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10.11.23

MQMA: Kiss from a Rose - Seal


"Parará, para, para, ra, rá, parará..."

Música Que Me Acompanha volta e meia, ainda mais quando vejo, no uniforme dos funcionários terceirizados da limpeza da estação Trianon Masp do metrô, a sigla da empresa: SEAL.

9.8.19

Respeita o piloto!

To há vários meses acumulando rodagem como motorista do Waze Carpool, que conecta motoristas que aceitam dar caronas (em troca de uma ajuda de custo por carona) com passageiros que topam pagar por caronas para trabalho, faculdade e outros compromissos.

Se tiver interesse, me chame para conversarmos. Tenho vouchers com crédito para meus amigos que passarem a utilizar o serviço!


13.7.15

illy is not alone here

Além da illycaffè, da marca de café illy, passamos a atender, aqui no departamento onde atuo na ADS Comunicação Corporativa, outro cliente, para assessoria de imprensa e produção de conteúdo (blog).

Curiosamente, outra empresa estrangeira. É a Chapman Freeborn, criada na Inglaterra há cerca de 40 anos, que realiza fretamentos aéreos com atendimento e cobertura em todos os continentes, 24 horas por dia.

Sem precisar dispor de uma única aeronave, transporta o que quer que você imagine, de pessoas a cargas, pílulas a navios, encomendas de risco a bandas em turnê, não importa a necessidade do cliente!

Saiba mais visitando o site, o blog e os canais no Twitter e Facebook ;) 

10.11.14

Olhar crônico: Impotência

Você já entrou num coletivo e viu uma pessoa chorando timidamente, procurando não fazer barulho, por uma dor que tá na cara que vem de dentro, a ponto de superar a vergonha de chorar em público, diante de um monte de gente estranha?

Pode acontecer qualquer dia. Acontece mesmo.

Noutro dia vi uma moça em pranto incontido assim, celular na mão, digitando sabe-se lá o quê, para quem, para quê... Jeitão de amor partido.

Me deu vontade de poder consolar, tentar uma palavra que reconfortasse, ao menos distraísse. Não porque era mulher, podia ser homem que a reação seria parecida. Basta ser um pouco humano pra entender.

Mas é claro que fiquei quieto. E virei o rosto, respeitando a "privacidade" dela. Nunca falei com a pessoa, vou chegar dando conselho? Ela querendo esconder o pranto, eu vou desvelá-lo?

Fiquei nessa, impotente. Como vou me sentir da próxima vez. Ou próximas.

É uma situação que me traz à mente essa música a seguir da Carly Simon, It happens everyday. É triste mas verdadeira e de uma melodia que gosto de entoar. Não porque sou triste. É que gosto de realidade. E também das velhas. Das velhas canções.



It Happens Everyday (Carly Simon, 1983)

It happens everyday
 Two lovers with the best intentions to stay
 Together they the decide to separate
 Just how it happens
 Neither is certain
 But it happens everyday


It happens everyday
 After you break up
 You say these words to your friends:
 "How could I have loved that boy?
 He was so bad to me in the end"


Well, you make him a liar
 Turn him into a robber
 Well, it happens everyday


But I don't regret that I loved you
 How I loved you I will never forget
 And in time I'll look back and remember
 The boy that I knew when we first met


Still it happens everyday
 Two lovers turn and twist their love into hate
 But am I so different
 From those young girls you used to date?
 You used to adore me
 You used to adore me
 Still it happens everyday

19.12.13

A agrura do marmitêro paulistano

O paulistano que usa o transporte público sofre com os apertos da extrapolada densidade populacional nos vagões e ônibus.

O marmitêro paulistano sofre ainda mais, porque o maior dos seus problemas não é ser comprimido a cada nova estação ou parada.

É temer que a marmita vire dentro da mochila, vaze e danifique o que está por perto. Fora respingar na sua roupa. Fora respingar no ônibus, na rua, no longo e inacabável caminho até a geladeira da cozinha do trabalho.

Quando acontece, não há como negar a agrura que é.

"Pizza"no metrô. Ok, marmita virada não é o único perrengue da hiperlotação...



28.6.13

FUI PRA RUA!!

A onda de manifestações me arrastou na terça-feira da semana passada, dia 18. Aproveitei um compromisso de trabalho entre a República e o Anhangabaú, que acabou no fim da tarde, para me juntar aos milhares que se concentraram diante da Prefeitura paulistana.


Não deu pra ficar muito ali porque infelizmente houve ignorância de alguns tentando invadir o prédio, ou depredá-lo, ou agredir os vigias locais, e aí todos nós da galera "mais sussa" ouvimos disparos de bomba e nos afastamos rumo ao Theatro Municipal.







Inclusive depois vim a saber, durante a própria manifestação que acompanhei até a avenida Paulista, que o furgão branco da Record (foto acima) estacionado diante da Prefeitura acabou sendo incendiado, uma lástima! Eu, como jornalista de formação, poderia estar do lado do carro, trabalhando, se estivesse em outro emprego hoje....

Mas vamos em frente com a multidão pacífica que sabe se manifestar civilizadamente.


Diante do belo prédio do teatro, o pessoal parou a caminhada para se aglomerar, exibir cartazes, fotografar e ser fotografado, embalar palavras, gritos e bordões, e depois seguimos para a Praça da República, que contornamos pela Av. Ipiranga, rumo à Rua da Consolação. Lá, fomos até a Praça Roosevelt e paramos novamente, defronte ao Elevado Costa e Silva/Minhocão.


A massa parecia aumentar cada vez mais, mesmo sendo apenas um dos três grandes grupos que partiu da Praça da Sé, onde a concentração foi agendada para 17h. Do ponto central da cidade, um grupo seguiu para a Prefeitura, outro pegou a direção da Av. Brigadeiro Luís Antônio e um terceiro rumou para o Terminal Parque D. Pedro. O da Brigadeiro, onde estava minha amada esposa, também seguia para a Paulista, que dentro de minutos veria um povo ainda maior tomando conta de ruas, calçadas e canteiros!


A subida para a Paulista, do meu grupo, não foi um Movimento Uniforme (nem Uniformemente Acelerado - pausa para os #colegialfeelings); inclusive um grupelho chegou a gritar para a galera voltar rumo à Prefeitura, então muita gente hesitou por instantes.


Prevaleceu felizmente o bom senso, e tomamos a Paulista, que lindo mar comprido de gente! Passei algum stress quando o pessoal começou a dispersar, depois das 22h, e não encontrava a Arianne. Mas o sentimento de união por uma luta coletiva foi deveras recompensador, assim como o de exercer a Cidadania e moldar a História do país. Ainda mais ao sabermos que, no dia seguinte, o aumento das tarifas de ônibus e trens fora revogado! Vencemos essa!!