27.10.16

Esclarecendo o uso dos porquês



Clique sobre a imagem para ampliá-la

Bônus: Quando você quer pedir a saída de alguém, mandando um "Fora" pro fulano, deve dizer "Fora Fulano" ou "Fora, Fulano"? Veja a resposta clicando aqui

20.10.16

Reflexões poéticas

As últimas duas postagens no meu perfil do Medium, a rede social do textão, são poemas com base em situações cotidianas, pinta lá se tiver interesse, curiosidade (ou mesmo piedade):

-> uma letra de rap, chamada Guria do Busão;

-> uma pensata sobre o que cerca o morar sozinho, em SoLidão: Lidando e Lucrando.

Comentários, desde que respeitosos, são sempre bem-vindos.

29.9.16

Hit das Antigas: Voyage, Voyage

Anos 80 feelings!

Canção escrita por Jean-Michel Rivat, gravada pela cantora francesa Desireless, nome artístico de Claudie Fritsch (aqui o site dela, veja como está atualmente), foi seu maior sucesso.

Bora viajar então!




Au dessus des vieux volcans,
Glisse des ailes sous les tapis du vent,
Voyage, voyage,
Eternellement.
De nuages en marécages,
De vent d'Espagne en pluie d'équateur,
Voyage, voyage,
Vole dans les hauteurs
Au dessus des capitales,
Des idées fatales,
Il Regarde l'océan...

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Sur le Gange ou l'Amazone,
Chez les blacks, chez les sikhs, 
chez les jaunes,
Voyage, voyage
Dans tout le royaume.
Sur les dunes du Sahara,
Des iles Fidji au Fujiyama,
Voyage, voyage,
Ne t'arrêtes pas.
Au dessus des barbelés,
Des coeurs bombardés,
Il Regarde l'océan.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Au dessus des capitales,
Des idées fatales,
Il Regarde l'océan.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

-> Leia tradução da letra para o português no site Vagalume

-> Veja outros hits das Antigas postados aqui no blog

22.9.16

Corrige aí: seguimento

A palavra seguimento até existe, mas como sinônima de continuidade, andamento

Quando for para se referir a setor, não é seguimento, mas segmento, com "g" mudo. Então corrija:



Tá claro? ;)

Veja mais toques gramaticais da seção Corrige aí clicando aqui!

Lembrando que o objetivo desses posts não é ficar apontando erros alheios pra caçoar dos outros e bancar o sabichão (abaixo ao preconceito linguístico!). Até porque, em muitos desses casos, a comunicação se faz compreensível mesmo com as infrações cometidas à norma culta. Porém, como precisamos dominar essa norma nas situações de avaliação educacional e profissional que a sociedade nos impõe, a ideia aqui é contribuir a partir de casos do dia-a-dia, ou seja, erros cotidianos, que estão por aí.

20.9.16

Hit das Antigas: Sapato Velho, Roupa Nova

Dessa banda eu curto váááárias!
Essa bela canção data de 1981, mais velha que eu.




Você lembra, lembra
Daquele tempo
Eu tinha estrelas nos olhos
Um jeito de herói
Era mais forte e veloz
Que qualquer mocinho de cowboy
Você lembra, lembra
Eu costumava andar
Bem mais de mil léguas
Pra poder buscar
Flores de maio azuis
E os seus cabelos enfeitar

Água da fonte

Cansei de beber
Pra não envelhecer

Como quisesse

Roubar da manhã
Um lindo pôr de sol

Hoje, não colho mais

As flores de maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis

E talvez eu seja simplesmente

Como um sapato velho
Mais ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés

14.9.16

Primeiramente e secundamente

Primeiramente...




Em segundo lugar, mas não menos importante, o relato ilustrado de minha participação no mega ato Fora, Temer! de São Paulo no último 4 de setembro, lá no Medium:


Curtiu, odiou, não fedeu nem cheirou? Comenta!

27.8.16

Hit das Antigas: Please Mr. Postman

E bota antigas nisso! Mas pra mim virou uma clássica. Até porque o tema de fundo, o envio de cartas entre pessoas se que gostam, me é deveras caro!

Nascida em 1961, nomeou o álbum de estreia (estrondosa) do grupo feminino estadunidense The Marvelettes. Ouça no vídeo abaixo:



Foi gravada, olhe só, pelo quarteto inglês The Beatles, mais de uma vez, entre 1962 e 63. Uma das gravações, raridade, no vídeo abaixo:



Mais de uma década depois, voltou às paradas de sucesso norte-americanas em 1975, regravada pelo  The Carpenters, dupla formada pelos irmãos estadunidenses Karen e Richard Carpenter.

Essa nova roupagem foi a que conheci primeiro, desde moleque mesmo, porque mamãe tinha uma fita K7 dos Carpenters e essa era a canção que a gente mais gostava de ouvir, até fazia bagunça dançando. Talvez seja por isso que é a versão que prefiro. Veja o clipe abaixo, fofo, na Disneylândia, com Mickey Mouse e companhia limitada a tiracolo:



Abaixo, a letra, fofinha também:

Stop!
Oh yes, wait a minute, Mr Postman
Wait! Wait, Mister Postman

Please Mister Postman look and see
(Oh yeah)
If there's a letter in your bag for me
(Please, please, Mister Postman)
Why's it takin' such a long time
(Oh yeah)
For me to hear from that boy of mine

There must be some word today
From my boyfriend so far away
Please Mister Postman look and see
If there's a letter, a letter for me

I've been standin' here waitin' Mister Postman
So patiently
For just a card or just a letter
Sayin' he's returning' home to me

Please Mister Postman look and see
(Oh yeah)
If there's a letter in your bag for me
(Please, please, Mister Postman)
Why's it takin' such a long time
(Oh yeah)
For me to hear from that boy of mine

So many days you passed me by
See the tears standin' in my eyes
You didn't stop to make me feel better
By leavin' me a card or a letter

Please Mister Postman look and see
(Oh yeah)
If there's a letter in your bag for me
(Please, please, Mister Postman)
Why's it takin' such a long time
(Oh yeah)
For me to hear from that boy of mine

Why don't you check it and see one more time for me
you gotta wait a minute, wait a minute...
Mister Postman
Mister Postman look and see
C'mon deliver the letter, the sooner, the better
Mister Postman

25.8.16

Li e recomendo: O Jornalista mais Premiado do Brasil

O livro e o autor, em um dos seus vários lançamentos

"O Jornalista mais Premiado do Brasil: a vida e as histórias do repórter José Hamilton Ribeiro"

O título completo de mais essa obra do amigo Arnon Gomes já explica o tema. Jornalista escrevendo sobre jornalista, já bastaria isso para eu me interessar. E conhecendo ambos, mais ainda. Zé Hamilton é uma verdadeira escola para todos nós seguidores. Arnon, um profissional talentoso e dedicado, que se esmera no que faz desde as primeiras matérias no jornal Comércio da Franca, quando a profissão em comum nos permitiu um auspicioso reencontro, em 2005, anos e anos após a infância comum em Santos.

O livro de 260 páginas, publicada ano passado em Araçatuba, onde Arnon vive e trabalha há alguns anos, teve lançamentos aqui em SP, bem como Santos, Campinas e terá em Ribeirão Preto. Ainda não consegui comparecer a nenhuma, mas ajudei o amigo no envio da remessa paulistana excedente pra ele e acabei ganhando um exemplar, lido com calma e muito gosto. Falta a dedicatória agora!

Lembrando que um dos livros anteriores de Arnon eu indiquei neste blog, em 2012 (leia aqui). Vida longa ao escritor Arnon, ao mestre Zé e ao bom e verdadeiro jornalismo!

5.7.16

Hits das Antigas: Sambas-enredos sobre a abolição da escravatura

Os samba-enredos das escolas campeãs dos carnavais cariocas de 1988 e 1989 - Vila Isabel e Imperatriz Leopoldinense, respectivamente - versaram sobre o centenário da abolição da escravatura no Brasil (1888). E foram dois primores em letra e música!

Sempre gostei de sambas carnavalescos e esses estão entre meus favoritos! "Kizomba, a Festa da Raça" ganha em beleza e poesia, enquanto que "Liberdade, Liberdade! Abra as asas sobre nós" embala pelo refrão contagiante. O primeiro é de Rodolpho, Jonas e Luis Carlos da Vila, também interpretado por Martinho da Vila. O segundo, da Imperatriz, composto por Niltinho Tristeza, Preto Jóia (intérprete principal), Vicentinho e Jurandir.

Bora cantar e sambar!



KIZOMBA A FESTA DA RAÇA

Valeu Zumbi
O grito forte dos Palmares
Que correu terras, céus e mares
Influenciando a Abolição

Zumbi valeu
Hoje a Vila é Kizomba
É batuque, canto e dança
Jongo e Maracatu

Vem, menininha, pra dançar o Caxambu (bis)

Ô ô nega mina
Anastácia não se deixou escravizar
Ô ô Clementina
O pagode é o partido popular

Sarcedote ergue a taça
Convocando toda a massa
Nesse evento que com graça
Gente de todas as raças
Numa mesma emoção

Esta Kizomba é nossa constituição

Que magia
Reza ageum e Orixá
Tem a força da Cultura
Tem a arte e a bravura
E um bom jogo de cintura
Faz valer seus ideais
E a beleza pura dos seus rituais

Vem a Lua de Luanda
Para iluminar a rua
Nossa sede é nossa sede
De que o Apartheid se destrua





LIBERDADE, LIBERDADE! ABRA AS ASAS SOBRE NÓS

Vem, vem, vem reviver comigo amor
O centenário em poesia
Nesta pátria, mãe querida
O império decadente, muito rico, incoerente
Era fidalguia
Surgem os tamborins, vem emoção
A bateria vem no pique da canção
E a nobreza enfeita o luxo do salão
Vem viver o sonho que sonhei
Ao longe faz-se ouvir
Tem verde e branco por aí
Brilhando na Sapucaí

Da guerra nunca mais
Esqueceremos do patrono, o duque imortal
A imigração floriu de cultura o Brasil
A música encanta e o povo canta assim
Pra Isabel, a heroína
Que assinou a lei divina
Negro, dançou, comemorou o fim da sina
Na noite quinze reluzente
Com a bravura, finalmente
O marechal que proclamou
Foi presidente

Liberdade, liberdade!
Abra as asas sobre nós (bis)
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz

Para reviver outros Hits das Antigas postados aqui, clique neste link!

30.6.16

Corrige aí: Crase antes de numeral

A infelicidade abaixo foi dupla: crasear um A indevidamente e ainda colocar o acento agudo ( ´ ) em vez do grave ( ` )



R$ 1.500,00 é um numeral, portanto substantivo sem gênero (nem masculino nem feminino). E como só há crase em fusão de preposição "a" + artigo "a", vinculado a termos femininos, à frente de numerais não se usa crase (nem qualquer outro acento) no "a" das expressões "superior/inferior/equivalente a".

Tá claro? ;)

Veja mais toques gramaticais da seção Corrige aí clicando aqui! 

Lembrando que o objetivo desses posts não é ficar apontando erros alheios pra caçoar dos outros e bancar o sabichão (abaixo ao preconceito linguístico!). Em muitos desses casos, a comunicação se faz compreensível mesmo com as infrações cometidas à norma culta. Porém, como precisamos dominar essa norma nas situações de avaliação educacional e profissional que a sociedade nos impõe, a ideia aqui é contribuir a partir de casos do dia-a-dia.

28.6.16

Terceiro blog

Além deste versátil Nãotevejeito e do futebolístico Planeta Bola, no portal iG, nos últimos meses venho me dedicando a abastecer também o blog do Cursinho Popular Laudelina de Campos Melo, que ajudo a coordenar desde o início de 2015.

Aliás, para quem não conhece os cursinhos populares da Rede Emancipa, total recomendação! Pois não buscamos apenas oferecer preparação gratuita para os vestibulares a alunos carentes, mas principalmente formação cidadã e política, para que entrem na universidade buscando fazer a diferença positivamente na sociedade (agindo em prol da educação pública de qualidade para todos, por exemplo).

O link do blog do Lau é http://emancipalaudelina.blogspot.com.br/. Aguardo uma visita e um comentário!

22.6.16

Hit das Antigas: My Sweet Lord / Meu Bom Senhor

Linda louvação a Deus (no caso, Krishna, do Hinduísmo) do então ex-beatle George Harrison, lançada em 1970. Fez muito sucesso e foi gravada não só em inglês, como em espanhol (Mi Dulce Señor, com Julio Iglesias) e português (Meu Bom Senhor, de Chitãozinho & Xororó, adaptando para o Cristianismo, entre outros), por exemplo.

Aprecie clipe, letra e, mais abaixo, vídeo da versão em português:



My sweet Lord
Hm, my Lord
Hm, my Lord

I really want to see you
Really want to be with you
Really want to see you, Lord
But it takes so long, my Lord

My sweet Lord
Hm, my Lord
Hm, my Lord

I really want to know you
Really want to go with you
Really want to show you Lord
BUt it won't take long, my Lord (hallelujah)

My sweet Lord (hallelujah)
Hm, my Lord (hallelujah)
My sweet Lord (hallelujah)

Really want to see you
Really want to see you
Really want to see you Lord
Really want to see you Lord
But it takes so long, my Lord (hallelujah)

My sweet Lord (hallelujah)
Hm, my Lord (hallelujah)
My, my, my Lord (hallelujah)

I really want to know you (hallelujah)
Really want to go with you (hallelujah)
Really want to show you Lord(AhhhAhhhh)
But it won't take long, my Lord (hallelujah)
Hm, hm (hallelujah)

My sweet Lord (hallelujah)
My, my, my Lord (hallelujah)

Hm, my Lord (hare krishna)
My, my, my Lord (hare krishna)
Hm, my sweet Lord (krishna krishna)
Hm, hm (hare hare)
Really want to see you (hare Rama)
Really want to be with you (hare Rama)
Really want to see you, Lord (AhhhAhhhh)
But it takes so long, my Lord (hallelujah)
Hm, my Lord (hallelujah)
My, my, my Lord (hare krishna)
My sweet Lord (hare krishna)
My sweet Lord (krishna krishna)
My Lord (hare hare)
Hm, hm (Gurur Brahma)
Hm, hm (Gurur Vishnu)
Hm, hm (Gurur Devo)
Hm, hm (Maheshwara)
My sweet Lord (Gurur Sakshaat)
My sweet Lord (Parabrahma)
My, my, my, my Lord (Tasmayi Shree)
My, my, my, my Lord (Guruve Namah)
My sweet Lord (Hare Rama)

(Hare krishna)
My sweet Lord (hare krishna)
My sweet Lord (krishna krishna)
My Lord (hare hare)



Confira outros Hits das Antigas postados no blog clicando aqui!

16.6.16

Corrige aí: Mal comportamento

Primeiro, se divirta também com o alerta de elevador de condomínio residencial abaixo.
Segundo, identifique os problemas ortográficos do aviso. Notou o erro gramatical na última linha?



Mal é antônimo de bem, e mau o antônimo de bom. Portanto, o oposto de bom comportamento é mau comportamento. Sacou, Administração?

30.5.16

Li e recomendo: RAAM, Mr. Milan

RAAM é a abreviação para Race Across America. Uma prova de maratona ciclística, cruzando os Estados Unidos por dias e dias, anualmente desde 1982. Em 2014, teve 3.020 milhas (4.859 km) de extensão, da costa oeste (Oceanside, sul da Califórnia) à leste (Annapolis, vizinha de Washington, D.C.), no mês de junho.

É a 10a vez em que o empresário brasileiro Marcio Milan a encarou, desta vez numa equipe com mais três integrantes, dois brasileiros e um português. Isso sem contar uma equipe de apoio que auxiliou o revezamento dos ciclistas durante todo o percurso, em vans adaptadas e preparadas para uma jornada de mais de uma semana.

Desta vez, o staff teve um jornalista e um fotógrafo registrando essa aventura. Que virou o livro que pude adquirir com o autógrafo do jornalista, meu ex-colega de pós-graduação Wagner Hilário, do fotógrafo, meu colega de trabalhos recentes Luiz Machado, e do protagonista da história, Mr. Milan, em evento no ano passado, registrado no meu Instagram.

Um livro-reportagem-viagem, fazendo jus ao Jornalismo Literário que Wagner e eu aprendemos na especialização em 2006-07. Recheado, detalhista, contextual, informativo-analítico-opinativo-emocional na medida certa. As descrições do andamento da competição são postas adequadamente em segundo plano, com relações e comportamentos entre as pessoas da equipe predominando, num constante tom de humanização. Ou seja, adorei! Inclusive porque o pano de fundo é uma prova esportiva, em que a superação depende de muito esforço, disciplina e um algo a mais que só grandes atletas e equipes conseguem colocar em prática para atingir seus objetivos - mote que muito me cativa também.

A trajetória do time Vencendo Desafios na RAAM 2014 foi marcada por percalços, surpresas e até decepções, porém fizeram muito bonito. E foi saboroso ler essa experiência sob a lente de Wagner, tanto que li uma segunda vez, até para pontuar uns toques de revisão que passei pro colega. As imagens de Luiz também são belas. E a dedicação de Marcio Milan, um senhor superatleta de 65 anos de idade (na época da competição), admirável. Enfim, vale muito pedalar nessa leitura!

Para quem quer saber mais, o livro tem página no Facebook (clique aqui), onde estão repercussões interessantes, como essa vídeo-resenha, por exemplo.

26.5.16

Hit das Antigas: Eu Menti, Razão Brasileira

Espaço para o pagode, dos clássicos, que marcou os meados dos anos 1990. Embora se chame "Eu Menti", também ficou conhecida como "Aí vem o desespero", pela força do refrão. 

Não sou o único a reverenciá-la tanto tempo depois. Guardei um tweet do amigo Mario "Alemão" Monteiro, quando destacou a canção entre suas trilhas sonoras preferidas.

Se você se lembrou um pouco, achando que a letra começa na parte do "O amor, faz a gente enlouquecer...", aprenda ela inteirinha:




Eu menti
Quando disse que não te queria
Quando disse que minha alegria
Era viver longe de você

Eu menti
Pois o meu coração me obrigou
E nos meus olhos você pode ver 2x
Que está sofrendo o meu interior

O amor
Faz a gente enlouquecer
Faz a gente dizer coisas
Pra depois se arrepender

Mas depois
Vem aquele calafrio
E o medo da solidão 2x
Nos faz perder o desafio

Aí vem o desespero
Machucando o coração
Eu me entrego por inteiro 2x
Implorando o seu perdão

-> Para conferir todos os Hits das Antigas postados no blog, clique aqui

15.5.16

No Medium: Padre - Igreja - Amor + eu

Mais um textão publicado no meu perfil do Medium Brasil, fazendo paralelo entre a história de um padre excluído da Igreja Católica, que conheci em Bauru, e minha trajetória recente no catolicismo. Clique aqui para conferir!

6.5.16

No trabalho: com illy e Pinhalense

Nos últimos meses vivemos mais um período de trabalho intenso na ADS, com a preparação e realização de mais uma premiação anual de qualidade do café, para nosso cliente illycaffè. O 25º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso foi a terceira edição deste evento do qual participei, como membro do estafe da agência, que ralou pra caramba no dia 6 de abril passado.

Curioso que nós do staff passamos quase que anonimamente pelo evento, que é social, demanda trajes de gala, pois ficamos de "uniforme" preto, nitidamente em serviço, ao contrário dos convidados. Mas como a edição das Bodas de Prata do concurso teve homenagens a parceiros históricos, como a ADS, aparecemos no vídeo que todos assistiram durante a cerimônia, nessa foto aí embaixo produzida na sala de reuniões da agência, no ano passado. 




E porque merece o reconhecimento, a turma vestida de estafe:




Além da illycaffè, figuro na equipe de atendimento à Pinhalense Máquinas Agrícolas, que atendemos para assessoria de imprensa (ou melhor, relacionamento com a mídia) desde março. Essa fabricante de equipamentos para a agricultura fica em Espírito Santo do Pinhal, interior paulista. A acompanhei em feiras do setor em Guaxupé (Femagri), sul de Minas Gerais, e Ribeirão Preto (Agrishow), esta muito familiar! Vem mais por aí nas próximas semanas. A foto abaixo é do estande da Pinhalense na Agrishow. 



18.4.16

Hit das Antigas : Bola de meia, Bola de gude - 14 Bis

14 Bis é ótimo, e essa música remete a sentimentos puros, o lado gostoso da infância, que se a gente alimentar mesmo na vida adulta, certamente a encararemos com uma agradável leveza.

Ela me marcou quando, em 2002, meu Santos encerrou um incômodo jejum de títulos importantes, sendo campeão brasileiro de futebol liderado pelas molecagens do atacante Robinho. Porque tem horas de dificuldade que o menino que mora dentro da gente vai lá e torna tudo mais fácil pra nós.

Ah, a composição é da dupla Milton Nascimento e Fernando Brant, Que dupla!



Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...

Há um passado
No meu presente
O sol bem quente
Lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa
Me assombra
O menino me dá a mão...

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...

Pois não posso
Não devo e não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...

Bola de Meia! Bola de Gude
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...

Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...

Pois não posso
Não devo, não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...

Bola de Meia! Bola de Gude!
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...

Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...

Pois não posso
Não devo, não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...

Bola de Meia! Bola de Gude!
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...

Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...

-> Confira os demais Hits das Antigas já postados aqui!

16.4.16

Atacando de professor

Quando procurei um cursinho pré-universitário pra obter alguma experiência docente, em 2014, a ideia era ficar um tempo como professor de Língua Portuguesa,  especialmente Redação, como jornalista que sou e pelo que melhor sei transmitir, em termos de Ensino Médio.

Porém, entrou 2015 e as necessidades do cursinho Laudelina, da Rede Emancipa, me deslocaram para a equipe de coordenação, onde permaneço em 2016. Entretanto, como cursinho popular inevitavelmente abre lacunas pra cobrirmos de última hora, semanas atrás voltei para as salas de aula, aplicando dissertações.

A correção dos mais de 80 textos me motivou a elencar os erros mais comuns dos alunos e orientá-los nesse sentido, para que se atentem e evoluam. O resultado, em forma de tópicos, postei na página de Português do blog do cursinho, como é possível ler clicando aqui.


25.3.16

Quando a diarista ganha ponto

Bilhete deixado por ela depois da última faxina:

"Oi Bruno, peguei um livro seu pra ler, me desculpe, é que gosto muito de ler, sempre fiquei com vontade de ler este livro,  quando ele ficava no móvel do seu quarto - acho que você estava lendo. Hoje limpando sua escrivaninha vi ele, me desculpe mais uma vez, sei da tentação. Assim que terminar te devolvo.
Obrigada.
Obs: O livro é Crime e Castigo"

(A propósito, esta obra-prima de Fiódor Dostoiévski foi postada aqui na seção Li e Recomendo, confira).