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25.11.24

Pepitas: as trilhas de Chaves & Chapolin

 BGMs. A vida do fã de carteirinha de Chaves e Chapolin no Brasil fica mais animada quando ele descobre onde encontrar as BGMs dos seriados mexicanos que marcaram época nos anos 1980 a 2000 por aqui.

BGM, pra quem não conhece, é a sigla de Back Ground Music, ou música de fundo, traduzindo do inglês.

As músicas de fundo foram trilhas sonoras constantes de 99%, senão da totalidade, dos episódios dublados para o português e exibidos no SBT das séries criadas por Roberto Gómez Bolaños.

O interessante da história é que foram escolhidas e inseridas trilhas sonoras diferentes das originais, por uma necessidade da dublagem. Mesmo assim, as canções selecionadas foram muito felizes e colaram na nossa memória afetiva definitivamente, assim como os diálogos e interações entre os icônicos personagens. 

Qual fã de Chaves não se lembra da trilha sonora romântica que sempre embala os encontros de Doña Florinda e Jirafor Professales? (ops!) Da música para lá de triste quando o mesmo casal Florinda-Girafales está brigado ou quando Chaves se vê sozinho na vila.

Até as músicas de abertura, encerramento e passagem de um bloco para outro são demarcações da história que têm um encaixe proposital, no contexto do episódio. 

Todas elas são BGMs com origem externa ao seriado, história própria e um lugar carinhoso nas nossas doces lembranças de cada trama em torno do Chavinho e sua querida vizinhança. Antes da era da Internet, era mais complicado localizar e acessar cada música, mas hoje em dia está tudo online, digamos assim.

Portanto, chega de falatório e vamos às fontes dessas pepitas sonoras!

🎶 Acesse o canal BGMs Ch no YouTube e se deleite!

Eis um atalho direto para algumas das trilhas mais icônicas:

Aí vem o Chaves: trilha para abertura e encerramento principalmente do programa no Brasil

Tara's Theme: o som dos encontros apaixonados de Florinda e Girafales

Farewell My Lovely: música triste, de quando Chaves se sente abandonado e o casal Florinda e Girafales briga

Flying Fists: música de fundo da abertura do Chapolin e que introduz blocos do mesmo seriado

Skipping: trilha que encerra vários episódios do Chaves e abre blocos também

Happy Whistler: canção muito comum para abrir blocos na volta do intervalo

Puff Along: introduz quadros em Chaves & Chapolin


7.11.24

As boas que eu dei na home


Como editor da home-page do aposta10, me cabe escolher destaques das casas de apostas buscando chamar os visitantes da página para clicarem nos sites das casas, criarem suas contas, depositarem e apostarem, se ainda não forem clientes, ou entrarem em suas contas e aproveitarem os palpites, se já forem cadastrados.

Tenho procurado selecionar mercados especiais para jogos importantes do dia no futebol brasileiro e internacional, com cotações aumentadas (as famosas odds), em que vejo probabilidade boa de serem palpites de apostas que serão vitoriosas. 

A satisfação quando indico um "green" é bem bacana. Eis algumas abaixo.








22.8.24

Pilateiro


Peladeiro, no sentido de jogar futebol como "pelada" de amigos, eu já sou toda semana faz tempo. Praticamente desde 2014 eu venho frequentando assiduamente algum fut, exceto no período pandêmico março 2020 a dezembro 2021.

A novidade é agora que sou Pilateiro também. Comecei a fazer Pilates, semanalmente. Busco fortalecimento físico, melhor equilíbrio, postura mais correta, considerando que o desvio na coluna e a conjunção alto-magro me deixam curvado e distante da posição postural adequada a maior parte do tempo.

Emendei sessões de Treino Funcional na mesma academia do Pilates, a goodbe, por já estar incluído no plano e ser uma atividade física intensa, que trabalha diferentes músculos e regiões do corpo. 

Curioso que homens da minha faixa etária são minoria pelo que tenho constatado na goodbe. Homens são minoria, de forma geral também. A good be é menos hard do que as academias convencionais, digamos assim. Pro meu objetivo que é pegar leve e priorizar o pilates (não oferecido nas convencionais e custa mais caro em estúdios especializados), tá ótimo assim.

10.6.24

1 valeu mais que 13

 Chamei 13 núcleos de amigos prum restaurante, num sábado início de noite, pra festejar os 42 anos passados na semana passada. 

Digo núcleos de amigos pq havia casal em que os 2 são amigos, e o convite foi ao casal junto, não os amigos separadamente. Se eu contasse separadamente, daria mais do que 13 amigos. Mas foram 13 convites, entende?

Um fim de semana comum, logo depois de um prolongado por feriado na quinta-feira. Num restaurante pertinho de estação de metrô.

12 dos 13 convites não foram atendidos, pelos mais variados motivos. Só um amigo compareceu. Mas valeu a noite! E que bom que temos amizades que valem por anos, décadas, tipo uma vida né?


26.12.23

Like a Player



Jogar futebol num estádio de profissionais como um jogador profissional. Que peladeiro sempre amador não gostaria de ter este gostinho?

Felizmente eu o tive, no início de dezembro, dentro do evento "io no Morumbi". Acredito que o convite da Sportsbet tenha a ver com os bons préstimos sob as balizas nas confras mensais recentes, além do fato de termos poucos "goleiros de ofício".

Independentemente da motivação, toda a experiência foi maravilhosa. Melhor que isso, só se fosse na Vila Belmiro com o uniforme do time da casa 😜



9.12.23

Tragédia anunciada

 Castigo merecido o rebaixamento do Santos Futebol Clube para a Série B do Campeonato Brasileiro, pela primeira vez em sua história. 

Teve as três rodadas finais só dependendo de si para se afastar da zona de degola. Perdeu nas três. Teve 38 rodadas para não ser um dos 4 piores, entre os 20 times, mas fracassou. Nestes últimos três anos, sua rotina foi ficar entre os piores dos campeonatos disputados, sempre flertando com o rebaixamento. De tanto que "pediu", "conseguiu".

Elencos fracos, com jogadores que ficaram devendo, mostrando apatia e deficiência em boa parte da temporada. E quando precisaram ter a cabeça no lugar, o nervosismo levou ao desespero. Prova de um comando frágil, a começar pelo banco de reservas, em que 9 técnicos se revezaram em apenas 3 temporadas, muito pela péssima gestão de futebol da atual presidência, que pode entender de indicadores financeiros, mas de futebol, que é o que mais conta nas quatro linhas, demonstrou enorme incompetência.

Como torcedor fiquei chateado, triste, decepcionado. Mas machucado, só talvez nas primeiras horas, pois desde algum tempo aprendi a me blindar emocionalmente com o que a torcida e a paixão no esporte podem me causar no lado negativo. Não compensa levar a ferro e a fogo. Torcer, viver o futebol, para quem não atua nele, não depende dele financeiramente, deve ser encarado como um entretenimento saudável. O que faz bem, alimento. O que faz mal, minimizo, não levo pro coração.

Nunca vou abandonar o Santos porque não consigo abandonar o futebol, não vivo sem esportes. Mas minha vida é mais o futebol e o esporte do que o Santos, porque assim o relacionamento será sempre saudável e fonte de prazer. E cair de divisão já vimos que não foi o fim da linha para vários clubes grandes, de camisa pesada no futebol brasileiro. Vida que segue, torcida idem, com o Santos onde e como ele estiver!

Uma maneira de compensar a tristeza quando seu time perde é apostar dinheiro na derrota dele. Porque aí ao menos você não sai no prejuízo total em caso de revés. Na última rodada do Brasileirão, a recompensa foi boa.




19.9.23

Amo muito tudo isso

 Trabalhe em um lugar onde vc seja feliz. Que te faça rir, em algumas tarefas, ainda que de trabalho e dê trabalho. 

Que te permita momentos de diversão como inserir um gif do Seo Madruga do Chaves no meio do conteúdo, por exemplo. 


Ou que te permita acompanhar uma transmissão esportiva em tempo real enquanto trabalha, sem precisar esconder isso. Em vídeo. Ver um jogo ao vivo, isso mesmo. Seja do principal torneio de futebol do mundo, seja um campeonato secundário de tênis com jogadoras desconhecidas.

É sobre isso!

8.8.23

O YouTuber voltou

 O canal Nossa Língua Brasileira tem vídeo novo após mais de 2 anos!

Prestigia façavor:


Link do canal: CLIQUE AQUI
 

21.7.23

Memória afetiva

 Foi nos anos 1980 em que cresci, formando minhas primeiras lembranças, preferências, vivências marcantes. De lá trago memórias de uma infância feliz, saudável, muito musical e divertida.

Diversão animada por trilhas sonoras da Turma do Balão Mágico e depois muitos anos de Xou da Xuxa, Xuxa Park, Xuxa Hits, não só por minha conta mas porque a irmã, três anos mais nova, adorava, cantava, dançava, imitava. 

Memória afetiva guardada com carinho, que volta e meia gosto de revisitar. Ao saber dos documentários resgatando as histórias de sucesso do Balão e da Rainha dos Baixinhos, não titubeei. 

Ainda mais sendo fã do formato, baseado em entrevistas da época e do presente, histórias orais, registros da mídia, fotos e vídeos do passado, a viagem está sendo bem prazerosa. 

Mesmo notando que os desentendimentos e crises desses protagonistas, outrora bem escondidos, também são abordados nessas retrospectivas, o que aliás alimenta a sede de informação do jornalista adulto hoje, então melhor assim.

"Xuxa, o Documentário" está no Globoplay, com episódios sendo disponibilizados às quintas-feiras. "A Superfantástica História do Balão" você encontra no Star+, já com os três episódios disponíveis. Voltar a esse tempo de magia e grandes ídolos vale a pena!



7.4.23

Beach Tennis Player

 


Modinha não, praticante convicto!

Desde o início deste ano tenho praticado com uma turma de colegas de empresa, pegamos gosto porque é um esporte gostoso e tamo indo semanalmente.

Claro que o trend de beach sports pela cidade ajuda, mas não é jogar por jogar: o beach tennis diverte entre amigos, é fácil de pegar o jeito, não precisa de muita gente e aparatos, e trabalha o esforço cardíaco e muscular intensamente. Além de que se exercitar na areia é bem agradável.

Bora jogar?

29.3.23

Tenacidade

 


Em 8 de outubro de 2021, uma sexta-feira de tarde, passei pela Banca de Qualificação.
Em 24 de março de 2023, na última sexta-feira, de tarde, passei pela Banca de Defesa do Doutorado!

Um curso iniciado em março de 2019, quando não se imaginava que haveria uma pandemia um ano depois, ou seja, o planeta era outro e parece que faz uma década!

Muitos foram os momentos, especialmente de noite, quando ou eu andava com a pesquisa e a tese ou nada andaria, que, cansado pela rotina acumulada, depois de ter trabalhado dois períodos + trânsito de SP + energia gasta com filha recém-nascida e cuidados da casa, minha vontade era não fazer nada e deixar pra depois. Felizmente fui mais forte do que isso, a coisa andou e o resultado está aí: título de Doutor a caminho!

24.2.23

Acabei o Minhas Copas - 2022

 Ufa, macrorelato em forma de macropost no macroblog dá um baita trabalho. Mas é bastante gratificante o resultado final. 

É o que sinto quando termino de escrever e ilustrar as postagens da série Minhas Copas do Mundo no meu perfil do Medium

Durante toda a Copa 2022 fui registrando observações, conclusões, fatos vivenciados, o que me chamou atenção nos jogos e no entorno deles, onde e com quem estive, como passei os dias de Copa, aquela imersão gostosa para todo fã de futebol como eu.

Postar esse relato detalhado ajuda a manter viva uma memória que quero preservar o máximo possível, afinal é na riqueza dos pormenores, circunstâncias e reações revisitadas que a gente se reconhece e constata como nossa vida é complexa e fugaz.

O resultado é o post que você pode conferir clicando aqui :D

9.1.23

Começou tenso, acabou tranquilo, seguimos!

Comecei 2022 animado, com o espírito renovado pela mudança de emprego, que foi confirmada em 30 de dezembro de 2021. 

Ainda no segundo final de semana do ano, no sábado se não me engano, comprei um relógio de pulso e dei um upgrade no celular, colocando película, capa e suporte para apoiá-lo e facilitar o acompanhamento de vídeos, por exemplo. Creio que foi no mesmo dia em que Amanda selecionou e compramos várias roupinhas para abastecer o primeiro ano letivo da Nina, inclusive agasalhinhos para o inverno que só chegaria meses depois.

Tudo muito bem, tudo muito feliz, até que, logo na terça-feira seguinte, no 11o dia do ano, tomamos um grande susto, numa terça-feira comum, perto das 20h, retornando da casa da sogra rumo ao nosso prédio: o silêncio da parada no semáforo, em meio às filas de carros nas várias faixas, foi bruscamente interrompido pelo estilhaçar do vidro do passageiro da frente violentamente quebrado pelo bandido. Ruído máximo seguido pelo gesto silencioso de esticada de mão para capturar o celular que estava no suporte do carro, ao lado do volante, aberto no Waze, que o iluminava ante a escuridão da noite ao redor. 

Foi embora o celular e seu upgrade, para nunca mais eu vê-los. Era uma vez o vidro original do carro, da porta do passageiro da frente. Mas felizmente nós dentro do carro não fomos embora, não fomos feridos. A pancada do lado onde estava a esposa felizmente apenas lhe atingiu com estilhaços que não machucaram, bastava chacoalhar a roupa. Felizmente não foi uma pancada no vidro próximo da cadeirinha da filha, que poderia sentir um trauma difícil de superar. Poderia ser muito pior. Se eu tivesse notado a vinda do assaltante, a tempo de movimentar o carro ou fazer barulho para tentar demovê-lo, e ele estivesse com uma arma de fogo, o que não é incomum para quem assalta, poderia não ter ninguém para escrever este post, poderia não ter mais esposa, poderia não ter primeiro ano letivo da filha, poderia ter acabado uma família. 


Felizmente pude repor o que perdi e a vida seguiu, mas com novos medos, porque não é só essa modalidade de assalto de celular que cresceu aos nossos olhos (em SP sobretudo). Andar numa calçada, esperar num ponto de ônibus, parar ou chegar a uma entrada de condomínio ou casa, todas essas são situações passíveis de passar um vagabundo, ou mais, te ameaçar e levar seu celular. Ou um grupinho de moleques te cercar numa entrada de metrô ou canto de calçada da Av. Paulista, maior ponto turístico da cidade, que é onde justamente você trabalha, e portanto precisa transitar quase diariamente. Nem precisam te cercar, se vc deixar alguma margem pra que um deles passe correndo por vc, e com um tapa leve algum pertence de valor que interesse, como vimos acontecer mais de uma vez ao longo do ano.

De modo que, além de não deixar mais o celular à mostra, no suporte, ao transitar por SP, e ficar alerta a cada parada em semáforo e congestionamentos outros (vários meses depois, ainda me vinha à memória a pancada no vidro e seu barulho), só fui sossegar quando arrumei um "celular do bandido" para carregar comigo, em qualquer situação considerada como risco potencial. E assim todos os dias em que fui trabalhar de transporte público, no trajeto feito a pé e durante a espera no ponto de ônibus, o celular do bandido (ligado, com chip, mas sem utilização prática) ia no bolso e o celular de verdade ia na mochila, menos exposto. 

Também tivemos episódios de invasão por assaltantes no nosso prédio, duas vezes bem sucedidas: em uma, pararam na garagem, não subtraíram mais do que uma bicicleta, acho, e fugiram; na segunda, azar da vizinha que acabou rendida e seu carro levado, quando estava na garagem. O condomínio se mobilizou, discutiu muito, a empresa de portaria remota foi trocada, o portão da garagem reforçado e a nossa atenção também se redobrou nos momentos de entrada e saída do prédio, porque se um ou mais bandidos nos ameaçarem nesses movimentos, armados ou supostamente, o mais prudente será se render e rezar...

Cautelosamente, sobrevivemos ao medo de assaltos e à gravidade da Covid, pois mesmo vacinados várias pessoas do nosso convívio se contaminaram em algum momento, até dentro de casa teve teste positivado. Nosso ano de trabalho foi positivo (Amanda veterana Soka e eu novato no Aposta 10), Nina evoluiu socialmente no primeiro ano de escolinha, crescendo e encantando, meu doutorado caminhou rumo à conclusão no início de 2023, nosso candidato venceu o traste nas urnas presidenciais, nossa Copa do Mundo (vem aí o macropost no Medium) foi animada, o esporte rendeu grandes emoções, assim como a turnê derradeira de Milton Nascimento, e o fim de ano foi de boas, recarregando as energias para que a luta contra os perigos seja vitoriosa no ano novo também.  

1.1.23

O 2022 de Nina

 


O crescimento de Nininha, um segundo por dia, dos 1 ano e 4 meses aos atuais 2 anos e 4 meses

24.5.22

Primeira apresentação gringa

 

No dia 14 de maio, apresentei minha pesquisa do Doutorado em inglês num dos painéis da IALJS 16, o Congresso da Associação Internacional de Estudos em Jornalismo Literário, que aconteceu de forma híbrida, na Universidade Alberto Hurtado, em Santiago, Chile, e de forma online.

27.4.22

Kunguequé

 


Antes de pães e biscoitos, Nininha foi introduzida às panquequinhas, e curtiu bastante, chamando-as de "kunguequé" desde que tinha 1 ano, 1 ano e pouco. 

Pela similaridade entre panquecas, pãezinhos e bolachas, tudo isso virou kunguequé.

Por uma limitação vocabular natural para a idade, de quem ainda tem 1 ano e 8 meses quase, Patati & Patata, a dupla de palhaços com músicas e desenhos infantis, também são conhecidos como kunguequé.

Muito de vez em quando pode nos confundir, mas Nina vai desbravando o universo da comunicação do jeito que consegue, e é maravilhoso acompanhar de pertinho esse aprendizado.

26.12.20

Pandemia, obrigado?


Podemos desejar, nessa virada de ano, que 2020 seja visto, anos depois, como o ano da pandemia do coronavírus. Não porque haja algo positivo na constatação, mas porque, se em 2021 a pandemia for contida, deixar de ser pandemia, houver vacina e cura para a doença, por exemplo, o ano da pandemia terá sido apenas 2020. Ou seja, teremos evoluído nessa luta. 

Fui uma das milhões de pessoas que trabalhavam fora, cinco dias por semana, e em determinado momento (março, aqui) passou a fazer home-office forçado, juntamente com os colegas, e assim passou a maior parte do ano. Antes de saber que seria assim, eu já queria experimentar a experiência do home-office. Ela veio sem muita escolha, minha e da minha empregadora, e até agora posso dizer que foi bem mais positiva do que negativa.

Considerando que seria mais um ano conciliando doutorado com trabalho na agência, foi benéfico para mim ter os dois compromissos para conciliar dentro de casa, sem precisar do desgaste e da perda de tempo dos vários deslocamentos em cada semana. Fora as viagens ocasionais, que já estavam programadas para o ano, tanto em função da agência (eventos com clientes) quanto da universidade (eventos acadêmicos). Bem menos cansativo. A perspectiva, no início do ano, era uma viagem para Nova Iorque em outubro e outra para Fortaleza em novembro, fora outras para destinos mais próximos, por exemplo.

Considerando também que engravidamos aqui em casa, Nina nasceu no final de agosto e pude passar os primeiros meses dela na maior parte do tempo estando em casa, mesmo trabalhando e estudando, ao lado da esposa e da filha, foi muito benéfico o distanciamento social forçado provocado pela pandemia. Me manteve no lugar mais perto de quem mais importa para mim (e precisa de mim) nos últimos meses e ainda hoje. Me manteve mais descansado e disposto do que eu estaria se ela não se impusesse. Parece bizarro e absurdo, mas devo agradecer à pandemia por ter vindo neste ano?? 

15.10.20

Paternidade

 Nina nasceu no dia 31 de agosto e desde então a vida aqui em casa mudou bastante 😍




17.8.20

Lema

 Pense antes de fazer, respire antes de falar e guarde só o que importar.

24.7.17

Cursinheiro sangue bom trabaiadô


As grades que a gente rompe no Cursinho Popular Laudelina de Campos Melo são outras!

Uma das fotos produzidas por Marcia Minillo para reportagem da amiga Maria Lígia Pagenotto, intitulada Cursinhos Populares promovem educação como direito e não mercadoria, publicada online pela Rede Brasil Atual