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16.1.15

Prana Prana, um belo refúgio

Se queres fugir de agitação e farra, e realimentar a mente e o espírito com práticas serenas e saudáveis neste Carnaval, ou outro feriadão, recomendo o programa que fiz com a esposa no último Carnaval: o retiro do Prana Prana Ashram e Clínica Holística, em Mairiporã, pertinho de S. Paulo.

Kundalini yoga, música, dança, desenho, luta (sem brigar), cinema, caminhada, massagem, alimentação vegetariana, interação com a natureza, clima familiar... O cardápio foi vasto, e a atmosfera muito agradável.

Ari e eu sentados de costas pro outro, na atividade de desenho livre

Arika gostou tanto, que virou aluna de Kundalini na sequência do ano e ofereceu o depoimento abaixo, direcionado para a anfitriã Subagh Kaur Khalsa, ao site do Prana:

“Já faz 1 semana do nosso encontro, e eu continuo encantada com todo o conhecimento que você nos passou, a começar pelo exemplo de mãe e harmonia com os seus filhos, mostrando que ainda há esperança para nos conectarmos novamente com o nosso maior propósito na Terra e permanecer forte em meio a uma sociedade tão materialista e superficial. Parabéns!!
Gostaria de te dizer que esse retiro, mesmo sendo apenas 2 dias, foi muito importante para mim! Ainda estou num momento de luto pois perdi o meu pai numa tentativa de assalto em novembro, mas estou conseguindo ir em frente e compreendendo todos os acontecimentos. É um momento de paralisação da correria e reflexão sobre a vida e tudo o que a envolve para que consigamos melhorá-la, e evoluir para ajudarmos os outros e a nós mesmos em busca de nossa missão e melhores respostas ao nosso dia-a-dia. Abraços.” Arianne Pessa

Mais depoimentos, fotos (aparecemos em algumas) e infos estão no site, aqui. Que também apresenta informações sobre o Retiro de Carnaval 2015.

Independente do teu momento, tem tudo pra te fazer bem!

Atualização de 20/2/15:

A TV Brasil visitou o retiro deste ano e produziu a reportagem abaixo!

28.6.13

FUI PRA RUA!!

A onda de manifestações me arrastou na terça-feira da semana passada, dia 18. Aproveitei um compromisso de trabalho entre a República e o Anhangabaú, que acabou no fim da tarde, para me juntar aos milhares que se concentraram diante da Prefeitura paulistana.


Não deu pra ficar muito ali porque infelizmente houve ignorância de alguns tentando invadir o prédio, ou depredá-lo, ou agredir os vigias locais, e aí todos nós da galera "mais sussa" ouvimos disparos de bomba e nos afastamos rumo ao Theatro Municipal.







Inclusive depois vim a saber, durante a própria manifestação que acompanhei até a avenida Paulista, que o furgão branco da Record (foto acima) estacionado diante da Prefeitura acabou sendo incendiado, uma lástima! Eu, como jornalista de formação, poderia estar do lado do carro, trabalhando, se estivesse em outro emprego hoje....

Mas vamos em frente com a multidão pacífica que sabe se manifestar civilizadamente.


Diante do belo prédio do teatro, o pessoal parou a caminhada para se aglomerar, exibir cartazes, fotografar e ser fotografado, embalar palavras, gritos e bordões, e depois seguimos para a Praça da República, que contornamos pela Av. Ipiranga, rumo à Rua da Consolação. Lá, fomos até a Praça Roosevelt e paramos novamente, defronte ao Elevado Costa e Silva/Minhocão.


A massa parecia aumentar cada vez mais, mesmo sendo apenas um dos três grandes grupos que partiu da Praça da Sé, onde a concentração foi agendada para 17h. Do ponto central da cidade, um grupo seguiu para a Prefeitura, outro pegou a direção da Av. Brigadeiro Luís Antônio e um terceiro rumou para o Terminal Parque D. Pedro. O da Brigadeiro, onde estava minha amada esposa, também seguia para a Paulista, que dentro de minutos veria um povo ainda maior tomando conta de ruas, calçadas e canteiros!


A subida para a Paulista, do meu grupo, não foi um Movimento Uniforme (nem Uniformemente Acelerado - pausa para os #colegialfeelings); inclusive um grupelho chegou a gritar para a galera voltar rumo à Prefeitura, então muita gente hesitou por instantes.


Prevaleceu felizmente o bom senso, e tomamos a Paulista, que lindo mar comprido de gente! Passei algum stress quando o pessoal começou a dispersar, depois das 22h, e não encontrava a Arianne. Mas o sentimento de união por uma luta coletiva foi deveras recompensador, assim como o de exercer a Cidadania e moldar a História do país. Ainda mais ao sabermos que, no dia seguinte, o aumento das tarifas de ônibus e trens fora revogado! Vencemos essa!!


7.2.13

Utopia proletária



Tô feliz com a minha, mas queria uma vida assim:

Vários dias nublados, frio ventando, chuva chata. Aí numa manhã o céu aparece limpo, sol reinando, quente (neste verão em SP isso não é anormal). É dia útil mas vc pensa:

"Hoje tá bom pra pegar praia, que saudade do mar!"

Então vc não faz o que teria de fazer naquele dia e vai pra praia.

Fim!

Vai me dizer que vc não queria??

10.12.08

PAPAI NOEL: Sim, vc pode!

Fazer uma criança ou família pobre mais feliz nas festas de fim de ano está a seu alcance. E isso não é novidade, faço desde 2005 e ano passado escrevi neste mesmo bologue, vide AQUI.


Bruno Pessa também diz ho-ho-ho!

13.5.08

PÍLULAS

* (NÃO-)PAULISTANO

Não levanto cedo
Não tomo café correndo ou na rua
Não pego condução abarrotada
Não ando de crachá no pescoço
Não almoço em restaurante sempre, nem acompanhado
Não sou mensalista de estacionamento
Não enfrento o trânsito das 18h
Não faço happy hour no fim do dia
Não tomo uma no começo da noite
Mas trabalho, estudo, me movimento
E São Paulo tem espaço pra mim


* I-POD À BRASILEIRA:


*COMO ESTOU LEVE! Outro dia doei roupas de vestuário e de cama, que estavam sobrando e ocupando espaço no guarda-roupa, para aqueles que pouco têm. E tem leveza melhor?

7.1.07

Ainda sobre morte: por mais que a indesejável das gentes nos injete a dor da separação, aceitar o inevitável me parece o mais sensato. Aceitar com sorrisos, por absurdo que pareça, dadas as incontroláveis lágrimas teimando em cair. Porque creio que a pessoa falecida vai para um plano superior, ao lado de espíritos saudosos que a recebem, mais perto de Deus. Um lugar melhor. Se essa convicção elimina nossa revolta diante da morte, considerando que desejamos o melhor para a pessoa, por que não assumi-la? Aí o problema se limita ao nosso egoísmo de achar que a pessoa deve ficar pra sempre conosco. Ou que devemos subir aos céus antes - o que é mais egoísta ainda. Será que sou realista demais, confundindo egoísmo com amor? Acho que não. O amor é desprendido, jamais possessivo. Se o amante quer a verdadeira felicidade do amado, que compreenda que ela não cessa com a vida, estando bem além dela.