lucas Pretti e mais três sócios, o Preto me chamou a atenção não só porque tem um conhecido envolvido, mas principalmente porque funciona de modo radicalmente diferente da grande maioria dos estabelecimentos comerciais que o rodeiam, SP, Brasil e mundo afora.

Os itens à venda não têm preço pré-definido: você paga o quanto acha justo pagar. Com base não somente pela apresentação do local, dos produtos e do serviço, como também pela exposição das despesas e contas a pagar da casa, pra quem quiser ver, nesse quadro da primeira foto abaixo (e no site da cafeteria, de modo mais detalhado).

Empolgado, fiz questão de conhecer, além de doar utensílios de cozinha que pudessem ser úteis ao Preto, aberto a doações e colaborações sempre, conforme a filosofia colaborativa que o alicerça. E convido todos a frequentarem-no, apoiarem-no e espalhar ainda mais esse conceito, que torço muito para se difundir em outros exemplos concretos.

Ainda dei sorte de encontrar o amigo Lucas, tomando um café saboroso com um quiche de shimeji melhor ainda. Vida longa ao Preto Café!




Não é sensacional?

3.5.15

AH, ABU, PRO-VO-CA-ÇÃO, HEIN !?

Perdemos do nosso convívio, dias atrás, o mestre Antonio Abujamra, dramaturgo, diretor de teatro, ator e apresentador de TV.

Desconhecia os demais trabalhos de talento de Abu, mas o papel de apresentador e mediador na TV Cultura, à frente do programa Provocações, acompanhava de perto, há mais de 10 anos.

Ainda na graduação em Jornalismo, nos bons tempos de vida universitária em Bauru, me reunia com os amigos de república para assistirmos e discutirmos as incisivas provocações abujamrianas. Sua ironia e sarcasmo ímpares, com diversas vítimas, desde a pífia audiência do próprio programa de entrevistas até a tragédia da impotência humana diante da constatação de suas limitações, dilemas e ignorâncias, faziam dele um personagem único.

Entremeava citações de enormes pensadores das ciências sociais, humanas e literatura com entrevistas captadas com transeuntes e maltrapilhos do centro de SP, no entorno da Praça da Sé, aquela gente que parecemos ignorar, perambulando e pregando ao léu, para quase ninguém ouvir e considerar. Mas Provocações ouvia.

Caricaturas e exageros à parte, ele nos fazia pensar e questionar sobre situações e fatos numa perspectiva que nem grandes professores de filosofia fariam. Vai lá, Abu, provoca os caras do outro plano pra onde te mandaram!

Na abertura da edição abaixo, uma das últimas do provocador, ele verbaliza o tradicional prólogo do programa que "idolatrava a dúvida" (sensacional isso!):




22.1.15

Eu em vídeo falando do meu trabalho


Uma amiga e colega jornalista, hoje no MS, me pediu um breve depoimento em vídeo sobre meu trabalho com assessoria de imprensa, para que os alunos do curso que ela vai ministrar sobre o tema pudessem ter um pouco de contato com a realidade da área em SP.

Eis acima! Ficou mais rápido que miojo: não chega a 3 minutos.

26.12.14

8 anos aqui

O número 8 representa a mudança, as estações, o tempo, e o reino do infinito. Aliás, 8 é a soma dos algarismos do ano que chega, 2015!
Mais um fim de ano, e desde 2007 isso pra mim significa aniversário deste blog, criado um ano antes.
O que é que isso significa? Persistência, eu diria, e acho isso bom.

Este Natal passei novamente em Bragança Paulista, mas dessa vez os cunhados nos receberam em uma casa diferente da de 2013, embora no mesmo pacato bairro.

A virada será em SP capital e depois, um ótimo refresco antes da volta ao trabalho: uns dias no litoral!

Aliás, independentemente de onde e como a gente passe a virada do ano, e adentre o novo ciclo, quem sobrevive a 365 dias em um país como o nosso, numa cidade como SP, ileso, com saúde e ânimo renovado, já tem o que celebrar, afinal escapou de engrossar as tristes estatísticas da violência, da impunidade, da injustiça, do descaso e da falência dos serviços públicos básicos...

Parabéns ao blog, a mim, a vc, e vamo que vamo 2015!

8.9.14

Qual o tamanho daquela fome?

Saído do trabalho, a fome dava trabalho.
Frutas na bolsa é alívio temporário, pra bolsa estomacal.
Descido do bus, uma lanchonete, que vontade.
Passeei a vista consolidando o desejo.
E vi que também fui visto ao olhar pra calçada.
O olhar deitado e escuro socou minha fome.
Perdi a vontade.

15.5.14

Por dentro da cafeicultura

Ano passado eu conheci uma fazenda de café, no sul de Minas Gerais, a trabalho. E agora acabo de visitar duas outras, uma no Cerrado Mineiro, outra no Sudoeste do Estado onde se produz mais e o melhor café do país.

Deveras aprazível, não?
São momentos bacanas pra mim por diversos motivos: saída da rotina (e da paulistanópole!), ar puro, aprendizado de uma cultura rica (o café tem muitas particularidades e curiosidades, coisas que o jornalista aqui curte) e aquela sensação gostosa de vida no interior, em um ritmo mais agradável e com um conteúdo mais saudável do que a cidade grande nos oferece.

Bão dimai!

12.3.14

Tentei o CLIPE, mas não rolou

Procurando cursos e outras atividades para aperfeiçoar os currículos (acadêmico e profissional) e a formação, viáveis no meu tempo livre, me inscrevi para tentar cursar a segunda edição do CLIPE - Curso Livre de Preparação do Escritor, oferecido gratuitamente pela Casa das Rosas, aquela da Av. Paulista, por meio do CAE - Centro de Apoio ao Escritor.

Os módulos são às quintas de noite e sábados de manhã, se não me engano de março a maio. Mas, como ano passado, a procura superou em muito o número de vagas disponíveis. Foram eu e mais 487 inscritos, para 30 vagas e 10 na lista de espera. Não deu :(

Ser escritor é uma possibilidade que alimento desde a infância. O ideal seria viver disso, mas se ao menos conseguisse conciliar essa atividade com um trabalho como fonte de renda "principal", já estaria satisfeito. Sinto que tenho muito gosto e alguma aptidão, porém escrever "com intenção literária" tem sido uma tarefa mais do que secundária ultimamente (a maioria dos meus textos ficaram entre meus 16 e 26 anos - em maio vou pra 32), então não desenvolvi nenhum projeto literário autoral, o que provavelmente pesou na seleção para o CLIPE deste ano.

De qualquer forma, vou tentar não desistir e, pra vc que compartilha do mesmo gosto e aptidão, #ficaadica!