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10.6.24

1 valeu mais que 13

 Chamei 13 núcleos de amigos prum restaurante, num sábado início de noite, pra festejar os 42 anos passados na semana passada. 

Digo núcleos de amigos pq havia casal em que os 2 são amigos, e o convite foi ao casal junto, não os amigos separadamente. Se eu contasse separadamente, daria mais do que 13 amigos. Mas foram 13 convites, entende?

Um fim de semana comum, logo depois de um prolongado por feriado na quinta-feira. Num restaurante pertinho de estação de metrô.

12 dos 13 convites não foram atendidos, pelos mais variados motivos. Só um amigo compareceu. Mas valeu a noite! E que bom que temos amizades que valem por anos, décadas, tipo uma vida né?


25.8.16

Li e recomendo: O Jornalista mais Premiado do Brasil

O livro e o autor, em um dos seus vários lançamentos

"O Jornalista mais Premiado do Brasil: a vida e as histórias do repórter José Hamilton Ribeiro"

O título completo de mais essa obra do amigo Arnon Gomes já explica o tema. Jornalista escrevendo sobre jornalista, já bastaria isso para eu me interessar. E conhecendo ambos, mais ainda. Zé Hamilton é uma verdadeira escola para todos nós seguidores. Arnon, um profissional talentoso e dedicado, que se esmera no que faz desde as primeiras matérias no jornal Comércio da Franca, quando a profissão em comum nos permitiu um auspicioso reencontro, em 2005, anos e anos após a infância comum em Santos.

O livro de 260 páginas, publicada ano passado em Araçatuba, onde Arnon vive e trabalha há alguns anos, teve lançamentos aqui em SP, bem como Santos, Campinas e terá em Ribeirão Preto. Ainda não consegui comparecer a nenhuma, mas ajudei o amigo no envio da remessa paulistana excedente pra ele e acabei ganhando um exemplar, lido com calma e muito gosto. Falta a dedicatória agora!

Lembrando que um dos livros anteriores de Arnon eu indiquei neste blog, em 2012 (leia aqui). Vida longa ao escritor Arnon, ao mestre Zé e ao bom e verdadeiro jornalismo!

28.10.15

Meus votos na eleição dos jornalistas mais admirados

Mesclei ícones, gente que admiro de longe e colegas com quem convivi e ainda tenho contato ;)


23.9.15

Vai dizer que o tempo não parou naquele fim de semana?

Ok, o título não é lá original (tirei de um refrão de música do Jota Quest), mas o texto abaixo sim. Fiz a pedido dos meus pais e de seus amigos, que 40 anos após as aventuras de terceiro colegial se reencontraram no início deste mês, na Marília que nos viu nascer. Foi muito saboroso, desses momentos que fazem a vida valer mais a pena!

**



O tempo não para. Mas quando nos permite sublimes reencontros e rememorações, parece que interrompe sua lógica pra nos dar um crédito, um bônus pra curtirmos o que construímos no passado e, num dia mágico, de repente se faz presente.

E se, em vez de um, pudermos ter dois desses dias incríveis, maior ainda a bênção. Ir à chácara do Cristo Rei em Padre Nóbrega, pra rever os saudosos colegas de escola, não foi novidade pra maioria dos cerca de 30 ex-alunos do colégio, porque já houve encontros de 24,  25 e 30 anos de formatura. Mas nenhum teve a força desses 40.

Primeiro porque, quanto mais velhos, mais tendemos a valorizar e deixar falar as emoções. E nenhum dos eventos anteriores teve a expectativa crescente deste, estimulado pelo grupo do "zap zap" que nasceu em julho e bombou as noites dos participantes.

Teve de tudo o que se espera: muita festa a cada chegada, fotos, vídeos e registros mil, comilança e bebedeira nos melhores sentidos, gozações sempre saudáveis, desfile de "ladies", seriedade quando era hora. Rolaram até homenagens individuais, embora o maior destaque do fim de semana seja, indiscutivelmente, esse grupo privilegiado, recheado de gente do bem, que colaborou pro sonho acontecer.

O tempo não para, mas quem nos dera se os doces 5 e 6/9/15 nunca acabassem!
Salve a Caterva, rumo aos 43!!

6.8.13

Celebrantes debutantes

Abençoar o casamento de entes mui queridos como padrinho já rende uma baita emoção. Some isso à responsabilidade privilegiada de conduzir a cerimônia, podendo imprimir sentimento ao discurso: uau!

foto by Laly Sturaro
Foi a especial experiência que Arika e eu tivemos semanas atrás, coministrando o casamento dos cunhados Letícia e David ao lado de Benoît et Anaïs, irmão e cunhada do noivo, respectivamente.

Superbe!

Minha amada falou melhor sobre o assunto, no Facebook. Quem se interessar, leia:

"Vocês querem ser os nossos celebrantes?"
Pensei tantos segundos antes de responder que eles até chegaram a achar que eu não queria. Senti foi muita honra de ter recebido aquele convite. Honra porque eu sabia o que aquele convite representava, dada a importância que tinha aquela cerimônia visto todo o carinho e cuidado tanto do Da quanto da Lê de escolher tudo a dedo. Ainda mais porque é uma lembrança eterna da benção da união do casal, sim, benção. Respeito a sua religião mas toda pessoa de bom e puro coração pode abençoar o que desejar. Dali em diante, começamos a esboçar o texto, alguns ajustes ali, outros aqui. Insights no meio da madrugada ligando o notebook debaixo da coberta pra não incomodar o sono do Bruno. Foco na elaboração do texto, de forma que ficasse emocionante, sério e não-didático como a Letícia havia pedido.

Difícil definir amor, família e amizade, você acaba encontrando os clichês até perceber que fica fácil escrever quando se vive intensamente todos esses setores, ainda mais quando é sobre um casal que você conhece tão de perto, uma escrita exclusiva. Dias antes do casamento, veio um nervosismo imenso, ansiedade e medo de chegar na hora "H" e não conseguir expressar nada daquilo que eu vinha escrevendo há meses, justamente por não ter experiência alguma com discursos. Sensação que não passou até o momento de enviar os textos para a gráfica.

Naquela manhã fatídica, a ficha caiu. Depois de meses pensando em preparar o texto, traduzir, ensaiar, combinar detalhes.... ERA A MINHA IRMÃ que ia casar dali a algumas horas com o melhor príncipe que poderia aparecer para ela. Como num filme, um flash com todos os momentos que havíamos passado juntas e conversado sobre aquela data mesmo sem saber se ela um dia aconteceria, vieram à minha mente. Ela é tão importante pra mim que eu morria de medo de ela se casar com um homem que fosse tirar de mim a minha melhor amiga (rs). Mas o David Chevrier é um irmão que eu ganhei, lindo, gentil, humilde, amigo! Foi muita emoção e lágrimas de felicidade nesse momento de concentração para a noite especial.

Meu nervosismo até contagiou o zíper do meu vestido que resolveu quebrar na data marcada. E em meio ao desespero apareceram muitos anjos para me ajudar, como num conto de fadas! Muito obrigada Geisa Moraes, Ramon Brandt, Lilian Ravanelli Pessa, Marjorie Azevedo Amaral Amaral, Márcia Vargas Soares, Márcia Padua!!

Fato é que deu tudo certo, mesmo com o nervosismo, mesmo sem o vestido inicial e o melhor é que vocês gostaram de tudo com o que pudemos contribuir! Espero que tenham conseguido sentir pelo menos um pouco de tudo o que eu pretendi transmitir.

Foi inesquecível, um dos melhores dias da minha vida para abençoar o primeiro dia da vida de vocês como um casal, marido e esposa. Sempre estarei por perto para celebrar cada momento e amparar quando necessário!
Muito obrigada pela oportunidade e confiança!

E muito obrigada Bruno Pessa, meu lindo amor, pela parceria de sempre!

AMO MUITO VOCÊS!!!

13.6.13

Julinha!


Julinha super peludinha com Ari, pré-tosa


Julinha super peladinha me seguindo, pós-tosa

Tava devendo aqui o registro da filha que adotei este ano, em janeiro. Na verdade, ganhei da esposa, a dona original que há acolheu, pela primeira vez, há 16 anos!

Embora essa idade seja praticamente a metade dos meus 31 recém-completos, se consideramos que a contagem etária dos cães requer a multiplicação dos anos vividos pelos humanos temos uma pretinha bem mais idosa do que o branquelo aqui.

Jully (ou Julie, ou, como acabei adotando, Julinha) foi uma das grandes novidades deste 2013 na nossa vida, em nova residência também!

Companheira serena, muito raramente late - mesmo quando passa dias sozinha! Só lhe causam alvoroço as necessidades básicas de comer e passear, quando esperadas e não atendidas logo. Adora ir pra cozinha, cheira o que acha pela frente, e se tem odor de carne por perto, fica na fissura...

Já não escuta nem enxerga de longe, ou com a acuidade de um cachorro jovem, então pouco liga para o que se passa a uma certa distância, inclusive se outro cão se aproxima, se um humano a elogia, essas interações. Gosta da liberdade, de ficar zanzando insanamente lá e cá, repetindo o itinerário dezenas de vezes até dar na telha de comer, beber água ou dormir. Curte brincar de tentar morder, de receber um xameguinho, e se vier acompanhado de um bifinho, melhor ainda!

21.3.13

Li e recomendo - Canções para ninar adultos

Fui ao lançamento deste, ano passado! E não somente pelo exemplar autografado, mas principalmente pela leitura de cabo a rabo, fiquei muito feliz com o talento literário do meu bixo de Unesp-Bauru, Fred di Giácomo!

Se quiser ver outras notícias e referências sobre o livro, compiladas pelo autor, acesse o blog da obra.

Se quiser saber mais sobre autor, obra e como adquiri-la, acesse o site da Editora Patuá.



15.10.12

Li e recomendo - Biografias empresariais

Meses atrás li duas histórias jornalísticas de empreendedores interioranos.

Do especialista em Jornalismo Literário Sergio Vilas Boas, o perfil de Luiz Alberto Garcia, que herdou o Grupo Algar e construiu uma trajetória de sucesso no Brasil Central (comprei no dia da noite de autógrafos do meu professor de curso na Academia Brasileira de Jornalismo Literário):



Do jornalista, santista e flamenguista Arnon Gomes, a biografia de Genilson Senche, que fez o jornal Folha da Região se desenvolver como o principal de Araçatuba e região (ganhei do amigo de infância, hoje editor de Política da Folha):

7.12.11

FACEBOOK + TWITTER >> BLOG

É, as novas redes sociais são mais ágeis, diversificadas e convidativas para publicar e comentar do que os (jurássicos?) blogs.

Então pra ver, acompanhar, comentar e/ou cornetar o que escrevo, indico mais meu twitter (obrunopessa) e meu facebook (Bruno Pessa) do que este espaço, dedicado a postagens mais específicas e atualizações menos periódicas.

Lembrando que pra ser amigo no face vc tem que ser meu conhecido, nem que seja de algum espaço do território virtual. Então se for me adicionar, se apresente!

26.10.10

RECORDAR É VIVER




Muito provavelmente a maioria dos seus colegas de escola/faculdade não são seus amigos hoje. Muitos nunca foram. E atualmente não devem fazer parte do seu dia-a-dia.

Mas eles compartilharam momentos impagáveis contigo. Uma época que todos consideram boa, talvez melhor que a atual, que tem inúmeras preocupações a mais nas nossas vidas adultas. Revê-los, portanto, significa relembrar a felicidade que ficou lá atrás e pode ser sempre revivida a cada novo encontro. Ou seja, é pra lá de bom.

Se quisermos, os laços não precisam morrer no passado. Podem ganhar novos contornos. E nos mostrarem que o tempo que passamos juntos, por mais distante que fique na memória, não foi em vão e também significou para o ex-colega que hoje dá risada conosco. Na nossa busca constante por significados na vida e coisas que façam valer a pena viver, isso faz muita diferença.

6.7.08

PROTAGONIZE SUA VIDA - Leandro Cruz (o poema é dele, não é meu!)

Quão humano você ainda é?
Você se orgulha do que você faz?
Você é o que queria ser quando crescesse?
Seus dias são as realizações de seus grandes sonhos?
Você já teve a sensação de viver o mesmo dia várias vezes?
Você não tem vergonha interna de sorrir para o patrão que você queria trucidar?

A felicidade não cabe numa cesta básica.
A felicidade não cabe numa bolsa Gucci.
A felicidade não pode esperar na fila do banco.
A felicidade não pode esperar até as eleições.

Quão envergonhado e triste a criança que você foi
Se sentiria ao ver como você vive seus dias?
Um após o outro.
Automático.
Anônimo.
Patético.

Quem busca apenas a estabilidade
Vê a vida como mera fatalidade
Tem um trabalho sem prazer
Come pra viver e vive pra comer

Onde foi parar nossa emoção de caçar Mamutes?
Era tão divertido enfiar nossa lança no bucho dos tigres
Há quanto tempo não somos humanos?
Há quanto tempo somos robôs? autômatos

Os humanos podem morrer cedo
Mas os autômatos jamais vivem,
Até chegam aos 80 anos
se não correrem riscos e ficarem muito ricos
Mas de que vale ficar velho sem correr riscos?
É como passar o dia todo no parque com medo,
Sem coragem de entrar em nenhum brinquedo

Sua vida pode ser mais do que isso
Você ainda é capaz de dizer “eu te amo”
Você ainda é capaz de dizer “vá à merda”
A maior dor que alguém pode sentir é pensar:
“Eu devia ter dito”, “eu devia ter feito”

Dê uma virada na sua vida
Recomece do zero, invente uma missão
Protagonize sua História, peça demissão
Peça seu grande amor em casamento
Ainda que ela esteja com outro, no altar, neste exato momento
Corra, ainda dá tempo! Ou remoa para sempre esse tormento

Bruno Pessa está aberto a manifestações amigatícias, sobretudo as coerentes com seu modo de ver o mundo