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27.4.22

Kunguequé

 


Antes de pães e biscoitos, Nininha foi introduzida às panquequinhas, e curtiu bastante, chamando-as de "kunguequé" desde que tinha 1 ano, 1 ano e pouco. 

Pela similaridade entre panquecas, pãezinhos e bolachas, tudo isso virou kunguequé.

Por uma limitação vocabular natural para a idade, de quem ainda tem 1 ano e 8 meses quase, Patati & Patata, a dupla de palhaços com músicas e desenhos infantis, também são conhecidos como kunguequé.

Muito de vez em quando pode nos confundir, mas Nina vai desbravando o universo da comunicação do jeito que consegue, e é maravilhoso acompanhar de pertinho esse aprendizado.

5.1.21

Sobre as origens das palavras

Descobri esse banco etimológico hoje: Origem Da Palavra | Site de Etimologia  

Muito bom pra quem busca conteúdo para um canal como o Nossa Língua Brasileira.

2.5.18

Youtuber eu

Já que o vídeo é o que está mais em alta na comunicação hoje em dia, e temos algo relevante a dizer para as pessoas na Internet, vamos testar a ferramenta youtúbica.

A ideia do canal Nossa Língua Brasileira é iluminar e esclarecer sobre gírias e coloquialismos que a gente ouve, fala, mas a norma culta ainda não legitima/legitimou. É desvelar a versão brasileira da língua portuguesa, ou seja, a nossa língua do dia a dia e como nos comunicamos. Valorizar a informalidade, o uso que a gente dá, intercambiando conceitos e transformando o idioma.

Bora testar então. Abaixo os três vídeos que gravei até aqui. Gostaria muito de saber a opinião de quem se dispuser a assistir!







7.2.18

OFERECEM-SE FRILAS

Como estou interessado em descolar dinheirinhos extras no tempo livre (normalmente as noites da semana e eventualmente em finais de semana), seguem os trabalhos freelances de comunicação que sei desempenhar e coloco a serviço do mercado:

- Revisão e edição de textos segundo a norma culta da língua portuguesa;
- Revisão e edição de trabalhos acadêmicos segundo as normas da ABNT;
- Produção de textos em geral (formais, informais, literários, humorísticos, paródias);
- Trabalhos jornalísticos: pauta, apuração, entrevista, redação;
- Traduções de textos: português - inglês, inglês - português, francês / espanhol / italiano - português;
- Posts para blogs e redes sociais;
- Mediação, moderação e apresentação de eventos, seminários, cerimônias, discursos, etc.

Contatos no e-mail brupessa@yahoo.com.br

(Para conhecidos e amigos costumo cobrar preços mais camaradas!)

27.10.16

Esclarecendo o uso dos porquês



Clique sobre a imagem para ampliá-la

Bônus: Quando você quer pedir a saída de alguém, mandando um "Fora" pro fulano, deve dizer "Fora Fulano" ou "Fora, Fulano"? Veja a resposta clicando aqui

22.9.16

Corrige aí: seguimento

A palavra seguimento até existe, mas como sinônima de continuidade, andamento

Quando for para se referir a setor, não é seguimento, mas segmento, com "g" mudo. Então corrija:



Tá claro? ;)

Veja mais toques gramaticais da seção Corrige aí clicando aqui!

Lembrando que o objetivo desses posts não é ficar apontando erros alheios pra caçoar dos outros e bancar o sabichão (abaixo ao preconceito linguístico!). Até porque, em muitos desses casos, a comunicação se faz compreensível mesmo com as infrações cometidas à norma culta. Porém, como precisamos dominar essa norma nas situações de avaliação educacional e profissional que a sociedade nos impõe, a ideia aqui é contribuir a partir de casos do dia-a-dia, ou seja, erros cotidianos, que estão por aí.

30.6.16

Corrige aí: Crase antes de numeral

A infelicidade abaixo foi dupla: crasear um A indevidamente e ainda colocar o acento agudo ( ´ ) em vez do grave ( ` )



R$ 1.500,00 é um numeral, portanto substantivo sem gênero (nem masculino nem feminino). E como só há crase em fusão de preposição "a" + artigo "a", vinculado a termos femininos, à frente de numerais não se usa crase (nem qualquer outro acento) no "a" das expressões "superior/inferior/equivalente a".

Tá claro? ;)

Veja mais toques gramaticais da seção Corrige aí clicando aqui! 

Lembrando que o objetivo desses posts não é ficar apontando erros alheios pra caçoar dos outros e bancar o sabichão (abaixo ao preconceito linguístico!). Em muitos desses casos, a comunicação se faz compreensível mesmo com as infrações cometidas à norma culta. Porém, como precisamos dominar essa norma nas situações de avaliação educacional e profissional que a sociedade nos impõe, a ideia aqui é contribuir a partir de casos do dia-a-dia.

16.6.16

Corrige aí: Mal comportamento

Primeiro, se divirta também com o alerta de elevador de condomínio residencial abaixo.
Segundo, identifique os problemas ortográficos do aviso. Notou o erro gramatical na última linha?



Mal é antônimo de bem, e mau o antônimo de bom. Portanto, o oposto de bom comportamento é mau comportamento. Sacou, Administração?

16.4.16

Atacando de professor

Quando procurei um cursinho pré-universitário pra obter alguma experiência docente, em 2014, a ideia era ficar um tempo como professor de Língua Portuguesa,  especialmente Redação, como jornalista que sou e pelo que melhor sei transmitir, em termos de Ensino Médio.

Porém, entrou 2015 e as necessidades do cursinho Laudelina, da Rede Emancipa, me deslocaram para a equipe de coordenação, onde permaneço em 2016. Entretanto, como cursinho popular inevitavelmente abre lacunas pra cobrirmos de última hora, semanas atrás voltei para as salas de aula, aplicando dissertações.

A correção dos mais de 80 textos me motivou a elencar os erros mais comuns dos alunos e orientá-los nesse sentido, para que se atentem e evoluam. O resultado, em forma de tópicos, postei na página de Português do blog do cursinho, como é possível ler clicando aqui.


22.3.16

Corrige aí - Sedida

Descubra o erro da legenda da foto abaixo:



Não existe o termo "sedida", tampouco sua versão masculina, "sedido" (taí pra quem quiser consultar o nosso VOLP, que não me deixa mentir). Uma foto, portanto, sempre será cedida, nunca sedida. Lembre-se de que veio do verbo ceder, que também é com "c".

O que pode gerar confusão é que, além da palavra cede, do mesmo verbo ceder, também existe o termo sede, ou melhor, os termos, já que há sede com o primeiro "e" aberto (pronúncia /séde/), que significa lugar, ponto central ou região que abriga ou onde se passa algo (veja definição completa do Michaelis), e sede com o primeiro "e" fechado (pronúncia /sêde/), que é vontade de beber, desejo. Porém, nenhuma dessas "sedes" tem a ver com verbo ceder.

12.1.16

Corrige aí - "Atende-lô"

Iniciando aqui um serviço de utilidade pública linguístico-vocabular. Somente exemplos reais e de domínio público. Sem exposição dos autores porque não queremos constrangimentos, queremos servir para algo.







Trocar "Atende-lô" por Atendê-lo.

9.9.15

Donkey Word

Não acredite em tudo o que o seu Microsoft Word indicar...

13.10.14

Pense no que diz: adjetivo "negro"

"11 de setembro foi um dia negro para a humanidade"
"1994 foi um ano negro para o automobilismo"

Pra vc negro, tanto faz quando usam o nome da sua raça/cor nessas frases?
Pra vc não negro, se vc fosse, não faria diferença ouvir ou ler essas frases?

Mesmo que não se importem, não acho legal e acho que vc não deve falar, escrever, enfim.

Diga "triste", "trágico", "catastrófico" e outros adjetivos negativos pra dar o sentido de muito ruim que seu substantivo pede. Não o de uma raça/cor, simplesmente porque nenhum grupo de seres humanos merece um pré-conceito (bastante) negativo.

OK que não existe maldade em pensar no termo negro como sinônimo de escuro para passar a ideia de trevas, falta de luz, e tudo de prejuízo que essa situação acarreta.

Mas a palavra é uma só, seus simbolismos são muitos e o respeito a quem está envolvido não se discute.