11.6.14

Vai ter também Bolão da Copa, é claro!

Post atualizado após o Mundial, contabilizando os acertos e revelando meus feitos, lá no pé do texto ;)

Aqui não tem "em-cima-do-murismo", vamos aos meus palpites pré-Mundial (dos bolões que participo, dois deles permitem apostas até 1h antes de cada jogo, então especificamente nesses eu palpitarei gradualmente, conforme o andamento do torneio):

1ª FASE

Dia 12 (quinta-feira)
17h - BRASIL 1 x 0 Croácia  - ACERTEI O VENCEDOR
Dia 13 (sexta-feira)
13h- México 2 x 0 Camarões - ACERTEI O VENCEDOR
16h- Espanha 0 x 1 Holanda - ACERTEI O VENCEDOR
18h- Chile 1 x 0 Austrália - ACERTEI O VENCEDOR
Dia 14 (sábado)
13h- Colômbia 2 x 0 Grécia - ACERTEI O VENCEDOR
16h- Uruguai 3 x 1 Costa Rica - XIII, INVERTI FEIO!!
18h- Inglaterra 0 x 2 Itália - ACERTEI O VENCEDOR
22h- Costa do Marfim 1 x 2 Japão - INVERTI DE NOVO!
Dia 15 (domingo)
13h- Suíça 1 x 1 Equador - SUIÇA GANHOU NOS ACRÉSCIMOS!
16h- França 2 x 0 Honduras - ACERTEI O VENCEDOR (E o Le Blog du Foot registrou)
19h- Argentina 2 x 0 Bósnia - ACERTEI O VENCEDOR
Dia 16 (segunda-feira)
13h- Alemanha 2 x 0 Portugal - ACERTEI O VENCEDOR
16h- Irã 1 x 0 Nigéria - DEU EMPATE...
19h- Gana 0 x 2 Estados Unidos - ACERTEI O VENCEDOR
Dia 17 (terça-feira)
13h- Bélgica 3 x 0 Argélia - ACERTEI O VENCEDOR
16h- BRASIL 1 x 1 México - ACERTEI O EMPATE!
19h- Rússia 2 x 2 Coréia do Sul - ACERTEI OUTRO EMPATE!!
Dia 18 (quarta-feira)
13h- Austrália 0 x 4 Holanda - ACERTEI O VENCEDOR
16h- Espanha 2 x 1 Chile - INVERTI!
18h- Camarões 0 x 1 Croácia - ACERTEI O VENCEDOR
Dia 19 (quinta-feira)
13h- Colômbia 2 x 2 Costa do Marfim - DEU COL...
16h- Uruguai 2 x 1 Inglaterra - BINNNGOOO!
19h- Japão 1 x 0 Grécia - EMPATE
Dia 20 (sexta-feira)
13h- Itália 2 x 0 Costa Rica - PUTA INVERTIDA!
16h- Suiça 0 x 0 França - DEU FRANÇA (Le Blog du Foot registrou)
19h- Honduras 0 x 1 Equador - ACERTEI O VENCEDOR II
Dia 21 (sábado)
13h- Argentina 3 x 0 Irã - ACERTEI O VENCEDOR
16h- Alemanha 2 x 1 Gana - EMPATE
19h- Nigéria 1 x 2 Bósnia - INVERTI...
Dia 22 (domingo)
13h- Bélgica 1 x 1 Rússia - DEU BÉLGICA NO FINZINHO!
16h- Coréia do Sul 2 x 0 Argélia - BAITA INVERTIDA ESSA...
19h- EUA 1 x 1 Portugal - ACERTEI O EMPATE!
Dia 23 (segunda-feira)
13h- Austrália 0 x 3 Espanha - CRAVEI!!
13h- Holanda 2 x 1 Chile - ACERTEI O VENCEDOR
17h- Camarões 1 x 3 BRASIL - ACERTEI O VENCEDOR E QUASE O PLACAR!
17h- Croácia 0 x 0 México - COLUNA 2
Dia 24 (terça-feira)
13h- Itália 0 x 1 Uruguai - EEEXATAMENTE!
13h- Costa Rica 0 x 4 Inglaterra - EMPATE
17h- Japão 2 x 3 Colômbia - ACERTEI O VENCEDOR
17h- Grécia 1 x 2 Costa do Marfim - XI, INVERTEU!
Dia 25 (quinta-feira)
13h - Nigéria 1 x 5 Argentina - ACERTEI O VENCEDOR
13h - Bósnia 1 x 1 Irã - DEU BÓSNIA
17h - Honduras 0 x 3 Suíça - BINGOOO!
17h - Equador 1 x 2 França - EMPATE (E o Le Blog du Foot, é claro, registrou)
Dia 26 (quinta-feira)
13h- Portugal 3 x 2 Gana - ACERTEI O VENCEDOR
13h- EUA 2 x 2 Alemanha - ALE
17h- Argélia 0 x 2 Rússia - EMPATE
17h- Coréia do Sul 1 x 3 Bélgica - ACERTEI O VENCEDOR

2ª FASE

Classificados pras Oitavas de Finais: Brasil x Espanha; Colômbia x Itália; Holanda x México; Uruguai x Japão; França x Bósnia; Alemanha x Rússia; Argentina x Suíça; Bélgica x EUA - ACERTEI 3 CONFRONTOS E 9 DOS 16 PAÍSES!

Classificados pras Quartas de Finais: Brasil x Itália; França x Alemanha; México x Uruguai; Argentina x EUA - ACERTEI 1 CONFRONTO E 4 DOS 8 PAÍSES

Classificados pras Semifinais: Brasil x Alemanha; Argentina x México - ACERTEI 1 CONFRONTO E 3 DOS 4 PAÍSES!!

Final e 3º lugar: Alemanha x Argentina; México x Brasil - ACERTEI SÓ A FINAL!!!

Pódio: Argentina, Alemanha, México e Brasil - ACERTEI A COLOCAÇÃO DA SELEÇÃO...


RESULTADOS


a) Campeão do "Bolão do Jovem ADS" \o/


b) Campeão do "Bolão dos Amigos de Ribeirão Preto" \o/ \o/


c) Bolões da firrrma da maninha: Campeão do departamento (10 participantes) e, escutem bem, 3º lugar ENTRE 70 CONCORRENTES \o/ \o/ \o/

Ah, como teve Copa! Venha logo, 2018!

6.6.14

#VaiterCopa

O Brasil não se preparou como deveria, não estamos empolgados como esperávamos, mas ela está aí, com todos os seus elementos típicos...


15.5.14

Por dentro da cafeicultura

Ano passado eu conheci uma fazenda de café, no sul de Minas Gerais, a trabalho. E agora acabo de visitar duas outras, uma no Cerrado Mineiro, outra no Sudoeste do Estado onde se produz mais e o melhor café do país.

Deveras aprazível, não?
São momentos bacanas pra mim por diversos motivos: saída da rotina (e da paulistanópole!), ar puro, aprendizado de uma cultura rica (o café tem muitas particularidades e curiosidades, coisas que o jornalista aqui curte) e aquela sensação gostosa de vida no interior, em um ritmo mais agradável e com um conteúdo mais saudável do que a cidade grande nos oferece.

Bão dimai!

29.4.14

Jornalista freelancer procura

Procuro por trabalhos home-office, para complementar a renda e fazer no meu tempo livre (fora do horário de trabalho, pois isso não significa que saí do emprego!).

A quem interessar, são basicamente esses:

- Revisão de textos (jornalísticos, publicitários, acadêmicos, literários, "internéticos", discursivos, etc);
- Edição de textos (melhoramentos, sugestões e mudanças na estrutura, em todas as modalidades acima);
- Formatação ABNT para textos acadêmicos;
- Traduções inglês/português, português/inglês, francês/português, espanhol/português;
- Criação e redação de frases, títulos e textos de diversos tamanhos e formatos;
- Elaboração de textos e projetos de diagramação (não a diagramação em si) para publicações impressas e digitais (informativos, boletins, revistas, blogs, sites, portais, etc);

OBS: Não crio nem desenvolvo trabalhos de conclusão de curso, como monografias, dissertações e teses.

Tenho desenvoltura para ler textos e conduzir roteiros em público, então também posso trabalhar em eventos como apresentador, mestre de cerimônias e celebrante, de acordo com o tipo de evento :)

Currículos disponíveis na Internet:

- Profissional
- Lattes (acadêmico)
- LinkedIn

Nem sempre os preços para os mesmos serviços serão iguais, pois vario conforme: prazo para entrega, disponibilidade e necessidade no momento, e grau de relacionamento com o cliente.

Contato por e-mail: brpessa@hotmail.com

Disponha ;)

24.4.14

Quem já perdeu um bichinho sabe

Nos bons tempos, se empanturrando quando cheirava e achava carne ou patê de carne na cabacinha
Ficou faltando o registro aqui da morte da Julinha, no comecinho desse mês. Muito doente, com vários problemas crescendo, nossa idosa cadelinha (mais de 17 anos) não melhorou após 48h de internação no Hospital Veterinário Sena Madureira. Postergar a internação de pouco adiantaria, pois provavelmente iria piorar dia após dia, e semanas depois não resistiria. Levá-la pra casa menos, porque só se alimentava com soro, involuntariamente, então ia acabar falecendo de fraqueza. Pedimos a eutanásia então.

Ano passado postei sobre a lufada de alegria que essa poodle preta trouxe à vida minha e de Arikinha. Foram cerca de 1 ano e 2 meses conosco, no apê, agora mais triste, quieto (e limpo, é fato). Arika a recebeu filhotinha, quando tinha 9 anos, mimou-a em SBC, onde Jully cresceu numa casa espaçosa, com ampla área externa em dois andares. Quando nos conhecemos, conheci a pretinha, em 2006. Até dormi na sala perto dela (da cachorra, não da namorada) algumas vezes. Mesmo só a visitando nos anos seguintes, sempre nutri muito carinho, pois adoro cães e Julinha era figura!

Foi minha primeira experiência de paternidade, porque eu tinha mais tempo com ela do que Ari, em casa, e aí naturalmente me acostumei a alimentá-la, limpar suas necessidades, descer para passear de vez em quando. No fim de 2013, levei-a para consulta veterinária, exames, retorno. Fui atrás dos remédios receitados, mais de uma vez. Bicho de estimação velho parece criança pequena, em termos de atenção e cuidados que requer. Porém não reclamo, foi muito bom tê-la! Claro que no apê e na vida atuais, sem ela temos um trabalho considerável a menos, uma rotina menos pesada (também porque devolvemos o peixinho Bob para a Dona Graça). Mas saudade não tem rotina, né?

Ei, vc sabe que sua sala nunca mais será a mesma sem mim, né? :P

17.4.14

Gabo morreu :(

Triste, embora não surpreendente o falecimento do escritor colombiano Gabriel García Márquez hoje. Aos 87 anos, estava bastante doente.

Me lembrei do post que fiz sobre Cem Anos de Solidão ano passado. Muito bom de se ler, assim como Crônica de uma Morte Anunciada.

É outro daqueles cujo legado dificilmente morrerá!

16.4.14

Aniversário do outro blog

Amanhã o Le Blog du Foot completa 5 anos de vida, e atividade ininterrupta. É mais novo do que este Nãotevejeito, que já soma mais do que 7 anos no ar. 

Mas lá a pegada é mais intensa, quase diária, toda semana praticamente, porque se propõe a acompanhar, informar e opinar sobre o futebol francês no que ele tem de melhor, e tem matéria-prima em pelo menos 50 das 52 semanas do ano.



Aqui eu venho de vez em quando, numa média de uma ou duas postagens por mês (ok, vou tentar mudar isso), porque é um espaço totalmente pessoal, sem compromissos externos, e não tem a mesma agilidade das redes sociais onde estou (Twitter e Facebook), também.

E como lá eu preciso tocar no meu tempo livre, quando dá tempo e tenho internet disponível (e ultimamente não tenho smartphone mais para recorrer), o desafio ainda é maior, considerando também o vínculo com um grande portal como o iG, como explicarei no post em referência ao aniversário que publicarei amanhã. Então tô bem feliz com essa marca!

12.3.14

Tentei o CLIPE, mas não rolou

Procurando cursos e outras atividades para aperfeiçoar os currículos (acadêmico e profissional) e a formação, viáveis no meu tempo livre, me inscrevi para tentar cursar a segunda edição do CLIPE - Curso Livre de Preparação do Escritor, oferecido gratuitamente pela Casa das Rosas, aquela da Av. Paulista, por meio do CAE - Centro de Apoio ao Escritor.

Os módulos são às quintas de noite e sábados de manhã, se não me engano de março a maio. Mas, como ano passado, a procura superou em muito o número de vagas disponíveis. Foram eu e mais 487 inscritos, para 30 vagas e 10 na lista de espera. Não deu :(

Ser escritor é uma possibilidade que alimento desde a infância. O ideal seria viver disso, mas se ao menos conseguisse conciliar essa atividade com um trabalho como fonte de renda "principal", já estaria satisfeito. Sinto que tenho muito gosto e alguma aptidão, porém escrever "com intenção literária" tem sido uma tarefa mais do que secundária ultimamente (a maioria dos meus textos ficaram entre meus 16 e 26 anos - em maio vou pra 32), então não desenvolvi nenhum projeto literário autoral, o que provavelmente pesou na seleção para o CLIPE deste ano.

De qualquer forma, vou tentar não desistir e, pra vc que compartilha do mesmo gosto e aptidão, #ficaadica!

31.1.14

Calor, História e feriados

E nós paulistanos de janeiro de 2014 entramos para a estatística Histórica da cidade por participarmos do janeiro mais quente da cidade desde que as medições começaram em 1943.

De fato a sensação térmica tem sido maior do que os termômetros registram, também porque tem chovido menos do que o que costuma acontecer nessa época em outros anos.

Quando o clima se torna vilão a esse ponto, não é frescura pensar na mudança de algumas atividades profissionais e rotinas em dias úteis, pois a produtividade que se perde com o cancelamento, por um lado, pouco representa diante da baixa produtividade do "ter que enfrentar e tentar fazer do mesmo jeito mesmo sabendo que não vai conseguir", produzindo menos, mal e porcamente (suado).

Na bela foto de SavianoMarcio, o Astro Rei sobre Sampa (Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1190327)


Não seria o caso de o governo adotar feriados em alguns desses dias pra lá de críticos? Considerando que perduram intactos vários feriados religiosos nesse país, laico desde 1890 (!!), e o brasileiro ignora essa incoerência porque não quer abrir mão das folgas prolongadas, poderíamos trocar Dia da Padroeira do Brasil, da Padroeira da Cidade, Paixão, Corpus Christi e até o Natal por possibilidades de decretação feriadística em dias sem condições de se trabalhar dignamente.

É a tese do jornalista Leonardo Sakamoto em seu blog, a qual endosso. Assim como calor e frio intensos me incomodam, também me irrita a imposição religiosa na vida pública e oficial do país, como no caso desses feriados cristãos, os símbolos que persistem em órgãos públicos, essas coisas que a maioria das pessoas deve achar normal e nunca parou para pensar e questionar...

28.1.14

Fotorrepórter - Arte no concreto

Que o grafite ganhe espaço na paisagem urbana, sobretudo a verticalizada! (Av. Roberto Marinho quase esquina com a Av. Luís Carlos Berrini)
**

Aproveitando a vibe jornalística, o blog passa a contar com notícias publicadas por assessorias de imprensa (os nossos releases "velhos de guerra", já que sou do ramo :P) que cadastram seus textos no DINO (Divulgador de Notícias) do Comunique-se, um dos principais distribuidores de conteúdo jornalístico do país. Elas aparecerão na barra da direita, na seção "Notícias". É uma forma de todos os lados (eu, quem publica o release e o Dino) ganharem em termos de visibilidade!

17.1.14

Por onde anda Stefhany, "a Absoluta"?

Em 2009, quando eu trabalhava no iG, acompanhei a chegada da cantora Stefhany, então com 17 anos, à mídia nacional, rompendo as fronteiras da região Nordeste, onde vinha bombando com seu forró de roupagem brega (leia o post de então aqui).

Porém, com o passar do tempo, não fomos mais ouvindo falar nela, pelo menos não com frequência (pesquisando aqui na net, achei clipes e participações esparsas em programas de TV, de auditório e entrevistas).

E eis que dias atrás me deparei com a notícia abaixo, no Portal O Dia.com, de Teresina, capital do Piauí:

**

Stefhany Absoluta lança carreira gospel

A absoluta desfez a dupla com a irmã Ari loba, e segue sozinha nos palcos. O primeiro projeto é um EP com músicas gospel para o público infantil que será lançado no próximo mês.


14/01/2014

Conhecida nacionalmente como Stefhany Absoluta, a cantora estourou na internet em 2009 com o Hit do “Cross Fox”, na época virou a maior sensação nas redes sociais sendo considerada a “rainha da internet” no Brasil. Pois um fenômeno tão representativo nunca havia acontecido por aqui, hoje ele soma mais de 100 milhões de acessos na web. A menina então com 16 anos, rodou o Brasil com Shows, fez participação em dezenas de programas de televisão, cantou com Preta Gil, e em 2012 fez uma participação na Novela “Cheias de Charme” da Rede Globo.  Seu último trabalho fixo na televisão foi o Quadro “Rola ou Enrola” com as Famosas, no programa Eliana, em 2013.

“Precisei de um tempo para me organizar, decidir o que queria para minha carreira, por isso, me afastei um pouco da mídia. Havia feito um contrato de um ano com a Ari Loba, queria apresentá-la para mídia, ela também vai lançar um trabalho solo agora”. Juntas, as irmãs gravaram o CD “Somos absolutas” no final de 2011.

Stefhany  explica que quer resgatar o público infantil “grande parte dos meus fãs são crianças, quando comecei também era muito nova, depois de um tempo quis mostrar meu lado absoluta, mulher, poderosa e sexy” referindo-se aos figurinos decotados e provocantes que usa em suas apresentações  de forró.

“Não vou deixar de ser a Stefhany absoluta nunca, desde criança fui criada na igreja evangélica, minha avó é cristã, minha mãe também, é onde me sinto completa e feliz”. Ela explica que o trabalho gospel é um projeto paralelo à sua carreira no forró. “Vou continuar causando na balada, adoro ser absoluta, tenho muitos fãs gays que adoram meu trabalho” Conclui a cantora.

Aos 22 anos a musa piauiense  já gravou mais de 60 clipes,  e ainda vai lançar uma nova produção com tema gospel. Seu último clipe postado no Youtube foi em Outubro do ano passado, e nem chegou a ser divulgado para imprensa.

**

9.1.14

Ano novo e indicação costumeira

Depois de passar as festas no sempre acolhedor interior paulista (conexão Bragança Paulista - Ribeirão Preto - Marília), o que rendeu uma boa desintoxicação paulistana, voltamos ao batente na capital que nos dá o trabalho.

Como tenho feito nos últimos anos, recomendo aos jornalistas, comunicadores, humanistas e demais graduandos motivados a mergulhar em histórias de vida e na arte de relatá-las a especialização em Jornalismo Literário da ABJL, agora promovida pela EPL, do mestre Edvaldo Pereira Lima.

Cursei a pós entre 2006 e 2007 e me fez muito bem, profissional e pessoalmente!

Para mais informações, consulte o link abaixo, do site de Edvaldo, ou nos pergunte:

http://edvaldopereiralima.com.br/index.php/jornalismo-literario/pos-graduacao/perguntas-e-respostas

19.12.13

A agrura do marmitêro paulistano

O paulistano que usa o transporte público sofre com os apertos da extrapolada densidade populacional nos vagões e ônibus.

O marmitêro paulistano sofre ainda mais, porque o maior dos seus problemas não é ser comprimido a cada nova estação ou parada.

É temer que a marmita vire dentro da mochila, vaze e danifique o que está por perto. Fora respingar na sua roupa. Fora respingar no ônibus, na rua, no longo e inacabável caminho até a geladeira da cozinha do trabalho.

Quando acontece, não há como negar a agrura que é.

"Pizza"no metrô. Ok, marmita virada não é o único perrengue da hiperlotação...



27.11.13

Perdi meu sogrão

A violência gratuita entre seres humanos faz vítimas a cada segundo nesse país (de merda), mas quando acontece na sua família o eco é outro. Aconteceu na minha dias atrás, culminando com a partida do meu sogro para outro plano no dia 16.
 
Compartilho da reflexão da amada esposa, publicada no Facebook e que reproduzo abaixo, porque vale ler, pensar, questionar, e aí guardar, para poder reler, repensar, rediscutir.
 
"O pai levou um tiro..." Eu costumo sempre me referir aos momentos felizes como "um dos dias mais felizes", graças a Deus já vivi muitos momentos felizes que não consigo elencar o mais feliz da minha vida. Mas infelizmente a partir do dia 05/11/13, consigo elegê-lo como o dia em que eu perdi completamente o chão, nunca o meu coração havia disparado tão rápido, nunca mudei de humor e chorei tão ráp...ido, nunca fiquei tão muda.. Amparada pelas colegas na faculdade, tudo o que vinha na minha cabeça era um misto de preocupação com a vida do homem que mais admiro no mundo e revolta com o pensamento:

"Quem foi o indivíduo que se sentiu no direito de atirar em meu pai?"

É incrível como tudo tem o seu sentido de acontecer no mundo espiritual. Meses atrás daquele dia, um amigo muito querido quase guru com quem gosto de discorrer sobre o mundo me disse: "Ari, está virando um caos, precisamos nos preparar para ver muitas pessoas que amamos sofrendo..".. Semanas atrás daquele dia, eu mesma havia sido vítima de um assalto e presenciado o ladrão com uma arma na cabeça de uma mulher apenas porque ela se recusou a dar-lhe a bolsa... Sim, o nosso mundo está violento, com ou sem razão..

A razão começa na origem de toda a organização dessa cidade, desse país.. No caráter das pessoas que os conduzem, na impunidade das pessoas que agem errado, na desigualdade social e financeira tão presente no nosso dia-a-dia.. Hoje eu sei quem é esse indivíduo que atirou no meu pai, ele pode ter muitos rostos cujos olhares cruzam os nossos todos os dias vítimas do mundo injusto em que vivemos.. Longe de defendê-lo, apenas entendo que ele tomou o partido do ódio, rancor e violência, foi isso que vi nos olhos do ladrão que me atacou, não, ele não estava drogado, apenas revoltado assim como aquele que atirou no meu pai, assim como vários que agem por aí atacando a vida de diversas famílias. Revolta essa que faz com que ele se renda ao ódio e esqueça de valores como amor, família, valor à vida, direito de ir e vir. É esse o nosso mundo, ainda que a polícia esteja de conluio com eles, não faça nada para prendê-los ou quando os prenda não leve a pena até o final, não é aqui que eles irão pagar pelo que fizeram e fazem.. Porque as leis divinas são as mais poderosas e certeiras que existem. Não desejo nada de mal, consigo perdoá-lo, apenas rezo para que eles consigam enxergar que não estão fazendo o bem e não conseguirão nada em troca desta forma, e tenho um fiozinho de esperança de que esse país seja algum dia melhor para que consiga minimizar e resolver todos os problemas existentes que geram atitudes impensadas como esta que tirou a vida do meu herói.
 
Nenhum desalmado vai nos tirar da memória imagens como essa (pelo menos dessa violência ainda escapamos)
 

5.11.13

Grip in Camelot

Do estúdio caseiro da Rádio Pessa saiu esta pérola do universo auditivo, para a série "como os brasileiros pedem músicas em inglês": CLIQUE AQUI para ouvir.

Amaury Jr curtiria!

18.10.13

Li e recomendo - Cem Anos de Solidão

Um dos principais filhos do escritor e jornalista colombiano Gabriel Garcia Marquez, Prêmio Nobel de Literatura em 1982 e atualmente com 86 anos. Há quem diga que é sua obra definitiva, que criou uma geração de leitores, que fundou o realismo mágico e que figuraria até entre as duas maiores obras da literatura hispânica, atrás apenas de Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes.

A viagem pela fantástica cidade de Macondo, destrinchando a saga da família Buendía em sua desgraça cômica, é recheada de episódios saborosos e descrições riquíssimas conduzidos pelo texto primoroso do autor.

O livro de Gabo da coleção Biblioteca Folha (a primeira edição foi publicada em 1967) já não me acompanha mais na mochila na volta do trabalho pra casa, e devo admitir, escrevendo dentro do busão, que a saudade do seu realismo mágico é grande - acho que em determinado momento da leitura diminuí seu ritmo para a narrativa não acabar tão cedo...

4.10.13

Vídeo: Mesa redonda "140 caracteres ou 410 páginas"

Muito interessante a discussão propiciada pelo debate a que podemos assistir na gravação abaixo, de pouco mais de 1h20. Em pauta, a literatura, as redes sociais e o futuro da leitura e da escrita (super me interesso!)

O encontro ocorreu durante o evento Social Media Week, que rolou semana passada em Sampa. Os debatedores foram :

José Luís Goldfarb, coordenador do Núcleo #REDEMIS do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), propositor da mesa;

Marcia Tiburi, professora de Filosofia da Universidade Mackenzie, que conheci no campus Higienópolis e a quem sigo no Twitter (tem lúcidas reflexões);

Clara Averbuck, blogueira da revista Carta Capital;

Mona Dorf, jornalista da Claque Editora.

Aproveite no player abaixo:



30.9.13

Blindagem que mina o jornalismo

Que os jogadores de futebol brasileiros raramente fogem do óbvio e do clichê nas entrevistas antes e depois das partidas já sabemos, até porque muitas das perguntas feitas a eles ficam naquele feijão com arroz que só serve para preencher uma lacuna nas transmissões mesmo.

Então, quando o jornalista tem a chance de entrevistar exclusivamente um jogador da elite nacional, com bagagem internacional no currículo, poderá enfim extrair informações e opiniões mais úteis, articuladas e que respondam ao que muitos de nós gostaríamos de saber sobre essa personalidade, correto?

Errado.

Vejam o trecho abaixo, de um release que recebi dias atrás, referente a uma entrevista de um atleta a uma publicação. Eliminei alguns nomes para preservar o anonimato das partes envolvidas:

A entrevista concedida ao jornalista XX, teve no mínimo um tom curioso, visto que antes mesmo de começar, a assessora do jogador advertiu o jornalista sobre as perguntas que ele não poderia fazer. Dinheiro não pode, insatisfação da torcida YY não pode, das ex ZZ e WW, não pode, às perguntas que sobraram, nem todas respondidas, foram teleguiadas por sua assessora que emitia sons mudos para “sim” e para “não”.

Você chamaria essa entrevista acima de jornalismo de verdade?

6.8.13

Celebrantes debutantes

Abençoar o casamento de entes mui queridos como padrinho já rende uma baita emoção. Some isso à responsabilidade privilegiada de conduzir a cerimônia, podendo imprimir sentimento ao discurso: uau!

foto by Laly Sturaro
Foi a especial experiência que Arika e eu tivemos semanas atrás, coministrando o casamento dos cunhados Letícia e David ao lado de Benoît et Anaïs, irmão e cunhada do noivo, respectivamente.

Superbe!

Minha amada falou melhor sobre o assunto, no Facebook. Quem se interessar, leia:

"Vocês querem ser os nossos celebrantes?"
Pensei tantos segundos antes de responder que eles até chegaram a achar que eu não queria. Senti foi muita honra de ter recebido aquele convite. Honra porque eu sabia o que aquele convite representava, dada a importância que tinha aquela cerimônia visto todo o carinho e cuidado tanto do Da quanto da Lê de escolher tudo a dedo. Ainda mais porque é uma lembrança eterna da benção da união do casal, sim, benção. Respeito a sua religião mas toda pessoa de bom e puro coração pode abençoar o que desejar. Dali em diante, começamos a esboçar o texto, alguns ajustes ali, outros aqui. Insights no meio da madrugada ligando o notebook debaixo da coberta pra não incomodar o sono do Bruno. Foco na elaboração do texto, de forma que ficasse emocionante, sério e não-didático como a Letícia havia pedido.

Difícil definir amor, família e amizade, você acaba encontrando os clichês até perceber que fica fácil escrever quando se vive intensamente todos esses setores, ainda mais quando é sobre um casal que você conhece tão de perto, uma escrita exclusiva. Dias antes do casamento, veio um nervosismo imenso, ansiedade e medo de chegar na hora "H" e não conseguir expressar nada daquilo que eu vinha escrevendo há meses, justamente por não ter experiência alguma com discursos. Sensação que não passou até o momento de enviar os textos para a gráfica.

Naquela manhã fatídica, a ficha caiu. Depois de meses pensando em preparar o texto, traduzir, ensaiar, combinar detalhes.... ERA A MINHA IRMÃ que ia casar dali a algumas horas com o melhor príncipe que poderia aparecer para ela. Como num filme, um flash com todos os momentos que havíamos passado juntas e conversado sobre aquela data mesmo sem saber se ela um dia aconteceria, vieram à minha mente. Ela é tão importante pra mim que eu morria de medo de ela se casar com um homem que fosse tirar de mim a minha melhor amiga (rs). Mas o David Chevrier é um irmão que eu ganhei, lindo, gentil, humilde, amigo! Foi muita emoção e lágrimas de felicidade nesse momento de concentração para a noite especial.

Meu nervosismo até contagiou o zíper do meu vestido que resolveu quebrar na data marcada. E em meio ao desespero apareceram muitos anjos para me ajudar, como num conto de fadas! Muito obrigada Geisa Moraes, Ramon Brandt, Lilian Ravanelli Pessa, Marjorie Azevedo Amaral Amaral, Márcia Vargas Soares, Márcia Padua!!

Fato é que deu tudo certo, mesmo com o nervosismo, mesmo sem o vestido inicial e o melhor é que vocês gostaram de tudo com o que pudemos contribuir! Espero que tenham conseguido sentir pelo menos um pouco de tudo o que eu pretendi transmitir.

Foi inesquecível, um dos melhores dias da minha vida para abençoar o primeiro dia da vida de vocês como um casal, marido e esposa. Sempre estarei por perto para celebrar cada momento e amparar quando necessário!
Muito obrigada pela oportunidade e confiança!

E muito obrigada Bruno Pessa, meu lindo amor, pela parceria de sempre!

AMO MUITO VOCÊS!!!

26.7.13

Uma vez escrevi... sobre o Dia do Escritor

Ilustres, de vez em quando resgatarei textos produzidos há alguns anos (ou muitos... #ficandovelho), que ainda não publiquei (ou não me lembro, ou não tenho mais acesso), pois se conectam com assuntos que voltam a me ocorrer na cachola e também para arquivá-los com mais agilidade e segurança (tenho um arquivo de Word recheado de escritos, mas pen-drives, CDs e computadores estão mais suscetíveis a problemas que possam me levar a perder esses dados do que a imensa biblioteca da Web da qual este modesto bológue faz parte).

O primeiro dessa série "Uma vez escrevi" completou 10 anos ontem, no Dia do Escritor, e não apenas pela efeméride consagrada do número redondo, mas pela manutenção do meu pensamento sobre a questão, achei válido praticar a emersão abaixo. Vejam o que o então estudante de Jornalismo escreveu em uma mensagem de e-mail (a não lembro quem...) na época:

Por que parar na leitura? (2003)

            25 de julho, dia do escritor. Logo cedo, alguém na TV cita a data e aconselha milhões de  brasileiros insistentemente: "leiam, não percam esse gosto e esse costume, não deixem os livros encostados na estante!". Ótimo, a leitura é o nosso pão da vida e criar bibliotecas em casa somente para a visita da poeira não tem muita utilidade mesmo. 

Muito propício o incentivo à leitura voltado ao reconhecimento do escritor. Ampliando o raciocínio, porém, pintou um cutucão: todos nós devemos ler assiduamente, pois temos grandes nomes cujas obras se constituem em legados riquíssimos a nossa formação, correto? Então, essa classe dotada de um privilégio intelectual restrito a poucos merece mais respeito: são Escritores, melhor dizendo. Nada contra, já que  devemos muito a eles. A pergunta está do lado de cá. A nós, meros mortais, caberia apenas consumir o legado que vem "de cima"?  O que fazer com o legado diário que acumulamos em preciosos minutos de leitura? Se há "Escritores", assim tratados por viverem das palavras, não podem existir "escritores", pessoas comuns colhendo os frutos de sua condição de leitores?

            A transposição do ler ao escrever, penso, está mais para o atravessar uma rua de mão única do que o ir de Santos a Guarujá numa manhã de fim de semana de verão. Depende mais de quem empunha uma caneta ou se debruça num teclado; os conhecimentos são mais básicos do que muito se pensa. Lamento que se ache que é preciso diploma superior ou se considere atividade exclusiva às ciências humanas e aos comunicadores. Muitos dos "Escritores" nem ensino médio tiveram. Alguém pode pensar: ah, mas eles são (ou foram) "Eles", né... Superando mais um exemplo dessa teimosia nacional que é a auto-subjugação, veremos que a simples alfabetização, tão em voga no país que cada vez mais leva crianças às escolas, pode ser nosso ponto de partida. A partir do cotidiano, podemos ir além do que habitualmente se faz na escola e compõe o contato interpessoal via correio ou internet, por exemplo. Resta agora descobrirmos o que ganhamos com isso.

Vamos dar uma chegadinha até a Europa da Idade Média pré-capitalista, que já via projetos de cidades em muitas feiras livres. Se você planta apenas verduras, como obtém grãos, cereais e outros alimentos? Vai à feira e troca seu excedente pelo do vizinho que planta aquilo de que você precisa; assim ocorreu até que  alguém tivesse a idéia (não tão feliz, creio) de estabelecer um valor de troca para as coisas, que aí se desvinculou do valor de uso, e hoje vivemos com o dinheiro e o capitalismo, mas meu ponto central ficou lá trás. Voltemos ao tema tentando visualizar os benefícios da troca para os nela envolvidos: percebemos que todos ganham ao produzir algo que vai ser aproveitado pelos demais graças à existência da troca em si.

O ato de escrever - com letra minúscula (porque me refiro a nós), além de nos propiciar um conhecimento partilhado sem que tenhamos de comprar livros, não se restringe ao "toma lá = dá cá", nem pára na bondade cristã de contribuir de alguma forma com o enriquecimento do próximo. Quando escrevemos, aperfeiçoamos nossas reflexões de tal modo que nos conhecemos melhor, aprendendo algo novo a cada busca de palavras na seqüência do texto. O prazer e as descobertas se assemelham ao que a leitura proporciona, afinal a escrita assenta-se sobre a materialização de várias coisas que você já leu algum dia, se entendermos tudo que vivenciamos como componentes de nossa leitura do mundo.

O maior estímulo está dado: começar a escrever espontaneamente tende a se converter numa viagem tão saborosa quanto embarcar no universo da leitura. Atualmente, é muito fácil dar asas à escrita: esse e-mail já mostra um pouco do que a internet pode nos proporcionar. Entretanto, somente a disposição de cada um pode fazer nossa cultura avançar nesse âmbito. É batido afirmar novamente que temos de ter a iniciativa, mas, se servir de constatação, um estudante de jornalismo pode vos assegurar: raramente ele ouviu de alguém desde o ginásio até a faculdade que, não bastando a leitura, precisava escrever. Hoje, não se arrepende por ter ido além.

28.6.13

FUI PRA RUA!!

A onda de manifestações me arrastou na terça-feira da semana passada, dia 18. Aproveitei um compromisso de trabalho entre a República e o Anhangabaú, que acabou no fim da tarde, para me juntar aos milhares que se concentraram diante da Prefeitura paulistana.


Não deu pra ficar muito ali porque infelizmente houve ignorância de alguns tentando invadir o prédio, ou depredá-lo, ou agredir os vigias locais, e aí todos nós da galera "mais sussa" ouvimos disparos de bomba e nos afastamos rumo ao Theatro Municipal.







Inclusive depois vim a saber, durante a própria manifestação que acompanhei até a avenida Paulista, que o furgão branco da Record (foto acima) estacionado diante da Prefeitura acabou sendo incendiado, uma lástima! Eu, como jornalista de formação, poderia estar do lado do carro, trabalhando, se estivesse em outro emprego hoje....

Mas vamos em frente com a multidão pacífica que sabe se manifestar civilizadamente.


Diante do belo prédio do teatro, o pessoal parou a caminhada para se aglomerar, exibir cartazes, fotografar e ser fotografado, embalar palavras, gritos e bordões, e depois seguimos para a Praça da República, que contornamos pela Av. Ipiranga, rumo à Rua da Consolação. Lá, fomos até a Praça Roosevelt e paramos novamente, defronte ao Elevado Costa e Silva/Minhocão.


A massa parecia aumentar cada vez mais, mesmo sendo apenas um dos três grandes grupos que partiu da Praça da Sé, onde a concentração foi agendada para 17h. Do ponto central da cidade, um grupo seguiu para a Prefeitura, outro pegou a direção da Av. Brigadeiro Luís Antônio e um terceiro rumou para o Terminal Parque D. Pedro. O da Brigadeiro, onde estava minha amada esposa, também seguia para a Paulista, que dentro de minutos veria um povo ainda maior tomando conta de ruas, calçadas e canteiros!


A subida para a Paulista, do meu grupo, não foi um Movimento Uniforme (nem Uniformemente Acelerado - pausa para os #colegialfeelings); inclusive um grupelho chegou a gritar para a galera voltar rumo à Prefeitura, então muita gente hesitou por instantes.


Prevaleceu felizmente o bom senso, e tomamos a Paulista, que lindo mar comprido de gente! Passei algum stress quando o pessoal começou a dispersar, depois das 22h, e não encontrava a Arianne. Mas o sentimento de união por uma luta coletiva foi deveras recompensador, assim como o de exercer a Cidadania e moldar a História do país. Ainda mais ao sabermos que, no dia seguinte, o aumento das tarifas de ônibus e trens fora revogado! Vencemos essa!!


13.6.13

Julinha!


Julinha super peludinha com Ari, pré-tosa


Julinha super peladinha me seguindo, pós-tosa

Tava devendo aqui o registro da filha que adotei este ano, em janeiro. Na verdade, ganhei da esposa, a dona original que há acolheu, pela primeira vez, há 16 anos!

Embora essa idade seja praticamente a metade dos meus 31 recém-completos, se consideramos que a contagem etária dos cães requer a multiplicação dos anos vividos pelos humanos temos uma pretinha bem mais idosa do que o branquelo aqui.

Jully (ou Julie, ou, como acabei adotando, Julinha) foi uma das grandes novidades deste 2013 na nossa vida, em nova residência também!

Companheira serena, muito raramente late - mesmo quando passa dias sozinha! Só lhe causam alvoroço as necessidades básicas de comer e passear, quando esperadas e não atendidas logo. Adora ir pra cozinha, cheira o que acha pela frente, e se tem odor de carne por perto, fica na fissura...

Já não escuta nem enxerga de longe, ou com a acuidade de um cachorro jovem, então pouco liga para o que se passa a uma certa distância, inclusive se outro cão se aproxima, se um humano a elogia, essas interações. Gosta da liberdade, de ficar zanzando insanamente lá e cá, repetindo o itinerário dezenas de vezes até dar na telha de comer, beber água ou dormir. Curte brincar de tentar morder, de receber um xameguinho, e se vier acompanhado de um bifinho, melhor ainda!

29.4.13

Imagem não é tudo



Outro dia, no busão, sentou-se do meu lado uma moça com uma bíblia de capa mais colorida e textual do que as convencionais, o que me chamou a atenção (palavras à vista sempre me atraem).

Minha espiada identificou poucas informações, mas entre elas estava o nome Silas Malafaia, dado que me fez alterar a impressão inicial sobre a garota. De uma certa admiração pela nobreza do livro portado, senti um quê de repulsa pela associação que realizei do pastor com expressões lastimáveis, como preconceito e intolerância com determinados grupos sociais.

Aí depois refleti e me fiz duas perguntas: alguém que abre uma bíblia necessariamente é digno de admiração só por isso? Todos os leitores de qualquer texto de Silas Malafaia merecem o mesmo tipo de consideração que nutro pelo líder religioso?

Resposta fácil e comum aos dois casos: não. O texto bíblico é carregado de simbolismos, metáforas, colocações que permitem mais de uma interpretação. Ensina o caminho do amor, mas se absorvido literal ou tortamente por um fruidor intolerante pode transformar o bom em mau semeador.

De mesma forma, suponho que um pastor de prestígio, ao se colocar como multiplicador dos ensinamentos divinos, deve ter, entre as dezenas de discursos direcionados ao pastorado, aqueles que estimulem suas ovelhas a praticar o bem e fazer a diferença positivamente entre os seus e na sociedade (sejam a maioria ou a minoria deles).

A primeira impressão e a imagem mais recorrente nem sempre dão conta do que a pessoa é, não é?

7.4.13

Dia do Jornalista (se é Feliz, já não dá pra garantir...)

Hoje se comemora o Dia do Jornalista, mas minha profissão não tem tido muito o que comemorar. Que se rala muito pra pouca valorização em troca não é novidade, o maior problema tem sido as crises financeiras enfrentadas por vários veículos de comunicação (sobretudo jornais impressos), provocando os temíveis passaralhos, que é como chamamos as demissões coletivas na imprensa.

E assim cada vez mais os jornalistas buscam as assessorias de imprensa, as comunicações corporativas, a produção de conteúdo customizado, todas essas formas de se praticar um jornalismo parcial, porque parece que o integral que renda o que precisamos para sobreviver está cada vez mais raro...

Mesmo não fazendo jornalismo integral já por algum tempo, nunca deixei de ser jornalista, faz parte da personalidade. A antena ligada e o interesse por consumir notícias não mudam nem diminuem, esteja eu trabalhando em redação ou longe dela.

Enquanto 90% dos fones de ouvido dos paulistanos em locais públicos devem ouvir música, via rádio ou arquivos de áudio, os meus estão quase sempre nos programas de notícias ou comentários. De manhã em uma emissora, na hora do almoço em outra, ao voltar do trabalho para casa numa terceira. Até a cabeça cansar de tanta informação. Aí faço pausa pro descanso e, ao despertar no dia seguinte, já é hora de ligar a antena...

21.3.13

Li e recomendo - Canções para ninar adultos

Fui ao lançamento deste, ano passado! E não somente pelo exemplar autografado, mas principalmente pela leitura de cabo a rabo, fiquei muito feliz com o talento literário do meu bixo de Unesp-Bauru, Fred di Giácomo!

Se quiser ver outras notícias e referências sobre o livro, compiladas pelo autor, acesse o blog da obra.

Se quiser saber mais sobre autor, obra e como adquiri-la, acesse o site da Editora Patuá.



10.3.13

Cobertura midiática policial distorce interesse público

O que as ocorrências policiais envolvendo Gil Rugai, o goleiro Bruno e Mizael Bispo têm a ver conosco? Se não somos parentes, vizinhos ou testemunhas dos eventos que se sucedem em cada caso, NADA!

Então porque os casos ganham manchetes, flashes de impacto e repórteres tarimbados deslocados pro acompanhamento in loco, gozando de status privilegiado no agenda-setting nacional?

Porque a nossa mídia sensacionalista se deixa seduzir pelo apelo à comoção das pessoas, sensibilizadas quando alguém é (brutalmente) assassinado, por exemplo. Um fato de interesse público zero, a princípio (por envolver entes particulares somente) é tão explorado e martelado por ela que a distorção nem se percebe: é crime, virou notícia; quanto mais bárbaro, mais "showrnalismo", parafraseando a clássica obra de José Arbex Jr.

Por que não concentrar atenção e esforços jornalísticos em crimes que lesem a sociedade, irregularidades que pesam no bolso de milhões de contribuintes, pautas que interfiram de alguma forma nas nossas vidas? Por que dá mais trabalho do que escancarar os dramas privados que viram B.O.s, dos quais parece que essa nossa imprensa não está disposta a prescindir porque índices de audiência valem mais do que audiências criticamente conscientizadas.

Imagem acima mostra manifestantes pedindo punição aos assassinos da menina Isabella Nardoni. Pessoas largaram suas vidas para se aglomerar em torno dos momentos decisivos, atraindo os olhos da mídia que acompanhava o caso e engrossando o "circo". Desprendimento solidário? Ou uma forma de alienação, de quem se deixa levar pela onda indignatória alimentada pelo sensacionalismo? Essas pessoas largariam suas vidas para protestar contra assassinos do patrimônio público, que não matam com crueldade e enterram com impacto midiático?

25.2.13

Como vai? >>> Tudo bem?

Não gosto de desperdício, e não só de comida. De palavras ditas também.

Implico com o que falamos e não faz sentido, mesmo cientes disso. Ou com o que não precisamos falar mas acaba saindo por convenções desnecessárias.

O "tudo bem?" é o melhor exemplo. Quantas vezes vc já o usou automaticamente, logo depois de um "oi/olá', na expectativa do interlocutor responder "tudo" mesmo que seja mentira, pq na realidade vc não quer saber como vão todos os aspectos da vida do destinatário/ouvinte, mas receia parecer mal educado se não perguntar?

Ora, se a pessoa não te é intima o suficiente pra abordar sua vida pessoal e naquele momento vc não deseja ou tem tempo pra entrar nesse tema, não pergunte! Não é falta de educação. Se acha rude partir da saudação inicial direto pro assunto que deseja tratar, seja educado no decorrer da mensagem, explique-a, apresente-se, diga "por favor", "obrigado" e tudo o mais que faz sentido nessas situações.

Ou se até tem alguma proximidade e interesse na situação do interlocutor, seja mais preciso e específico sobre o que quer saber (e ouvir). Diga, por exemplo: "Como vai?", "Quais as novas por aí?", "A filhinha vai bem?", "Sua mãe operou?", "E o Corinthians, hein?", etc...

Raciocinemos: pensando por alguns segundos sobre os principais aspectos da tua existência no momento, vc poderia assegurar de fato que está TUDO bem mesmo, quando inquirido(a) e automaticamente responde: "TUDO"?

Sei que to sendo chato sim, mas tem diferença sim e reitero: hipocrisia na comunicação interpessoal não!

19.2.13

Li e recomendo - "Filho especial, mãe excepcional"

Esta obra chegou a mim por mamãe, prima de uma das autoras, a mãe que se viu diante de uma missão duríssima mas não esmoreceu, amparada pelo amor materno, capaz de realizações difíceis de supor e dimensionar.

História real que se torna lição de vida, disponível por encomenda em algumas livrarias, como a Saraiva.

7.2.13

Utopia proletária



Tô feliz com a minha, mas queria uma vida assim:

Vários dias nublados, frio ventando, chuva chata. Aí numa manhã o céu aparece limpo, sol reinando, quente (neste verão em SP isso não é anormal). É dia útil mas vc pensa:

"Hoje tá bom pra pegar praia, que saudade do mar!"

Então vc não faz o que teria de fazer naquele dia e vai pra praia.

Fim!

Vai me dizer que vc não queria??

29.1.13

Sobre os Guarani Kaiowa

Recentemente, descobrimos pela internet a situação difícil dos índios da etnia Guarani Kaiowa, ameçados de despejo por ordem judicial no Mato Grosso do Sul.

Digo pela internet pois foram sites, blogs e sobretudo redes sociais os canais que propagaram um drama que virou causa para muita gente, a ponto de modificar seus nomes de usuários nas redes para "Fulano de Tal Guarani Kaiowa".

Será que era pra tudo isso, perguntei-me? Fui atrás de algumas referências e concluí que sim, a iniciativa se justificava. Ei-las:

> Da jornalista Eliane Brum, sobre o significado de incorporar o nome da etnia ao sobrenome, ouvindo alguns personagens, AQUI;

> Do jornalista Bob Fernandes, entrevista com o antrópologo Spensy Pimentel, que traz bastidores e atores relacionados ao tema, AQUI;

> Do professor Renzo Taddei, sobre ser índio, não-índio e "servir à sociedade", AQUI.


Observações e opiniões nos comentários são muito bem-vindas :)

23.1.13

ORIGEM DAS COISAS - A palavra "favela"

Excerto extraído de reportagem do site ControVérsia* sobre o Morro da Providência, no Rio de Janeiro, literalmente marcado pela aproximação da Copa e da Olimpíada na cidade:

"...O Morro da Providência, cujos primeiros barracos começaram a ser erguidos no final do século 19, é a primeira favela do Brasil. Localizada entre a Central do Brasil e a zona portuária, sua origem remete a uma das injustiças habitacionais da história da antiga capital do Brasil.

O governo federal não cumpriu sua promessa de dar moradia aos soldados que voltavam da Guerra de Canudos (1896-1897). A palavra favela, que agora se estende a todos os bairros pobres e superlotados do Brasil, teria surgido ali com os soldados que a identificavam com o nome de um morro onde ocorreram batalhas no interior do Estado da Bahia, que levava o nome de uma planta do lugar..."

 
 
 
*de autoria de Fabiana Frayssinet (Envolverde/IPS), originalmente publicada pela Revista Samuel.

15.1.13

Lixo de (So) Ci (e) dade

Difícil ver cena mais desumana do que um ser humano catando restos no lixo para levá-los a boca instantes depois (não me refiro a quem revira o lixo atrás de metais e papelões para vender, é diferente).

Lixo faz mal à saúde, inda mais de quem mal a tem, lixo nos enoja. SP quase todo dia me enoja exibindo desumanidade, sendo um lixo de cidade.

Partilho da trágica constatação de Manuel Bandeira no poema "O bicho", publicado em 1948 (!):

“Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem”.

11.12.12

Moleque fora de série

Não tô inventando que Neymar é diferenciado. Uma revista futebolística de respeito (Placar) instituiu essa classificação dias atrás, concedendo o prêmio de hors concours (do francês, "fora de concurso") ao atacante dentro da sua tradicional premiação anual para os melhores do Campeonato Brasileiro, o troféu Bola de Prata. Mesmo que não o tivesse feito, o espectador minimamente atento ao futebol brasileiro nos últimos anos discordaria?

Como admirador da modalidade, e santista desde os idos das vacas magérrimas dos anos 1990, me permita a babação deste post, trazendo três dos mais impressionantes gols do moleque, todos na Vila "mais famosa do mundo" Belmiro.

> 2011, contra o Flamengo, prêmio Puskas (Fifa) de mais bonito do ano. Alguém já havia visto um drible como esse no Ronaldo Angelim (4)??


> 2012, contra o Internacional, candidato ao mesmo prêmio Puskas. Uma arrancada com a bola presa aos pés à la Lionel Messi.


> 2012, contra o Atlético-MG. Tem drible mais desconcertante do que fazer os adversários trombarem??



O que dizer destas pinturas, hã?

15.10.12

Li e recomendo - Biografias empresariais

Meses atrás li duas histórias jornalísticas de empreendedores interioranos.

Do especialista em Jornalismo Literário Sergio Vilas Boas, o perfil de Luiz Alberto Garcia, que herdou o Grupo Algar e construiu uma trajetória de sucesso no Brasil Central (comprei no dia da noite de autógrafos do meu professor de curso na Academia Brasileira de Jornalismo Literário):



Do jornalista, santista e flamenguista Arnon Gomes, a biografia de Genilson Senche, que fez o jornal Folha da Região se desenvolver como o principal de Araçatuba e região (ganhei do amigo de infância, hoje editor de Política da Folha):

16.9.12

ABRE ASPAS - Jean-Paul Sartre

"O mais importante não é aquilo que fazem com você, mas o que você faz daquilo que fazem com você"

(encontrei essa citação do filósofo existencialista francês na introdução do livro "Para entender - A violência no futebol", de Mauricio Murad, editora Benvirá. Na última Bienal do Livro de SP peguei um caderninho com a introdução da obra, que ainda não tive chance de ler mas espero que consiga em breve!)

5.8.12

Fotos: Playground nas alturas

Um olhar da janela do apê.

SP é enorme, tem muita gente, mas as opções pra se brincar ao ar livre não acompanham essa proporção. Então, o que para muitos pode parecer improvável, para outros é natural...




3.6.12

30 e contando!

Não teve jeito, 30 anos. Mas não tem desânimo pra quem tem saúde e é amado, pois com essas bênçãos o futuro é pra lá de animador com as possibilidades que se apresentam, e cada ano passa numa boa, sem neuras e sentimentos depressivos...

Em vez de contarmos o que já passou e não volta mais, nos animemos com o que pode ter de positivo no passar dos anos: estou cada vez mais perto de andar de ônibus de graça, ter preferência em filas de atendimentos, vagas reservadas em estacionamentos, ganhar netinhos pra curtir, etc etc...

Bruno Pessa agradece a todos os parabéns recebidos, nos mais variados canais, e especialmente pelo presente que Arianne Pessa representa na sua vida!

19.4.12

Li e recomendo - Os sonhos não envelhecem

 

Saborosas histórias de uma rica época, formada por gente de inteligência, sensibilidade e desprendimento raros no meio cultural de hoje. O nascimento de uma geração musical de talento apurados, capitaneada por Milton Nascimento e apelidada de "Clube da Esquina".
Encanta porque apenas percorre Nascimento para se aprofundar em Bituca, o homem por trás da imagem que a mídia exibe. Vale dimai da conta, como se diz no interior de Minas Gerais, viajar nesse testemunho de Márcio Borges e curtir seus preciosos momentos. (mais sobre o livro)

10.3.12

MÚSICA: Renova-me, versão Mahikari, por Bruno Pessa

Renova-me, Senhor Deus Su
Tira o que me faz mal

Renova-me, transmita a Luz
Pela mão do meu irmão

Porque muito que há
Dentro de mim
Deve ser eliminado, Senhor

Me ensina e conduz
Rumo à elevação
Quero ser yokoshi

6.3.12

PARA GUARDAR!

A repórter Eliane Brum no Provocações, de Antonio Abujamra, que a TV Cultura exibiu em 7 de fevereiro último. Sensibilidade jornalística na veia, que se materializa no mais saboroso JL:


26.1.12

PARABÉNS, SÃO PAULO...



Enquanto a gente vir esse tipo de paisagem (foto de Tuca Vieira, em Paraisópolis), não tem muito o que comemorar não...

Bruno Pessa é paulistano por (falta de??) opção, tem gratidão pela cidade que o abriga e emprega, mas nem por isso se sente impedido de apontar suas feridas

19.1.12

I DID IT MY WAY!

Assessor de imprensa da área de educação que ao sair caminhando da universidade caminha 40 minutos na volta pra casa, comendo frutas no caminho, rindo sozinho do programa descontraído de futebol no rádio do celular, no caminho, desviando das poças, obstáculos e esparramados que aparecem no caminho... Como eu caminho!

19.12.11


BARCELONA 4, SANTOS 0, FUTEBOL 10

Como santista, eu podia querer distância dos meios de comunicação um dia depois do "massacre de Yokohama". Mas fiquei atrás de cada manchete, cada chamada, cada comentário, cada análise.

Porque não foi um banho de água fria qualquer que acontece de vez em quando no futebol. Foi emblemático, visível até pra quem pouco acompanha o esporte, gritando que há um jeito diferente e especial de vencer dando espetáculo.

Extrapolam lições, aprendizados, conclusões ou mesmo teses. E como antes de ser santista eu sou admirador de futebol, não quero ignorar o que se tem falado do Barça, de como jogar tal qual o Barça, dos adversários do Barça, de como tentar parar o Barça...

Quem gosta mesmo desse esporte apaixonante acaba como eu, seduzido por uma equipe (e-qui-pe) que vence colocando o talento a serviço do jogo coletivo, afinal se trata justamente de uma modalidade coletiva na qual ninguém ganha ou perde sozinho.

Viva o Barcelona mas, principalmente e felizmente pra nós aficcionados, viva o futebol!

(PS: Quando o Santos de 2010 também ganhou encantando a quem o via jogar, postei a respeito na mesma linha de que o maior beneficiado era o futebol, graças a Deus)

7.12.11

FACEBOOK + TWITTER >> BLOG

É, as novas redes sociais são mais ágeis, diversificadas e convidativas para publicar e comentar do que os (jurássicos?) blogs.

Então pra ver, acompanhar, comentar e/ou cornetar o que escrevo, indico mais meu twitter (obrunopessa) e meu facebook (Bruno Pessa) do que este espaço, dedicado a postagens mais específicas e atualizações menos periódicas.

Lembrando que pra ser amigo no face vc tem que ser meu conhecido, nem que seja de algum espaço do território virtual. Então se for me adicionar, se apresente!

12.10.11

DESVENDADO NO BALCÃO


Ainda revelo fotos. Não na mesma quantidade que as câmeras digitais me fornecem, mas não abro mão de ter em papel as mais significativas. Significa sim, pra mim, não ter que apertar botões e clicar em telas para apreciar os grandes momentos da vida.


Por ter comprado uma câmera recentemente, a loja me presenteou com 120 fotografias a serem reveladas gratuitamente, necessariamente em 6 pacotes mensais com 20 cada um. Ótimo, economizo um gasto que teria mesmo, porque geralmente espero o ano acabar, seleciono as principais do período e revelo.
Cheguei à loja com as primeiras 20 fotos separadas, a fim de começar a gozar meu bônus. A atendente pegou o pen-drive e o acoplou num computador no balcão, entre ela e eu. Arquivos PESSOAIS são coisas que você prefere que pessoas estranhas não vejam (dizem respeito apenas à sua PESSOA), então nessas ocasiões eu torço pra(o) atendente fazer o serviço logo e me devolver o pen. Sendo fotos, o desejo de privacidade é ainda maior por motivos lógicos, independentemente dos micos passíveis de descobrimento em parte delas.


Falei pra moça qual era a pasta, ela abriu as imagens, tudo funcionou, legal. Até ela dizer que ia editar tamanho e resolução de cada uma das 20 fotos. Então tá... Por mais que eu me sentisse demasiadamente invadido em minha privacidade visual, fazia todo sentido que a atendente fizesse o serviço correto pra que eu tivesse um produto final de qualidade. Óbvio. Mas o incômodo tomou conta de mim mesmo assim, porque nem os mais próximos tinham visto todos os principais flashes da minha vida em 2010, e agora a fulana de tal da loja de fotografia analisava cada uma delas com lentes acuradas!


Aquela foto com os chefes que meus pais não conhecem, a atendente viu. Aquela viagem com a esposa, em paisagens que não mostramos a ninguém, ela conheceu. A reunião entre amigos, a torcida no futebol e outros momentos com os mais chegados, a fulana sabe. O parabéns com a família, a praia com a família, fim de ano com a família, esses eventos só pra família, sabe? Ela também.


Vida revelada que segue, até o próximo cliente ocupar a memória da atendente com seus flashes, devolvendo à minha privacidade os meus...

8.9.11

MEU NOVO CLUBE


Aprazíveis, é com glória que informo a publicação de meu primeiro livro individual. Não por uma editora tradicional (ainda), mas pelo Clube de Autores, que permite a qualquer escriba anônimo sentir o gostinho de virar autor de livro impresso, pois funciona sob demanda (só se imprime o que se compra).


Meu primeiro filho desta linhagem, "Jornalismo literário a serviço da imprensa alternativa", está neste link (sinopse, como adquirir e outras informações), e a capa está abaixo. Para os sagazes, digo que sim, é uma adaptação da dissertação que me tornou mestre em Comunicação Social meses atrás, como já postado neste peculiar espaço.


Peço-vos que divulguem o link por aí afora, e indico aos debutantes na escrita que participem também publicando vossas produções de quaisquer estirpes! Aliás, já tô com ideia e rascunho de um livro que, se após oferecimento às editoras permanecer órfão, deve ser abrigado pelo maternal Clube...


8.8.11

REABASTECIMENTO ESPIRITUAL

Ontem fui com a esposa novamente à Mahikari para nosso "reabastecimento espiritual". Gostaríamos de frequentar mais e participar de mais atividades, mas pelo menos não estamos afastados, conseguindo voltar de tempos em tempos.

Gostaríamos também que mais pessoas pudessem conhecer essa arte baseada na transmissão da luz divina, por meio da imposição da mão, que nos purifica e eleva espiritualmente. Parece, mas não é uma religião, nem te impede de seguir e frequentar outras formas de fé se tu quiseres.




Quem se interessar, me peça uma revista mensal ou os endereços das sedes espalhadas pelo mundo afora pra fazer uma visita. Se estiver perto, pode me pedir para receber a luz pela imposição da mão, algo que posso fazer por ter me preparado para tal. Será um grande prazer!


Bruno Pessa é kamikumite desde julho de 2009