Procuro por trabalhos home-office, para complementar a renda e fazer no meu tempo livre (fora do horário de trabalho, pois isso não significa que saí do emprego!).
A quem interessar, são basicamente esses:
- Revisão de textos (jornalísticos, publicitários, acadêmicos, literários, "internéticos", discursivos, etc);
- Edição de textos (melhoramentos, sugestões e mudanças na estrutura, em todas as modalidades acima);
- Formatação ABNT para textos acadêmicos;
- Traduções inglês/português, português/inglês, francês/português, espanhol/português;
- Criação e redação de frases, títulos e textos de diversos tamanhos e formatos;
- Elaboração de textos e projetos de diagramação (não a diagramação em si) para publicações impressas e digitais (informativos, boletins, revistas, blogs, sites, portais, etc);
OBS: Não crio nem desenvolvo trabalhos de conclusão de curso, como monografias, dissertações e teses.
Tenho desenvoltura para ler textos e conduzir roteiros em público, então também posso trabalhar em eventos como apresentador, mestre de cerimônias e celebrante, de acordo com o tipo de evento :)
Currículos disponíveis na Internet:
- Profissional
- Lattes (acadêmico)
- LinkedIn
Nem sempre os preços para os mesmos serviços serão iguais, pois vario conforme: prazo para entrega, disponibilidade e necessidade no momento, e grau de relacionamento com o cliente.
Contato por e-mail: brpessa@hotmail.com
Disponha ;)
29.4.14
Jornalista freelancer procura
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24.4.14
Quem já perdeu um bichinho sabe
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| Nos bons tempos, se empanturrando quando cheirava e achava carne ou patê de carne na cabacinha |
Ano passado postei sobre a lufada de alegria que essa poodle preta trouxe à vida minha e de Arikinha. Foram cerca de 1 ano e 2 meses conosco, no apê, agora mais triste, quieto (e limpo, é fato). Arika a recebeu filhotinha, quando tinha 9 anos, mimou-a em SBC, onde Jully cresceu numa casa espaçosa, com ampla área externa em dois andares. Quando nos conhecemos, conheci a pretinha, em 2006. Até dormi na sala perto dela (da cachorra, não da namorada) algumas vezes. Mesmo só a visitando nos anos seguintes, sempre nutri muito carinho, pois adoro cães e Julinha era figura!
Foi minha primeira experiência de paternidade, porque eu tinha mais tempo com ela do que Ari, em casa, e aí naturalmente me acostumei a alimentá-la, limpar suas necessidades, descer para passear de vez em quando. No fim de 2013, levei-a para consulta veterinária, exames, retorno. Fui atrás dos remédios receitados, mais de uma vez. Bicho de estimação velho parece criança pequena, em termos de atenção e cuidados que requer. Porém não reclamo, foi muito bom tê-la! Claro que no apê e na vida atuais, sem ela temos um trabalho considerável a menos, uma rotina menos pesada (também porque devolvemos o peixinho Bob para a Dona Graça). Mas saudade não tem rotina, né?
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| Ei, vc sabe que sua sala nunca mais será a mesma sem mim, né? :P |
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17.4.14
Gabo morreu :(
Triste, embora não surpreendente o falecimento do escritor colombiano Gabriel García Márquez hoje. Aos 87 anos, estava bastante doente.
Me lembrei do post que fiz sobre Cem Anos de Solidão ano passado. Muito bom de se ler, assim como Crônica de uma Morte Anunciada.
É outro daqueles cujo legado dificilmente morrerá!
Me lembrei do post que fiz sobre Cem Anos de Solidão ano passado. Muito bom de se ler, assim como Crônica de uma Morte Anunciada.
É outro daqueles cujo legado dificilmente morrerá!
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16.4.14
Aniversário do outro blog
Amanhã o Le Blog du Foot completa 5 anos de vida, e atividade ininterrupta. É mais novo do que este Nãotevejeito, que já soma mais do que 7 anos no ar.
Mas lá a pegada é mais intensa, quase diária, toda semana praticamente, porque se propõe a acompanhar, informar e opinar sobre o futebol francês no que ele tem de melhor, e tem matéria-prima em pelo menos 50 das 52 semanas do ano.
Aqui eu venho de vez em quando, numa média de uma ou duas postagens por mês (ok, vou tentar mudar isso), porque é um espaço totalmente pessoal, sem compromissos externos, e não tem a mesma agilidade das redes sociais onde estou (Twitter e Facebook), também.
E como lá eu preciso tocar no meu tempo livre, quando dá tempo e tenho internet disponível (e ultimamente não tenho smartphone mais para recorrer), o desafio ainda é maior, considerando também o vínculo com um grande portal como o iG, como explicarei no post em referência ao aniversário que publicarei amanhã. Então tô bem feliz com essa marca!
Mas lá a pegada é mais intensa, quase diária, toda semana praticamente, porque se propõe a acompanhar, informar e opinar sobre o futebol francês no que ele tem de melhor, e tem matéria-prima em pelo menos 50 das 52 semanas do ano.
Aqui eu venho de vez em quando, numa média de uma ou duas postagens por mês (ok, vou tentar mudar isso), porque é um espaço totalmente pessoal, sem compromissos externos, e não tem a mesma agilidade das redes sociais onde estou (Twitter e Facebook), também.
E como lá eu preciso tocar no meu tempo livre, quando dá tempo e tenho internet disponível (e ultimamente não tenho smartphone mais para recorrer), o desafio ainda é maior, considerando também o vínculo com um grande portal como o iG, como explicarei no post em referência ao aniversário que publicarei amanhã. Então tô bem feliz com essa marca!
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12.3.14
Tentei o CLIPE, mas não rolou
Procurando cursos e outras atividades para aperfeiçoar os currículos (acadêmico e profissional) e a formação, viáveis no meu tempo livre, me inscrevi para tentar cursar a segunda edição do CLIPE - Curso Livre de Preparação do Escritor, oferecido gratuitamente pela Casa das Rosas, aquela da Av. Paulista, por meio do CAE - Centro de Apoio ao Escritor.
Os módulos são às quintas de noite e sábados de manhã, se não me engano de março a maio. Mas, como ano passado, a procura superou em muito o número de vagas disponíveis. Foram eu e mais 487 inscritos, para 30 vagas e 10 na lista de espera. Não deu :(
Ser escritor é uma possibilidade que alimento desde a infância. O ideal seria viver disso, mas se ao menos conseguisse conciliar essa atividade com um trabalho como fonte de renda "principal", já estaria satisfeito. Sinto que tenho muito gosto e alguma aptidão, porém escrever "com intenção literária" tem sido uma tarefa mais do que secundária ultimamente (a maioria dos meus textos ficaram entre meus 16 e 26 anos - em maio vou pra 32), então não desenvolvi nenhum projeto literário autoral, o que provavelmente pesou na seleção para o CLIPE deste ano.
De qualquer forma, vou tentar não desistir e, pra vc que compartilha do mesmo gosto e aptidão, #ficaadica!
Os módulos são às quintas de noite e sábados de manhã, se não me engano de março a maio. Mas, como ano passado, a procura superou em muito o número de vagas disponíveis. Foram eu e mais 487 inscritos, para 30 vagas e 10 na lista de espera. Não deu :(
Ser escritor é uma possibilidade que alimento desde a infância. O ideal seria viver disso, mas se ao menos conseguisse conciliar essa atividade com um trabalho como fonte de renda "principal", já estaria satisfeito. Sinto que tenho muito gosto e alguma aptidão, porém escrever "com intenção literária" tem sido uma tarefa mais do que secundária ultimamente (a maioria dos meus textos ficaram entre meus 16 e 26 anos - em maio vou pra 32), então não desenvolvi nenhum projeto literário autoral, o que provavelmente pesou na seleção para o CLIPE deste ano.
De qualquer forma, vou tentar não desistir e, pra vc que compartilha do mesmo gosto e aptidão, #ficaadica!
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31.1.14
Calor, História e feriados
E nós paulistanos de janeiro de 2014 entramos para a estatística Histórica da cidade por participarmos do janeiro mais quente da cidade desde que as medições começaram em 1943.
De fato a sensação térmica tem sido maior do que os termômetros registram, também porque tem chovido menos do que o que costuma acontecer nessa época em outros anos.
Quando o clima se torna vilão a esse ponto, não é frescura pensar na mudança de algumas atividades profissionais e rotinas em dias úteis, pois a produtividade que se perde com o cancelamento, por um lado, pouco representa diante da baixa produtividade do "ter que enfrentar e tentar fazer do mesmo jeito mesmo sabendo que não vai conseguir", produzindo menos, mal e porcamente (suado).
Não seria o caso de o governo adotar feriados em alguns desses dias pra lá de críticos? Considerando que perduram intactos vários feriados religiosos nesse país, laico desde 1890 (!!), e o brasileiro ignora essa incoerência porque não quer abrir mão das folgas prolongadas, poderíamos trocar Dia da Padroeira do Brasil, da Padroeira da Cidade, Paixão, Corpus Christi e até o Natal por possibilidades de decretação feriadística em dias sem condições de se trabalhar dignamente.
É a tese do jornalista Leonardo Sakamoto em seu blog, a qual endosso. Assim como calor e frio intensos me incomodam, também me irrita a imposição religiosa na vida pública e oficial do país, como no caso desses feriados cristãos, os símbolos que persistem em órgãos públicos, essas coisas que a maioria das pessoas deve achar normal e nunca parou para pensar e questionar...
De fato a sensação térmica tem sido maior do que os termômetros registram, também porque tem chovido menos do que o que costuma acontecer nessa época em outros anos.
Quando o clima se torna vilão a esse ponto, não é frescura pensar na mudança de algumas atividades profissionais e rotinas em dias úteis, pois a produtividade que se perde com o cancelamento, por um lado, pouco representa diante da baixa produtividade do "ter que enfrentar e tentar fazer do mesmo jeito mesmo sabendo que não vai conseguir", produzindo menos, mal e porcamente (suado).
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| Na bela foto de SavianoMarcio, o Astro Rei sobre Sampa (Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1190327) |
Não seria o caso de o governo adotar feriados em alguns desses dias pra lá de críticos? Considerando que perduram intactos vários feriados religiosos nesse país, laico desde 1890 (!!), e o brasileiro ignora essa incoerência porque não quer abrir mão das folgas prolongadas, poderíamos trocar Dia da Padroeira do Brasil, da Padroeira da Cidade, Paixão, Corpus Christi e até o Natal por possibilidades de decretação feriadística em dias sem condições de se trabalhar dignamente.
É a tese do jornalista Leonardo Sakamoto em seu blog, a qual endosso. Assim como calor e frio intensos me incomodam, também me irrita a imposição religiosa na vida pública e oficial do país, como no caso desses feriados cristãos, os símbolos que persistem em órgãos públicos, essas coisas que a maioria das pessoas deve achar normal e nunca parou para pensar e questionar...
28.1.14
Fotorrepórter - Arte no concreto
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| Que o grafite ganhe espaço na paisagem urbana, sobretudo a verticalizada! (Av. Roberto Marinho quase esquina com a Av. Luís Carlos Berrini) |
Aproveitando a vibe jornalística, o blog passa a contar com notícias publicadas por assessorias de imprensa (os nossos releases "velhos de guerra", já que sou do ramo :P) que cadastram seus textos no DINO (Divulgador de Notícias) do Comunique-se, um dos principais distribuidores de conteúdo jornalístico do país. Elas aparecerão na barra da direita, na seção "Notícias". É uma forma de todos os lados (eu, quem publica o release e o Dino) ganharem em termos de visibilidade!
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17.1.14
Por onde anda Stefhany, "a Absoluta"?
Em 2009, quando eu trabalhava no iG, acompanhei a chegada da cantora Stefhany, então com 17 anos, à mídia nacional, rompendo as fronteiras da região Nordeste, onde vinha bombando com seu forró de roupagem brega (leia o post de então aqui).
Porém, com o passar do tempo, não fomos mais ouvindo falar nela, pelo menos não com frequência (pesquisando aqui na net, achei clipes e participações esparsas em programas de TV, de auditório e entrevistas).
E eis que dias atrás me deparei com a notícia abaixo, no Portal O Dia.com, de Teresina, capital do Piauí:
**
Stefhany Absoluta lança carreira gospel
A absoluta desfez a dupla com a irmã Ari loba, e segue sozinha nos palcos. O primeiro projeto é um EP com músicas gospel para o público infantil que será lançado no próximo mês.
14/01/2014
Conhecida nacionalmente como Stefhany Absoluta, a cantora estourou na internet em 2009 com o Hit do “Cross Fox”, na época virou a maior sensação nas redes sociais sendo considerada a “rainha da internet” no Brasil. Pois um fenômeno tão representativo nunca havia acontecido por aqui, hoje ele soma mais de 100 milhões de acessos na web. A menina então com 16 anos, rodou o Brasil com Shows, fez participação em dezenas de programas de televisão, cantou com Preta Gil, e em 2012 fez uma participação na Novela “Cheias de Charme” da Rede Globo. Seu último trabalho fixo na televisão foi o Quadro “Rola ou Enrola” com as Famosas, no programa Eliana, em 2013.
“Precisei de um tempo para me organizar, decidir o que queria para minha carreira, por isso, me afastei um pouco da mídia. Havia feito um contrato de um ano com a Ari Loba, queria apresentá-la para mídia, ela também vai lançar um trabalho solo agora”. Juntas, as irmãs gravaram o CD “Somos absolutas” no final de 2011.
Stefhany explica que quer resgatar o público infantil “grande parte dos meus fãs são crianças, quando comecei também era muito nova, depois de um tempo quis mostrar meu lado absoluta, mulher, poderosa e sexy” referindo-se aos figurinos decotados e provocantes que usa em suas apresentações de forró.
“Não vou deixar de ser a Stefhany absoluta nunca, desde criança fui criada na igreja evangélica, minha avó é cristã, minha mãe também, é onde me sinto completa e feliz”. Ela explica que o trabalho gospel é um projeto paralelo à sua carreira no forró. “Vou continuar causando na balada, adoro ser absoluta, tenho muitos fãs gays que adoram meu trabalho” Conclui a cantora.
Aos 22 anos a musa piauiense já gravou mais de 60 clipes, e ainda vai lançar uma nova produção com tema gospel. Seu último clipe postado no Youtube foi em Outubro do ano passado, e nem chegou a ser divulgado para imprensa.
**
Porém, com o passar do tempo, não fomos mais ouvindo falar nela, pelo menos não com frequência (pesquisando aqui na net, achei clipes e participações esparsas em programas de TV, de auditório e entrevistas).
E eis que dias atrás me deparei com a notícia abaixo, no Portal O Dia.com, de Teresina, capital do Piauí:
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Stefhany Absoluta lança carreira gospel
A absoluta desfez a dupla com a irmã Ari loba, e segue sozinha nos palcos. O primeiro projeto é um EP com músicas gospel para o público infantil que será lançado no próximo mês.
14/01/2014
Conhecida nacionalmente como Stefhany Absoluta, a cantora estourou na internet em 2009 com o Hit do “Cross Fox”, na época virou a maior sensação nas redes sociais sendo considerada a “rainha da internet” no Brasil. Pois um fenômeno tão representativo nunca havia acontecido por aqui, hoje ele soma mais de 100 milhões de acessos na web. A menina então com 16 anos, rodou o Brasil com Shows, fez participação em dezenas de programas de televisão, cantou com Preta Gil, e em 2012 fez uma participação na Novela “Cheias de Charme” da Rede Globo. Seu último trabalho fixo na televisão foi o Quadro “Rola ou Enrola” com as Famosas, no programa Eliana, em 2013.
“Precisei de um tempo para me organizar, decidir o que queria para minha carreira, por isso, me afastei um pouco da mídia. Havia feito um contrato de um ano com a Ari Loba, queria apresentá-la para mídia, ela também vai lançar um trabalho solo agora”. Juntas, as irmãs gravaram o CD “Somos absolutas” no final de 2011.
Stefhany explica que quer resgatar o público infantil “grande parte dos meus fãs são crianças, quando comecei também era muito nova, depois de um tempo quis mostrar meu lado absoluta, mulher, poderosa e sexy” referindo-se aos figurinos decotados e provocantes que usa em suas apresentações de forró.
“Não vou deixar de ser a Stefhany absoluta nunca, desde criança fui criada na igreja evangélica, minha avó é cristã, minha mãe também, é onde me sinto completa e feliz”. Ela explica que o trabalho gospel é um projeto paralelo à sua carreira no forró. “Vou continuar causando na balada, adoro ser absoluta, tenho muitos fãs gays que adoram meu trabalho” Conclui a cantora.
Aos 22 anos a musa piauiense já gravou mais de 60 clipes, e ainda vai lançar uma nova produção com tema gospel. Seu último clipe postado no Youtube foi em Outubro do ano passado, e nem chegou a ser divulgado para imprensa.
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9.1.14
Ano novo e indicação costumeira
Depois de passar as festas no sempre acolhedor interior paulista (conexão Bragança Paulista - Ribeirão Preto - Marília), o que rendeu uma boa desintoxicação paulistana, voltamos ao batente na capital que nos dá o trabalho.
Como tenho feito nos últimos anos, recomendo aos jornalistas, comunicadores, humanistas e demais graduandos motivados a mergulhar em histórias de vida e na arte de relatá-las a especialização em Jornalismo Literário da ABJL, agora promovida pela EPL, do mestre Edvaldo Pereira Lima.
Cursei a pós entre 2006 e 2007 e me fez muito bem, profissional e pessoalmente!
Para mais informações, consulte o link abaixo, do site de Edvaldo, ou nos pergunte:
http://edvaldopereiralima.com.br/index.php/jornalismo-literario/pos-graduacao/perguntas-e-respostas
Como tenho feito nos últimos anos, recomendo aos jornalistas, comunicadores, humanistas e demais graduandos motivados a mergulhar em histórias de vida e na arte de relatá-las a especialização em Jornalismo Literário da ABJL, agora promovida pela EPL, do mestre Edvaldo Pereira Lima.
Cursei a pós entre 2006 e 2007 e me fez muito bem, profissional e pessoalmente!
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19.12.13
A agrura do marmitêro paulistano
O paulistano que usa o transporte público sofre com os apertos da extrapolada densidade populacional nos vagões e ônibus.
O marmitêro paulistano sofre ainda mais, porque o maior dos seus problemas não é ser comprimido a cada nova estação ou parada.
É temer que a marmita vire dentro da mochila, vaze e danifique o que está por perto. Fora respingar na sua roupa. Fora respingar no ônibus, na rua, no longo e inacabável caminho até a geladeira da cozinha do trabalho.
Quando acontece, não há como negar a agrura que é.
O marmitêro paulistano sofre ainda mais, porque o maior dos seus problemas não é ser comprimido a cada nova estação ou parada.
É temer que a marmita vire dentro da mochila, vaze e danifique o que está por perto. Fora respingar na sua roupa. Fora respingar no ônibus, na rua, no longo e inacabável caminho até a geladeira da cozinha do trabalho.
Quando acontece, não há como negar a agrura que é.
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| "Pizza"no metrô. Ok, marmita virada não é o único perrengue da hiperlotação... |
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27.11.13
Perdi meu sogrão
A violência gratuita entre seres humanos faz vítimas a cada segundo nesse país (de merda), mas quando acontece na sua família o eco é outro. Aconteceu na minha dias atrás, culminando com a partida do meu sogro para outro plano no dia 16.
Compartilho da reflexão da amada esposa, publicada no Facebook e que reproduzo abaixo, porque vale ler, pensar, questionar, e aí guardar, para poder reler, repensar, rediscutir.
"O pai levou um tiro..." Eu costumo sempre me referir aos momentos felizes como "um dos dias mais felizes", graças a Deus já vivi muitos momentos felizes que não consigo elencar o mais feliz da minha vida. Mas infelizmente a partir do dia 05/11/13, consigo elegê-lo como o dia em que eu perdi completamente o chão, nunca o meu coração havia disparado tão rápido, nunca mudei de humor e chorei tão ráp...ido, nunca fiquei tão muda.. Amparada pelas colegas na faculdade, tudo o que vinha na minha cabeça era um misto de preocupação com a vida do homem que mais admiro no mundo e revolta com o pensamento:
"Quem foi o indivíduo que se sentiu no direito de atirar em meu pai?"
É incrível como tudo tem o seu sentido de acontecer no mundo espiritual. Meses atrás daquele dia, um amigo muito querido quase guru com quem gosto de discorrer sobre o mundo me disse: "Ari, está virando um caos, precisamos nos preparar para ver muitas pessoas que amamos sofrendo..".. Semanas atrás daquele dia, eu mesma havia sido vítima de um assalto e presenciado o ladrão com uma arma na cabeça de uma mulher apenas porque ela se recusou a dar-lhe a bolsa... Sim, o nosso mundo está violento, com ou sem razão..
A razão começa na origem de toda a organização dessa cidade, desse país.. No caráter das pessoas que os conduzem, na impunidade das pessoas que agem errado, na desigualdade social e financeira tão presente no nosso dia-a-dia.. Hoje eu sei quem é esse indivíduo que atirou no meu pai, ele pode ter muitos rostos cujos olhares cruzam os nossos todos os dias vítimas do mundo injusto em que vivemos.. Longe de defendê-lo, apenas entendo que ele tomou o partido do ódio, rancor e violência, foi isso que vi nos olhos do ladrão que me atacou, não, ele não estava drogado, apenas revoltado assim como aquele que atirou no meu pai, assim como vários que agem por aí atacando a vida de diversas famílias. Revolta essa que faz com que ele se renda ao ódio e esqueça de valores como amor, família, valor à vida, direito de ir e vir. É esse o nosso mundo, ainda que a polícia esteja de conluio com eles, não faça nada para prendê-los ou quando os prenda não leve a pena até o final, não é aqui que eles irão pagar pelo que fizeram e fazem.. Porque as leis divinas são as mais poderosas e certeiras que existem. Não desejo nada de mal, consigo perdoá-lo, apenas rezo para que eles consigam enxergar que não estão fazendo o bem e não conseguirão nada em troca desta forma, e tenho um fiozinho de esperança de que esse país seja algum dia melhor para que consiga minimizar e resolver todos os problemas existentes que geram atitudes impensadas como esta que tirou a vida do meu herói.
"Quem foi o indivíduo que se sentiu no direito de atirar em meu pai?"
É incrível como tudo tem o seu sentido de acontecer no mundo espiritual. Meses atrás daquele dia, um amigo muito querido quase guru com quem gosto de discorrer sobre o mundo me disse: "Ari, está virando um caos, precisamos nos preparar para ver muitas pessoas que amamos sofrendo..".. Semanas atrás daquele dia, eu mesma havia sido vítima de um assalto e presenciado o ladrão com uma arma na cabeça de uma mulher apenas porque ela se recusou a dar-lhe a bolsa... Sim, o nosso mundo está violento, com ou sem razão..
A razão começa na origem de toda a organização dessa cidade, desse país.. No caráter das pessoas que os conduzem, na impunidade das pessoas que agem errado, na desigualdade social e financeira tão presente no nosso dia-a-dia.. Hoje eu sei quem é esse indivíduo que atirou no meu pai, ele pode ter muitos rostos cujos olhares cruzam os nossos todos os dias vítimas do mundo injusto em que vivemos.. Longe de defendê-lo, apenas entendo que ele tomou o partido do ódio, rancor e violência, foi isso que vi nos olhos do ladrão que me atacou, não, ele não estava drogado, apenas revoltado assim como aquele que atirou no meu pai, assim como vários que agem por aí atacando a vida de diversas famílias. Revolta essa que faz com que ele se renda ao ódio e esqueça de valores como amor, família, valor à vida, direito de ir e vir. É esse o nosso mundo, ainda que a polícia esteja de conluio com eles, não faça nada para prendê-los ou quando os prenda não leve a pena até o final, não é aqui que eles irão pagar pelo que fizeram e fazem.. Porque as leis divinas são as mais poderosas e certeiras que existem. Não desejo nada de mal, consigo perdoá-lo, apenas rezo para que eles consigam enxergar que não estão fazendo o bem e não conseguirão nada em troca desta forma, e tenho um fiozinho de esperança de que esse país seja algum dia melhor para que consiga minimizar e resolver todos os problemas existentes que geram atitudes impensadas como esta que tirou a vida do meu herói.
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| Nenhum desalmado vai nos tirar da memória imagens como essa (pelo menos dessa violência ainda escapamos) |
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5.11.13
Grip in Camelot
Do estúdio caseiro da Rádio Pessa saiu esta pérola do universo auditivo, para a série "como os brasileiros pedem músicas em inglês": CLIQUE AQUI para ouvir.
Amaury Jr curtiria!
Amaury Jr curtiria!
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18.10.13
Li e recomendo - Cem Anos de Solidão
Um dos principais filhos do escritor e jornalista colombiano Gabriel Garcia Marquez, Prêmio Nobel de Literatura em 1982 e atualmente com 86 anos. Há quem diga que é sua obra definitiva, que criou uma geração de leitores, que fundou o realismo mágico e que figuraria até entre as duas maiores obras da literatura hispânica, atrás apenas de Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes.
A viagem pela fantástica cidade de Macondo, destrinchando a saga da família Buendía em sua desgraça cômica, é recheada de episódios saborosos e descrições riquíssimas conduzidos pelo texto primoroso do autor.
O livro de Gabo da coleção Biblioteca Folha (a primeira edição foi publicada em 1967) já não me acompanha mais na mochila na volta do trabalho pra casa, e devo admitir, escrevendo dentro do busão, que a saudade do seu realismo mágico é grande - acho que em determinado momento da leitura diminuí seu ritmo para a narrativa não acabar tão cedo...
A viagem pela fantástica cidade de Macondo, destrinchando a saga da família Buendía em sua desgraça cômica, é recheada de episódios saborosos e descrições riquíssimas conduzidos pelo texto primoroso do autor.
O livro de Gabo da coleção Biblioteca Folha (a primeira edição foi publicada em 1967) já não me acompanha mais na mochila na volta do trabalho pra casa, e devo admitir, escrevendo dentro do busão, que a saudade do seu realismo mágico é grande - acho que em determinado momento da leitura diminuí seu ritmo para a narrativa não acabar tão cedo...
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4.10.13
Vídeo: Mesa redonda "140 caracteres ou 410 páginas"
Muito interessante a discussão propiciada pelo debate a que podemos assistir na gravação abaixo, de pouco mais de 1h20. Em pauta, a literatura, as redes sociais e o futuro da leitura e da escrita (super me interesso!)
O encontro ocorreu durante o evento Social Media Week, que rolou semana passada em Sampa. Os debatedores foram :
José Luís Goldfarb, coordenador do Núcleo #REDEMIS do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), propositor da mesa;
Marcia Tiburi, professora de Filosofia da Universidade Mackenzie, que conheci no campus Higienópolis e a quem sigo no Twitter (tem lúcidas reflexões);
Clara Averbuck, blogueira da revista Carta Capital;
Mona Dorf, jornalista da Claque Editora.
Aproveite no player abaixo:
O encontro ocorreu durante o evento Social Media Week, que rolou semana passada em Sampa. Os debatedores foram :
José Luís Goldfarb, coordenador do Núcleo #REDEMIS do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), propositor da mesa;
Marcia Tiburi, professora de Filosofia da Universidade Mackenzie, que conheci no campus Higienópolis e a quem sigo no Twitter (tem lúcidas reflexões);
Clara Averbuck, blogueira da revista Carta Capital;
Mona Dorf, jornalista da Claque Editora.
Aproveite no player abaixo:
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30.9.13
Blindagem que mina o jornalismo
Que os jogadores de futebol brasileiros raramente fogem do óbvio e do clichê nas entrevistas antes e depois das partidas já sabemos, até porque muitas das perguntas feitas a eles ficam naquele feijão com arroz que só serve para preencher uma lacuna nas transmissões mesmo.
Então, quando o jornalista tem a chance de entrevistar exclusivamente um jogador da elite nacional, com bagagem internacional no currículo, poderá enfim extrair informações e opiniões mais úteis, articuladas e que respondam ao que muitos de nós gostaríamos de saber sobre essa personalidade, correto?
Errado.
Vejam o trecho abaixo, de um release que recebi dias atrás, referente a uma entrevista de um atleta a uma publicação. Eliminei alguns nomes para preservar o anonimato das partes envolvidas:
A entrevista concedida ao jornalista XX, teve no mínimo um tom curioso, visto que antes mesmo de começar, a assessora do jogador advertiu o jornalista sobre as perguntas que ele não poderia fazer. Dinheiro não pode, insatisfação da torcida YY não pode, das ex ZZ e WW, não pode, às perguntas que sobraram, nem todas respondidas, foram teleguiadas por sua assessora que emitia sons mudos para “sim” e para “não”.
Você chamaria essa entrevista acima de jornalismo de verdade?
Então, quando o jornalista tem a chance de entrevistar exclusivamente um jogador da elite nacional, com bagagem internacional no currículo, poderá enfim extrair informações e opiniões mais úteis, articuladas e que respondam ao que muitos de nós gostaríamos de saber sobre essa personalidade, correto?
Errado.
Vejam o trecho abaixo, de um release que recebi dias atrás, referente a uma entrevista de um atleta a uma publicação. Eliminei alguns nomes para preservar o anonimato das partes envolvidas:
A entrevista concedida ao jornalista XX, teve no mínimo um tom curioso, visto que antes mesmo de começar, a assessora do jogador advertiu o jornalista sobre as perguntas que ele não poderia fazer. Dinheiro não pode, insatisfação da torcida YY não pode, das ex ZZ e WW, não pode, às perguntas que sobraram, nem todas respondidas, foram teleguiadas por sua assessora que emitia sons mudos para “sim” e para “não”.
Você chamaria essa entrevista acima de jornalismo de verdade?
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6.8.13
Celebrantes debutantes
Abençoar o casamento de entes mui queridos como padrinho já rende uma baita emoção. Some isso à responsabilidade privilegiada de conduzir a cerimônia, podendo imprimir sentimento ao discurso: uau!
Foi a especial experiência que Arika e eu tivemos semanas atrás, coministrando o casamento dos cunhados Letícia e David ao lado de Benoît et Anaïs, irmão e cunhada do noivo, respectivamente.
Superbe!
Minha amada falou melhor sobre o assunto, no Facebook. Quem se interessar, leia:
"Vocês querem ser os nossos celebrantes?"
Pensei tantos segundos antes de responder que eles até chegaram a achar que eu não queria. Senti foi muita honra de ter recebido aquele convite. Honra porque eu sabia o que aquele convite representava, dada a importância que tinha aquela cerimônia visto todo o carinho e cuidado tanto do Da quanto da Lê de escolher tudo a dedo. Ainda mais porque é uma lembrança eterna da benção da união do casal, sim, benção. Respeito a sua religião mas toda pessoa de bom e puro coração pode abençoar o que desejar. Dali em diante, começamos a esboçar o texto, alguns ajustes ali, outros aqui. Insights no meio da madrugada ligando o notebook debaixo da coberta pra não incomodar o sono do Bruno. Foco na elaboração do texto, de forma que ficasse emocionante, sério e não-didático como a Letícia havia pedido.
Difícil definir amor, família e amizade, você acaba encontrando os clichês até perceber que fica fácil escrever quando se vive intensamente todos esses setores, ainda mais quando é sobre um casal que você conhece tão de perto, uma escrita exclusiva. Dias antes do casamento, veio um nervosismo imenso, ansiedade e medo de chegar na hora "H" e não conseguir expressar nada daquilo que eu vinha escrevendo há meses, justamente por não ter experiência alguma com discursos. Sensação que não passou até o momento de enviar os textos para a gráfica.
Naquela manhã fatídica, a ficha caiu. Depois de meses pensando em preparar o texto, traduzir, ensaiar, combinar detalhes.... ERA A MINHA IRMÃ que ia casar dali a algumas horas com o melhor príncipe que poderia aparecer para ela. Como num filme, um flash com todos os momentos que havíamos passado juntas e conversado sobre aquela data mesmo sem saber se ela um dia aconteceria, vieram à minha mente. Ela é tão importante pra mim que eu morria de medo de ela se casar com um homem que fosse tirar de mim a minha melhor amiga (rs). Mas o David Chevrier é um irmão que eu ganhei, lindo, gentil, humilde, amigo! Foi muita emoção e lágrimas de felicidade nesse momento de concentração para a noite especial.
Meu nervosismo até contagiou o zíper do meu vestido que resolveu quebrar na data marcada. E em meio ao desespero apareceram muitos anjos para me ajudar, como num conto de fadas! Muito obrigada Geisa Moraes, Ramon Brandt, Lilian Ravanelli Pessa, Marjorie Azevedo Amaral Amaral, Márcia Vargas Soares, Márcia Padua!!
Fato é que deu tudo certo, mesmo com o nervosismo, mesmo sem o vestido inicial e o melhor é que vocês gostaram de tudo com o que pudemos contribuir! Espero que tenham conseguido sentir pelo menos um pouco de tudo o que eu pretendi transmitir.
Foi inesquecível, um dos melhores dias da minha vida para abençoar o primeiro dia da vida de vocês como um casal, marido e esposa. Sempre estarei por perto para celebrar cada momento e amparar quando necessário!
Muito obrigada pela oportunidade e confiança!
E muito obrigada Bruno Pessa, meu lindo amor, pela parceria de sempre!
AMO MUITO VOCÊS!!!
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| foto by Laly Sturaro |
Superbe!
Minha amada falou melhor sobre o assunto, no Facebook. Quem se interessar, leia:
"Vocês querem ser os nossos celebrantes?"
Pensei tantos segundos antes de responder que eles até chegaram a achar que eu não queria. Senti foi muita honra de ter recebido aquele convite. Honra porque eu sabia o que aquele convite representava, dada a importância que tinha aquela cerimônia visto todo o carinho e cuidado tanto do Da quanto da Lê de escolher tudo a dedo. Ainda mais porque é uma lembrança eterna da benção da união do casal, sim, benção. Respeito a sua religião mas toda pessoa de bom e puro coração pode abençoar o que desejar. Dali em diante, começamos a esboçar o texto, alguns ajustes ali, outros aqui. Insights no meio da madrugada ligando o notebook debaixo da coberta pra não incomodar o sono do Bruno. Foco na elaboração do texto, de forma que ficasse emocionante, sério e não-didático como a Letícia havia pedido.
Difícil definir amor, família e amizade, você acaba encontrando os clichês até perceber que fica fácil escrever quando se vive intensamente todos esses setores, ainda mais quando é sobre um casal que você conhece tão de perto, uma escrita exclusiva. Dias antes do casamento, veio um nervosismo imenso, ansiedade e medo de chegar na hora "H" e não conseguir expressar nada daquilo que eu vinha escrevendo há meses, justamente por não ter experiência alguma com discursos. Sensação que não passou até o momento de enviar os textos para a gráfica.
Naquela manhã fatídica, a ficha caiu. Depois de meses pensando em preparar o texto, traduzir, ensaiar, combinar detalhes.... ERA A MINHA IRMÃ que ia casar dali a algumas horas com o melhor príncipe que poderia aparecer para ela. Como num filme, um flash com todos os momentos que havíamos passado juntas e conversado sobre aquela data mesmo sem saber se ela um dia aconteceria, vieram à minha mente. Ela é tão importante pra mim que eu morria de medo de ela se casar com um homem que fosse tirar de mim a minha melhor amiga (rs). Mas o David Chevrier é um irmão que eu ganhei, lindo, gentil, humilde, amigo! Foi muita emoção e lágrimas de felicidade nesse momento de concentração para a noite especial.
Meu nervosismo até contagiou o zíper do meu vestido que resolveu quebrar na data marcada. E em meio ao desespero apareceram muitos anjos para me ajudar, como num conto de fadas! Muito obrigada Geisa Moraes, Ramon Brandt, Lilian Ravanelli Pessa, Marjorie Azevedo Amaral Amaral, Márcia Vargas Soares, Márcia Padua!!
Fato é que deu tudo certo, mesmo com o nervosismo, mesmo sem o vestido inicial e o melhor é que vocês gostaram de tudo com o que pudemos contribuir! Espero que tenham conseguido sentir pelo menos um pouco de tudo o que eu pretendi transmitir.
Foi inesquecível, um dos melhores dias da minha vida para abençoar o primeiro dia da vida de vocês como um casal, marido e esposa. Sempre estarei por perto para celebrar cada momento e amparar quando necessário!
Muito obrigada pela oportunidade e confiança!
E muito obrigada Bruno Pessa, meu lindo amor, pela parceria de sempre!
AMO MUITO VOCÊS!!!
26.7.13
Uma vez escrevi... sobre o Dia do Escritor
Ilustres, de vez em quando resgatarei textos produzidos há alguns anos (ou muitos... #ficandovelho), que ainda não publiquei (ou não me lembro, ou não tenho mais acesso), pois se conectam com assuntos que voltam a me ocorrer na cachola e também para arquivá-los com mais agilidade e segurança (tenho um arquivo de Word recheado de escritos, mas pen-drives, CDs e computadores estão mais suscetíveis a problemas que possam me levar a perder esses dados do que a imensa biblioteca da Web da qual este modesto bológue faz parte).
O primeiro dessa série "Uma vez escrevi" completou 10 anos ontem, no Dia do Escritor, e não apenas pela efeméride consagrada do número redondo, mas pela manutenção do meu pensamento sobre a questão, achei válido praticar a emersão abaixo. Vejam o que o então estudante de Jornalismo escreveu em uma mensagem de e-mail (a não lembro quem...) na época:
O primeiro dessa série "Uma vez escrevi" completou 10 anos ontem, no Dia do Escritor, e não apenas pela efeméride consagrada do número redondo, mas pela manutenção do meu pensamento sobre a questão, achei válido praticar a emersão abaixo. Vejam o que o então estudante de Jornalismo escreveu em uma mensagem de e-mail (a não lembro quem...) na época:
Por que parar na leitura?
(2003)
25 de julho,
dia do escritor. Logo cedo, alguém na TV cita a data e aconselha milhões
de brasileiros insistentemente: "leiam, não percam esse gosto e esse
costume, não deixem os livros encostados na estante!". Ótimo, a
leitura é o nosso pão da vida e criar bibliotecas em casa somente para a visita
da poeira não tem muita utilidade mesmo.
Muito propício o incentivo à
leitura voltado ao reconhecimento do escritor. Ampliando o
raciocínio, porém, pintou um cutucão: todos nós devemos ler assiduamente,
pois temos grandes nomes cujas obras se constituem em legados riquíssimos a
nossa formação, correto? Então, essa classe dotada de um privilégio
intelectual restrito a poucos merece mais respeito: são Escritores, melhor
dizendo. Nada contra, já que devemos muito a eles. A pergunta está
do lado de cá. A nós, meros mortais, caberia apenas consumir o
legado que vem "de cima"? O que fazer com o legado diário que
acumulamos em preciosos minutos de leitura? Se há
"Escritores", assim tratados por viverem das palavras, não podem
existir "escritores", pessoas comuns colhendo os frutos de sua
condição de leitores?
A transposição
do ler ao escrever, penso, está mais para o atravessar uma rua de mão
única do que o ir de Santos a Guarujá numa manhã de fim de semana de
verão. Depende mais de quem empunha uma caneta ou se debruça num teclado; os
conhecimentos são mais básicos do que muito se pensa. Lamento que se
ache que é preciso diploma superior ou se considere atividade exclusiva às
ciências humanas e aos comunicadores. Muitos dos "Escritores" nem
ensino médio tiveram. Alguém pode pensar: ah, mas eles são (ou foram)
"Eles", né... Superando mais um exemplo dessa
teimosia nacional que é a auto-subjugação, veremos que a simples
alfabetização, tão em voga no país que cada vez mais leva
crianças às escolas, pode ser nosso ponto de partida. A partir
do cotidiano, podemos ir além do que habitualmente se faz na escola e
compõe o contato interpessoal via correio ou internet, por exemplo. Resta agora
descobrirmos o que ganhamos com isso.
Vamos dar uma chegadinha até a Europa da
Idade Média pré-capitalista, que já via projetos de cidades em muitas
feiras livres. Se você planta apenas verduras, como
obtém grãos, cereais e outros alimentos? Vai à feira e
troca seu excedente pelo do vizinho que planta aquilo de que você precisa;
assim ocorreu até que alguém tivesse a idéia (não tão feliz, creio)
de estabelecer um valor de troca para as coisas, que aí se desvinculou do valor
de uso, e hoje vivemos com o dinheiro e o capitalismo, mas meu ponto central
ficou lá trás. Voltemos ao tema tentando visualizar os benefícios da troca para
os nela envolvidos: percebemos que todos ganham ao produzir algo que vai
ser aproveitado pelos demais graças à existência da troca em si.
O ato de escrever - com letra minúscula
(porque me refiro a nós), além de nos propiciar um conhecimento partilhado
sem que tenhamos de comprar livros, não se restringe ao "toma lá = dá
cá", nem pára na bondade cristã de contribuir de alguma forma com o
enriquecimento do próximo. Quando escrevemos, aperfeiçoamos nossas
reflexões de tal modo que nos conhecemos melhor, aprendendo algo novo
a cada busca de palavras na seqüência do texto. O prazer e as
descobertas se assemelham ao que a leitura proporciona, afinal a escrita
assenta-se sobre a materialização de várias coisas que você já leu algum
dia, se entendermos tudo que vivenciamos como componentes de nossa leitura
do mundo.
O maior estímulo está dado: começar a
escrever espontaneamente tende a se converter numa viagem tão saborosa
quanto embarcar no universo da leitura. Atualmente, é muito fácil dar asas à
escrita: esse e-mail já mostra um pouco do que a internet pode nos
proporcionar. Entretanto, somente a disposição de cada um pode fazer nossa
cultura avançar nesse âmbito. É batido afirmar novamente que temos de ter
a iniciativa, mas, se servir de constatação, um estudante de jornalismo pode
vos assegurar: raramente ele ouviu de alguém desde o ginásio até a
faculdade que, não bastando a leitura, precisava escrever. Hoje, não se
arrepende por ter ido além.
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Uma vez escrevi
28.6.13
FUI PRA RUA!!
A onda de manifestações me arrastou na terça-feira da semana passada, dia 18. Aproveitei um compromisso de trabalho entre a República e o Anhangabaú, que acabou no fim da tarde, para me juntar aos milhares que se concentraram diante da Prefeitura paulistana.
Inclusive depois vim a saber, durante a própria manifestação que acompanhei até a avenida Paulista, que o furgão branco da Record (foto acima) estacionado diante da Prefeitura acabou sendo incendiado, uma lástima! Eu, como jornalista de formação, poderia estar do lado do carro, trabalhando, se estivesse em outro emprego hoje....
Mas vamos em frente com a multidão pacífica que sabe se manifestar civilizadamente.
Diante do belo prédio do teatro, o pessoal parou a caminhada para se aglomerar, exibir cartazes, fotografar e ser fotografado, embalar palavras, gritos e bordões, e depois seguimos para a Praça da República, que contornamos pela Av. Ipiranga, rumo à Rua da Consolação. Lá, fomos até a Praça Roosevelt e paramos novamente, defronte ao Elevado Costa e Silva/Minhocão.
A massa parecia aumentar cada vez mais, mesmo sendo apenas um dos três grandes grupos que partiu da Praça da Sé, onde a concentração foi agendada para 17h. Do ponto central da cidade, um grupo seguiu para a Prefeitura, outro pegou a direção da Av. Brigadeiro Luís Antônio e um terceiro rumou para o Terminal Parque D. Pedro. O da Brigadeiro, onde estava minha amada esposa, também seguia para a Paulista, que dentro de minutos veria um povo ainda maior tomando conta de ruas, calçadas e canteiros!
A subida para a Paulista, do meu grupo, não foi um Movimento Uniforme (nem Uniformemente Acelerado - pausa para os #colegialfeelings); inclusive um grupelho chegou a gritar para a galera voltar rumo à Prefeitura, então muita gente hesitou por instantes.
Prevaleceu felizmente o bom senso, e tomamos a Paulista, que lindo mar comprido de gente! Passei algum stress quando o pessoal começou a dispersar, depois das 22h, e não encontrava a Arianne. Mas o sentimento de união por uma luta coletiva foi deveras recompensador, assim como o de exercer a Cidadania e moldar a História do país. Ainda mais ao sabermos que, no dia seguinte, o aumento das tarifas de ônibus e trens fora revogado! Vencemos essa!!
Não deu pra ficar muito ali porque infelizmente houve ignorância de alguns tentando invadir o prédio, ou depredá-lo, ou agredir os vigias locais, e aí todos nós da galera "mais sussa" ouvimos disparos de bomba e nos afastamos rumo ao Theatro Municipal.
Inclusive depois vim a saber, durante a própria manifestação que acompanhei até a avenida Paulista, que o furgão branco da Record (foto acima) estacionado diante da Prefeitura acabou sendo incendiado, uma lástima! Eu, como jornalista de formação, poderia estar do lado do carro, trabalhando, se estivesse em outro emprego hoje....
Mas vamos em frente com a multidão pacífica que sabe se manifestar civilizadamente.
Diante do belo prédio do teatro, o pessoal parou a caminhada para se aglomerar, exibir cartazes, fotografar e ser fotografado, embalar palavras, gritos e bordões, e depois seguimos para a Praça da República, que contornamos pela Av. Ipiranga, rumo à Rua da Consolação. Lá, fomos até a Praça Roosevelt e paramos novamente, defronte ao Elevado Costa e Silva/Minhocão.
A massa parecia aumentar cada vez mais, mesmo sendo apenas um dos três grandes grupos que partiu da Praça da Sé, onde a concentração foi agendada para 17h. Do ponto central da cidade, um grupo seguiu para a Prefeitura, outro pegou a direção da Av. Brigadeiro Luís Antônio e um terceiro rumou para o Terminal Parque D. Pedro. O da Brigadeiro, onde estava minha amada esposa, também seguia para a Paulista, que dentro de minutos veria um povo ainda maior tomando conta de ruas, calçadas e canteiros!
A subida para a Paulista, do meu grupo, não foi um Movimento Uniforme (nem Uniformemente Acelerado - pausa para os #colegialfeelings); inclusive um grupelho chegou a gritar para a galera voltar rumo à Prefeitura, então muita gente hesitou por instantes.
Prevaleceu felizmente o bom senso, e tomamos a Paulista, que lindo mar comprido de gente! Passei algum stress quando o pessoal começou a dispersar, depois das 22h, e não encontrava a Arianne. Mas o sentimento de união por uma luta coletiva foi deveras recompensador, assim como o de exercer a Cidadania e moldar a História do país. Ainda mais ao sabermos que, no dia seguinte, o aumento das tarifas de ônibus e trens fora revogado! Vencemos essa!!
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13.6.13
Julinha!
Julinha super peludinha com Ari, pré-tosa
Julinha super peladinha me seguindo, pós-tosa
Tava devendo aqui o registro da filha que adotei este ano, em janeiro. Na verdade, ganhei da esposa, a dona original que há acolheu, pela primeira vez, há 16 anos!
Embora essa idade seja praticamente a metade dos meus 31 recém-completos, se consideramos que a contagem etária dos cães requer a multiplicação dos anos vividos pelos humanos temos uma pretinha bem mais idosa do que o branquelo aqui.
Jully (ou Julie, ou, como acabei adotando, Julinha) foi uma das grandes novidades deste 2013 na nossa vida, em nova residência também!
Companheira serena, muito raramente late - mesmo quando passa dias sozinha! Só lhe causam alvoroço as necessidades básicas de comer e passear, quando esperadas e não atendidas logo. Adora ir pra cozinha, cheira o que acha pela frente, e se tem odor de carne por perto, fica na fissura...
Já não escuta nem enxerga de longe, ou com a acuidade de um cachorro jovem, então pouco liga para o que se passa a uma certa distância, inclusive se outro cão se aproxima, se um humano a elogia, essas interações. Gosta da liberdade, de ficar zanzando insanamente lá e cá, repetindo o itinerário dezenas de vezes até dar na telha de comer, beber água ou dormir. Curte brincar de tentar morder, de receber um xameguinho, e se vier acompanhado de um bifinho, melhor ainda!
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post pessoal
29.4.13
Imagem não é tudo
Outro dia, no busão, sentou-se do meu lado uma moça com uma bíblia de capa mais colorida e textual do que as convencionais, o que me chamou a atenção (palavras à vista sempre me atraem).
Minha espiada identificou poucas informações, mas entre elas estava o nome Silas Malafaia, dado que me fez alterar a impressão inicial sobre a garota. De uma certa admiração pela nobreza do livro portado, senti um quê de repulsa pela associação que realizei do pastor com expressões lastimáveis, como preconceito e intolerância com determinados grupos sociais.
Aí depois refleti e me fiz duas perguntas: alguém que abre uma bíblia necessariamente é digno de admiração só por isso? Todos os leitores de qualquer texto de Silas Malafaia merecem o mesmo tipo de consideração que nutro pelo líder religioso?
Resposta fácil e comum aos dois casos: não. O texto bíblico é carregado de simbolismos, metáforas, colocações que permitem mais de uma interpretação. Ensina o caminho do amor, mas se absorvido literal ou tortamente por um fruidor intolerante pode transformar o bom em mau semeador.
De mesma forma, suponho que um pastor de prestígio, ao se colocar como multiplicador dos ensinamentos divinos, deve ter, entre as dezenas de discursos direcionados ao pastorado, aqueles que estimulem suas ovelhas a praticar o bem e fazer a diferença positivamente entre os seus e na sociedade (sejam a maioria ou a minoria deles).
A primeira impressão e a imagem mais recorrente nem sempre dão conta do que a pessoa é, não é?
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