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27.12.16

10 anos de vida

27 de dezembro de 2006 marcou o nascimento deste blog, acredita?

Foi com este post, explicando o porquê do blog e de seu nome frasístico: http://naotevejeito.blogspot.com.br/2006/12/certas-coisas-na-vida-no-temos-como_27.html

Quanta coisa mudou e mudamos de lá pra cá! Ainda não era paulistano de vez, o que vai completar 10 anos em breve.

Ainda mudava de namoradas quando não dava certo, antes de casar e até me separar. 

Ainda iria para os dois empregos mais duradouros da minha carreira até hoje. Felizmente, sem ter de deixar a comunicação.

Ainda não sentira na pele o que era ser padrinho de uma criança e tio de um filhote quase gente como a gente. 

Vivia na fase de muitas festas de formatura e depois viriam muitas de casamento. Tenho saudades dessas festas, uma pena elas irem escassando conforme envelhecemos, ainda mais para espíritos jovens e farristas e sarristas como o meu (Quanto a me formar e casar, foi bom mas hoje não prevejo repetecos).

Ainda não sabia como era morar sozinho na minha casa. Como isso é bom!

Não tive ainda a oportunidade da paternidade de seres humanos, como parecia previsível. Ok, não me frustrou. E se não tiver pro resto do meus dias terrenos, a vida não há de ser menos bela e completa, porque isso só depende de mim.

Ainda não conhecia o Cursinho Laudelina da Rede Emancipa. Até porque na verdade eles ainda não existiam. A Rede vai pra 10 anos, o Lauds 7!

Ainda não tinha tantos fios grisalhos entre a pretaiada que (ainda) domina meu couro capilar. Isso não é um problema atualmente. Mesmo porque os desconhecidos continuam me dando 24, 25, às vezes 30 anos de idade à primeira vista (inocentes, já vivi 34!). 

Ainda não havia redes sociais, que roubaram considerável importância e tempo na rotina de quem tinha blog. Tanto que alguns os largaram. Mas eu torço pra mais 10 anos deste. Que venha 27 de dezembro de 2026 neste mesmo local então! 

28.6.16

Terceiro blog

Além deste versátil Nãotevejeito e do futebolístico Planeta Bola, no portal iG, nos últimos meses venho me dedicando a abastecer também o blog do Cursinho Popular Laudelina de Campos Melo, que ajudo a coordenar desde o início de 2015.

Aliás, para quem não conhece os cursinhos populares da Rede Emancipa, total recomendação! Pois não buscamos apenas oferecer preparação gratuita para os vestibulares a alunos carentes, mas principalmente formação cidadã e política, para que entrem na universidade buscando fazer a diferença positivamente na sociedade (agindo em prol da educação pública de qualidade para todos, por exemplo).

O link do blog do Lau é http://emancipalaudelina.blogspot.com.br/. Aguardo uma visita e um comentário!

8.12.15

Le Blog du Foot --> Planeta Bola

Continuo blogueiro do iG Esporte, mas desde setembro com novo blog e escopo maior. Deixei a coluna de futebol francês de lado, porém ainda no ar (Le Blog du Foot), e passei a me dedicar a uma página sobre futebol internacional em geral, tudo que o Planeta Bola abrange, dentro e fora do Brasil.

O Le Blog, que nasceu comigo em 2009, fazia mais sentido quando compunha uma teia de blogs de futebol internacional que, nos últimos anos, o iG foi desmanchando. Sozinho, rendia muito pouco ao portal e também para mim, "preso" que eu estava a um segmento que nem sempre resultava em apelo para chamar cliques de internautas, mesmo entre fãs de futebol e futebol internacional.



Curiosidades, estatísticas, vídeos, fotos, registros sobre quem é destaque e principalmente quem não é são publicadas no PB (não postarei especificamente sobre resultados de partidas e campeonatos, além de matérias sobre o dia a dia do futebol, pois não conseguiria concorrer com nossos portais e o objetivo é buscar o máximo de diferenciação e ineditismo dentro do que já existe na Internet brasileira).

Conto com a vossa visita, lembrando que lá os comentários também são abertos, como cá ;)

Clique aqui para acessar meu Planeta Bola

18.2.15

Mas blog pessoal? Pra quê?

Se vc pode postar o que quiser no Facebook?

Não é a mesma coisa. O Face é uma rede social, onde vc tem um perfil e não compartilha tudo com todo mundo. Alguns conteúdos, só pros amigos. Outros, só pra um de cada vez. E seleciona quem são seus "amigos", agrupa-os, os hierarquiza. 
ICQ, MSN, Orkut: a Internet já coleciona lápides. Mas o blog vive!

O blog é aberto: digitou ou acessou o link, entrou. E viu tudo. Diferença sensível para mim, que uso o espaço não pra publicar intimidades, mas para compartilhar reflexões, dicas, experiências marcantes, pontos de vista, sugestões e por aí. E não somente pros camaradas.

Em sendo "um livro digital" aberto, qualquer post é facilmente recuperado. Mesmo que conste nos primórdios dos arquivos. Outra vantagem: poder resgatar postagens, o que é bem mais trabalhoso no FB, bem como no Twitter, que uso até mais do que o blog, mas mais para me informar e compartilhar sobre temas de interesse.

Claro que é muito mais difícil ter engajamentos no blog do que no Facebook, onde basta um clique pra curtir e dois pra comentar e compartilhar. O blog pede um mini-cadastro, e deixa o comment oculto, lá no pé da postagem, sem fotinha e talz. Bem menos atraente, como é hoje o que foi pop no passado da web (sim, os anos 1990-2000 já são os tempos antigos da rede...)

Só que o objetivo aqui é muito mais se expressar e registrar "para sempre" do que ser popular. Então dá-lhe bológue!

24.5.11

Meu texto abaixo foi publicado no interessantíssimo 3Meia5, blog que vale a visita e sobretudo a colaboração...

1º/5/11: BOTA TRABALHO NISSO!

É dia do trabalho, dia de trabalho. De domingo? É. Você não é a média da população, é jornalista esportivo. Em dia de plantão, bora pra redação.

Dia do trabalho não, dia do trabalhador. Dia de luta. A primeira luta é clara: sair do apê nesse dia escuro, frio e chuvoso, no qual tudo de gostoso passa longe do plantão de domingão, a começar pelo amor que sou obrigado a deixar...

Enquanto a maioria dos trabalhadores goza o merecido descanso do seu dia, o jornalista esportivo luta. Ainda mais num domingo, quanto tudo que existe na face da competição de segunda a sábado se acumula nas costas desta e d'outras mulas. Consegui, no entanto, um almoço em família. Marcado, porém cronometrado.

Quatro da tarde não é tarde: só começa. PC, rádio, TV, tudo ligado, monitorado. Janelas muitas. Lá fora? Nem sei, são as janelas do PC. Meu horizonte é quadrado, atualizado num segundo. Mundo digital, universo particular. Que consome e o lombo come. Levantar um pouco, dá? É intervalo, corro lá.

Tão logo o futebol acaba, tudo desaba. Avalanche, sem parada pra lanche. Clica, clica... clica. Espera. Clica de novo. Não funciona, a home não sobe. Escreve, bate no teclado, apaga. Copia e cola, bastante. Não que não pense. Mas tem que pensar-agindo, e agir-agilizando. Nem sempre funciona. Suporte, alô alô. Suportai, Bruno, o cansaço que vem insuportável.

Claro, 14 dias sem pausar o pancadão. Mole não. Dá nem pra pensar, né? Também, não dá tempo. Aliás, que horas são? Quase meia-noite, quase segunda. Olha o domingão do plantão, que não passa na sua televisão, engolindo a pobre da segunda. Coitada. E você ainda reclama das segundas-feiras! Viva um domingo de jornalista esportivo pra entender: suas segundas serão muito, mas muito mais leves. Ou melhor, não viva. Dá muito trabalho...

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Bruno Pessa, 29 anos no cair de maio, ama esportes mas procura não se esquecer da vida fora dele. Muito bem casado e tratado pela família, tece planos acadêmicos pós-mestrado. Metas mais modestas podem ser desvendadas no Twitter (@obrunopessa) e outros cantos...

25.1.11

NIVER DA VÉIA

Cá estou em mais um aniversário de São Paulo (a quem eu gosto de me referir como "Ah, Pablito!"), 457 recém-passados. Gostaria de me juntar aos que a louvam, mas não consigo. Mesmo assim, indico e reproduzo abaixo o texto da jornalista e paulistana Marli Gonçalves sobre a efeméride deste 25 de janeiro. Mas não deixo de colocar abaixo, também, o que eu respondi a ela, por email, quando recebi e li seu relato.

São Paulo, Ailoviiú (por Marli Gonçalves)

"Peço desculpas de antemão. Terá de ser um pouco maior, tão grande quanto a cidade que homenageia. Feche os olhos. Imagine São Paulo. Vou tentar narrá-la. Ou descrevê-la como fazíamos em nossa infância, na frente de desenhos importados e mal impressos. Aqui está tudo em nossa própria carne. Impressões digitais e na íris, nome de uma flor que você vê, andando por ela.


Vejo coisas malucas que só por aqui. Vi uma fila de motoboys, pizzas na mão, em frente a um prédio só, em dia de chuva. Vejo policiais de bicicleta, de moto, de viaturas, de helicópteros. E descalços, ao mesmo tempo, com seus salários de fome. Uma fome que alimenta a violência. Vejo até guardas florestais com imponentes Lands Rover. São Paulo tem áreas florestais, sabia?

Na chuva, enchentes. Na seca, narizes sangrando e muito coff-coff-coff. O asfalto queima as patinhas dos cães, muitos, vira-latas ou de madames, mas aqui algumas delas põem sapatinhos em seus bichinhos. Cavalos puxam homens e carroças. Carroças são puxadas por homens e cavalos. Às vezes homens puxam cavalos e carroças. Algumas, apenas o cavalo solto nas estradas, perigo da noite.

Gente que tem muito. E gente que não tem nada. Nem a perder. Nada. E achados e perdidos, que essa cidade tem.

Tem trânsito, tem calmaria (mas só quando a deixam, fugidos, nos feriados). Tem flores de todos os tipos, árvores coloridas. Mas você precisa olhar para elas. Os ipês, mancas, quaresmeiras, as azáleas, os lírios e as palmas. As íris, quase violetas.

Aqui já vi, vejo e verei mendigos poliglotas. Loucas elegantes que fazem uso à sua moda do que ganham, acham nas latas, caçambas da vida. Nas caçambas dos Jardins acha-se de tudo: estolas, quadros, móveis. Eu já vi e catei. Brinquedos. Não entendo por que quem joga não é capaz de juntá-los para oferecer e ganhar na troca o olhar lindo de uma criança. É São Paulo.

Já vi até dentro de carrinhos de bebê. Aqui tem gente que anda nas ruas com cães, gatos, papagaios, cacatuas, e até porcos e coelhos. Minha mãe teve dois galos. Que cantavam nos Jardins.

Ah, barulho tem toda hora. Agora. De noite e de dia. Psiu? Cadê você, Psiu? Sempre em construção. Ou carros e motos acelerando. Ônibus lotados subindo ladeiras, que aqui têm muitas. E os bêbados da noite, em carros de todo o tipo. Ou nas calçadas. Mas as bêbadas são piores, com suas vozes finas, gritantes e lamuriantes.

Nos céus, aviões, jatinhos e helicópteros. Quase Jetsons, não fossem os balões pipocantes que de vez em quando um ser irresponsável solta por aí. Uóóóómmm. As sirenas das ambulâncias, dos policiais, dos bombeiros, do resgate. E dos idiotas que agora inventaram e usam uma corneta com esse som.

São Paulo: seus parques e praças são poucos. Suas áreas de risco, muitas. Sua periferia, cinza. Suas favelas, até isso, sem graça, sem samba, sem cor.

Mas aqui tem para todo o mundo. Para ateus, agnósticos e etcs. E todas as religiões. Dos rabichos dos Hare Khrishnas, aos dreads dos rastas. Os cachinhos dos judeus ortodoxos, com seus chapelões de pelo. As sandálias dos franciscanos. Os pesados hábitos das carmelitas. O moderno dos Padres Rossi e amigos. As saias "colunas" das evangélicas tradicionais e os terninhos dos pastores. As cabeças cobertas das muçulmanas. Centros de cabala, Kaballah, centros de espiritismo. Mesa branca, umbanda, candomblé, magias de todo o tipo. Até feiras de cartomantes há! Aqui até fachada de templo evangélico gigante parece fachada de centro gay, toda em arco-íris. Verdade!

Ciganas lêem suas mãos. Malabaristas passam bolas de cristal pelos braços. Comem fogo e espadas. Jogam Três Marias para cima. Os meninos pobres tentam fazer o mesmo. Ou pegam rodinhos e paninhos sujos para limpar o seu pára-brisa.

Aqui em São Paulo tem rua de tudo. De madeira, noivas, móveis, decoração, roupas, panelas, ferragens de porta, de equipamentos musicais. Agora há também ruas, muitas, tomadas por hordas de viciados em crack. E os nomes das suas ruas, São Paulo, nem conto! Queria morar na Rua das Estrelas Fugazes, se houver.

A noite de São Paulo pode ser paga. Ou gratuita, se for só para olhar. Suas manhãs são agitadas. Tem quem vem de longe. Tem quem vá para longe. Ida e volta. Diariamente.

Agora, mas só agora - não acontecia isso antes, acredite - vemos gente de shorts e chinelos nas ruas. Mas ainda não vemos as mulheres de biquíni nas praças que tem quem queira, não queira, não goste. Não possa. Ah! As avenidas são como rios cortantes para se transpor. Às vezes a nado. Rezando, os pedestres. Represas, rios e riachos. Córregos borbulhantes e vazantes. Efervescentes, na cidade, tais quais toda sua gente: contorcionistas, voyeurs e exibicionistas, antropofágicos, simpatizantes até de tudo muito aquilo para o lado direito.

A arte está nas ruas, em grafites, adesivos, carimbos. Em cada um por todos. Todos por um. Além de igrejas, templos e bibocas, há restaurantes para todos os gostos e nacionalidades, desejos, gostos, bolsos. Agora até em motos nas ruas, comida. Em São Paulo, cachorro-frito já acharam, com gato no churrasco, cavalos no aperitivo. Aqui se vende bem caro até espuma, novidade gastronômica. Chame diferente: iogurte vira frozen; molhos viram nomes extraordinários.

São Paulo fala todas as línguas, sotaques, dialetos, gírias. Com r, s, ou estalados nos dentes, no céu da boca. O rrrrr comprido dos caipiras, que aqui habitam e mantêm o clima, o charme do sotaque, "sutaque", uai, tchê, guri, guria, painho, mainha. Óxente, cabra da peste!

24 horas aqui tem pães, sexo, sex-shop, pet-shop, materiais de construção, mercados até hiper, massas e carnes, sopas e álcool, nos postos, convenientes, junto com a gasolina. São Paulo, frenética, violenta, caridosa, e ruidosa. Esburacada e recapeada. Antiga e antigamente, caindo aos pedaços, indo ao chão e erguendo-se, do nada, inteligentes e inacessíveis. Arranha o céu!

Além de especialidades médicas, doenças e males estranhos. Antenas, muitas. E antenados. Interferências, todas, e gente desplugada, perdida, michêse michados. Apagões aqui e ali. Até de inteligência. Rua que é estrada, avenida que é rua.

Aqui tem festa suingueira, festa fechada, festa aberta. Fetiches, Sado e Masô. E ainda os sertanejos dos fuscas tunados. Há os meninos e as meninas, em seus clubes dos bolinhas e luluzinhas. No Arouche tem footing gay nas tardes de domingo. Na Augusta em que nasci e vivi, tem todo dia, toda hora. Augusta dos 60, dos 70, dos 80, dos 90, dos cem em diante. 120 por hora.

São Paulo: sua bandeira e a do Brasil tremulam orgulhosas. Você é preta, vermelha, branca. E verde e amarela. Aqui se vê de tudo e se faz muito pouco do que dá. Cada vila, bairro, uma cidade, uma ciranda. Milhões de histórias para contar. Feliz Aniversário, minha véia!"

Respondi assim para ela:

Ótimo texto, muito bem escrito. Mas continuo achando SP inviável e com um futuro desanimador. Não cabe mais tanta gente e carros, e mesmo assim seguem crescendo as pessoas e os automóveis da cidade que não pode parar, mas para cada vez mais. Sem falar das pequenas e grandes desgraças que qualquer chuva normal de verão traz...

Agora te pergunto: né não?

16.1.09

RONALDO NO CORINTHIANS é, além da grande notícia para o esporte brasileiro no alvorecer de 2009, a maior expectativa do ano: ele será o Ronaldo que já brilhou como Fenômeno?

Antes que o tempo e os gramados nos respondam, eis uma justificativa assaz fundamentada para o craque ter vindo justamente para o Timão (postada no blog Não Salvo, bem AQUI):

16.12.08

SEÇÃO "INDIQUE UM BLOG"

Hoje temos o Blog de Guerrilha. Não, nada de tiros e mortes a rodo. Marketing de Guerrilha é um ramo da publicidade pra lá de criativo, ousado e bem-humorado.

O blog está AQUI. Para saber antes o conceito de marketing de guerrilha, clique AQUI. E se você tiver qualquer coisa a dizer, qualquer coisa mesmo, que seja um mero "oi" (simples assim), comente logo abaixo.

Bruno Pessa diz "E aí, blz?"

22.10.08

SEÇÃO "INDIQUE UM BLOG"

Rá, a seção não nasceu natimorta (eu pleonasmo sim!), quase um mês depois do 1º blog indicado (clique AQUI para acessá-lo), eis o segundo!

Esse é especial, do xará Bruno Soraggi, ex-colega d'iG: Polititica (o cara é baum!)

15.10.08

O QUE DÁ VONTADE DE DIZER sobre essa crise financeira que tem dominado os notíciários na última semana é bem o que escreve Flávio Gomes, em seu blog, onde você encontra posts sobre automobilismo, com destaque para a Fórmula 1, e protestos verborrágicos como ESTE AQUI.

Embora eu concorde com ele no fato de estarmos todos f..., quisera eu ter um protesto verborrágico com mais de 200 comentários. Será que rola um dia, sem que eu tenha de apelar para imagens violenta ou sexualmente impactantes ou menções a celebridades midiáticas??

Ah, como diz o Flávio, leia o texto sobre a crise lá e comente aqui - até porque ele está cansado de ler comentários e eu não!

24.9.08

SEÇÃO "INDIQUE UM BLOG"

De vez em quando a gente acha blogs bacanas no oceano internético, e por isso crio esta seção para meus ilustres (e raros) visitantes poderem conhecê-los também. Só não me cobrem periodicidade, porque odeio essa amarra jornalística!

O primeiro é o "Pergunte ao Urso - Tudo aquilo que você não sabia para quem perguntar"

Favor não ter a pachorra de comentar somente lá e nadica por aqui, belê?


Bruno Pessa entende que o tempo é escasso, mas se entristece com leitores silenciosos