Sua orientação pessoal pode indicar o contrário, motivada ou não por determinação religiosa, mas eu defendo a doação de órgãos e quero doar o máximo que puder quando acontecer o meu "passamento".
É uma decisão que pode salvar vidas. E quem é salvo desta forma não deve agradecer apenas ao doador e sua família, como também à equipe médica que viabiliza o transplante, operação delicada e infelizmente não disponível numa escala que dispense filas, longa espera e angústia para muitos.
Imagine como deve ser tensa a rotina de um cirurgião responsável pelo setor de transplantes de um hospital. Lidar com a dor em torno de uma morte, administrar o que segue vivo num quadro de óbito, executar essa complexa transição, manter a esperança sobre um paciente com poucas chances, lidar com o infortúnio de quem tem os dias contados... E ainda arrumar tempo e cabeça pra resolver a própria vida.
Não precisa imaginar: leia o perfil do Dr. Ronaldo Honorato, e principalmente seus dilemas, na reportagem "O homem da segunda chance", de Andréa Ascenção. A jornalista é pós-graduada em Jornalismo Literário, como eu, e nesse texto, não por acaso vencedor de prêmio na área, dá um belo exemplo do que essa multiferramenta de narração da realidade é capaz de proporcionar, tendo como força motriz as questões humanas que mexem com todos nós. Perca vários minutos que te garanto que não será perda de tempo: http://clichetes.com.br/homem-segunda-chance/
Parabéns Andréa, Dr. Ronaldo, e a todos os que fazem o bem aos outros de alguma forma, especialmente em se tratando de vidas.
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13.11.14
8.8.11
REABASTECIMENTO ESPIRITUAL
Ontem fui com a esposa novamente à Mahikari para nosso "reabastecimento espiritual". Gostaríamos de frequentar mais e participar de mais atividades, mas pelo menos não estamos afastados, conseguindo voltar de tempos em tempos.
Gostaríamos também que mais pessoas pudessem conhecer essa arte baseada na transmissão da luz divina, por meio da imposição da mão, que nos purifica e eleva espiritualmente. Parece, mas não é uma religião, nem te impede de seguir e frequentar outras formas de fé se tu quiseres.
Ontem fui com a esposa novamente à Mahikari para nosso "reabastecimento espiritual". Gostaríamos de frequentar mais e participar de mais atividades, mas pelo menos não estamos afastados, conseguindo voltar de tempos em tempos.
Gostaríamos também que mais pessoas pudessem conhecer essa arte baseada na transmissão da luz divina, por meio da imposição da mão, que nos purifica e eleva espiritualmente. Parece, mas não é uma religião, nem te impede de seguir e frequentar outras formas de fé se tu quiseres.
Quem se interessar, me peça uma revista mensal ou os endereços das sedes espalhadas pelo mundo afora pra fazer uma visita. Se estiver perto, pode me pedir para receber a luz pela imposição da mão, algo que posso fazer por ter me preparado para tal. Será um grande prazer!
Bruno Pessa é kamikumite desde julho de 2009
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