24.5.11

Meu texto abaixo foi publicado no interessantíssimo 3Meia5, blog que vale a visita e sobretudo a colaboração...

1º/5/11: BOTA TRABALHO NISSO!

É dia do trabalho, dia de trabalho. De domingo? É. Você não é a média da população, é jornalista esportivo. Em dia de plantão, bora pra redação.

Dia do trabalho não, dia do trabalhador. Dia de luta. A primeira luta é clara: sair do apê nesse dia escuro, frio e chuvoso, no qual tudo de gostoso passa longe do plantão de domingão, a começar pelo amor que sou obrigado a deixar...

Enquanto a maioria dos trabalhadores goza o merecido descanso do seu dia, o jornalista esportivo luta. Ainda mais num domingo, quanto tudo que existe na face da competição de segunda a sábado se acumula nas costas desta e d'outras mulas. Consegui, no entanto, um almoço em família. Marcado, porém cronometrado.

Quatro da tarde não é tarde: só começa. PC, rádio, TV, tudo ligado, monitorado. Janelas muitas. Lá fora? Nem sei, são as janelas do PC. Meu horizonte é quadrado, atualizado num segundo. Mundo digital, universo particular. Que consome e o lombo come. Levantar um pouco, dá? É intervalo, corro lá.

Tão logo o futebol acaba, tudo desaba. Avalanche, sem parada pra lanche. Clica, clica... clica. Espera. Clica de novo. Não funciona, a home não sobe. Escreve, bate no teclado, apaga. Copia e cola, bastante. Não que não pense. Mas tem que pensar-agindo, e agir-agilizando. Nem sempre funciona. Suporte, alô alô. Suportai, Bruno, o cansaço que vem insuportável.

Claro, 14 dias sem pausar o pancadão. Mole não. Dá nem pra pensar, né? Também, não dá tempo. Aliás, que horas são? Quase meia-noite, quase segunda. Olha o domingão do plantão, que não passa na sua televisão, engolindo a pobre da segunda. Coitada. E você ainda reclama das segundas-feiras! Viva um domingo de jornalista esportivo pra entender: suas segundas serão muito, mas muito mais leves. Ou melhor, não viva. Dá muito trabalho...

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Bruno Pessa, 29 anos no cair de maio, ama esportes mas procura não se esquecer da vida fora dele. Muito bem casado e tratado pela família, tece planos acadêmicos pós-mestrado. Metas mais modestas podem ser desvendadas no Twitter (@obrunopessa) e outros cantos...

20.4.11

AGORA ME CHAME ASSIM:

31.3.11

Li e recomendo: O Ano do Pensamento Mágico, Joan Didion

Relatos, lembranças, reflexões e divagações de uma escritora no período de um ano depois da morte do marido, também escritor, após mais de 40 anos de casamento. Triste, claro, mas muito revelador do impacto da perda de um ente querido por um ser humano. Para quem leva esse fator em conta, quando lançado no Brasil, em 2006, o livro chegou a ocupar o topo do ranking de livros de não-ficção mais vendidos do país.

26.3.11

LEI DA CONDENAÇÃO PLANTONÍSTICA (LCP)

Artigo 1º e único - Em todos os finais de semana e feriados em que você trabalhar haverá eventos dos quais você terá vontade de participar ou para os quais você será convidado, mas não poderá ir.

Revogam-se as disposições em contrário.

Atesto e dou fé.

Cumpra-se!

16.3.11

#DISSERTACAOFEELINGS Já devo ter dito por aqui do peso enorme que representava a conciliação da vida laboral no jornalismo esportivo (onde dias da semana = 25% dos fins de semana = 50% dos feriados, às vezes consecutivos) com um curso de mestrado. Pois desde a virada de fevereiro para março estou sensivelmente mais leve: acabei, imprimi, copiei e "depositei" a dissertação na universidade. A mente e o corpo agradecem! A propósito, a defesa será em 19/4 lá na Metô. O goleiro aqui conta com sua torcida!

12.3.11

CHECK-UP: NUNCA É CEDO...

Tempos atrás, passar por uma bateria de exames periódicos para ver se a saúde estava OK era algo para senhores e senhoras na casa dos 50 anos em diante. Mais recentemente, virou prática comum já a partir dos 40. Hoje em dia (mais precisamente em janeiro), este que escreve, perto da casa dos 30, fez seu primeiro check-up de uma série que, prometo, deve ser periódica - anual para exame de sangue e bienal para os demais (ecocardiograma, eletrocardiograma, ultrassom...).

Não que eu me adoecesse de forma preocupante, pois continuo sendo um poço de saúde - porque não descuido de descanso e alimentação, sobretudo. Mas nunca custa prevenir, ainda mais vivendo em uma cidade onde o estresse é parte do dia a dia. Aliás, sempre se deve prevenir quando o assunto é saúde. Vê se não deixa de se checar pra muito tarde!

25.1.11

NIVER DA VÉIA

Cá estou em mais um aniversário de São Paulo (a quem eu gosto de me referir como "Ah, Pablito!"), 457 recém-passados. Gostaria de me juntar aos que a louvam, mas não consigo. Mesmo assim, indico e reproduzo abaixo o texto da jornalista e paulistana Marli Gonçalves sobre a efeméride deste 25 de janeiro. Mas não deixo de colocar abaixo, também, o que eu respondi a ela, por email, quando recebi e li seu relato.

São Paulo, Ailoviiú (por Marli Gonçalves)

"Peço desculpas de antemão. Terá de ser um pouco maior, tão grande quanto a cidade que homenageia. Feche os olhos. Imagine São Paulo. Vou tentar narrá-la. Ou descrevê-la como fazíamos em nossa infância, na frente de desenhos importados e mal impressos. Aqui está tudo em nossa própria carne. Impressões digitais e na íris, nome de uma flor que você vê, andando por ela.


Vejo coisas malucas que só por aqui. Vi uma fila de motoboys, pizzas na mão, em frente a um prédio só, em dia de chuva. Vejo policiais de bicicleta, de moto, de viaturas, de helicópteros. E descalços, ao mesmo tempo, com seus salários de fome. Uma fome que alimenta a violência. Vejo até guardas florestais com imponentes Lands Rover. São Paulo tem áreas florestais, sabia?

Na chuva, enchentes. Na seca, narizes sangrando e muito coff-coff-coff. O asfalto queima as patinhas dos cães, muitos, vira-latas ou de madames, mas aqui algumas delas põem sapatinhos em seus bichinhos. Cavalos puxam homens e carroças. Carroças são puxadas por homens e cavalos. Às vezes homens puxam cavalos e carroças. Algumas, apenas o cavalo solto nas estradas, perigo da noite.

Gente que tem muito. E gente que não tem nada. Nem a perder. Nada. E achados e perdidos, que essa cidade tem.

Tem trânsito, tem calmaria (mas só quando a deixam, fugidos, nos feriados). Tem flores de todos os tipos, árvores coloridas. Mas você precisa olhar para elas. Os ipês, mancas, quaresmeiras, as azáleas, os lírios e as palmas. As íris, quase violetas.

Aqui já vi, vejo e verei mendigos poliglotas. Loucas elegantes que fazem uso à sua moda do que ganham, acham nas latas, caçambas da vida. Nas caçambas dos Jardins acha-se de tudo: estolas, quadros, móveis. Eu já vi e catei. Brinquedos. Não entendo por que quem joga não é capaz de juntá-los para oferecer e ganhar na troca o olhar lindo de uma criança. É São Paulo.

Já vi até dentro de carrinhos de bebê. Aqui tem gente que anda nas ruas com cães, gatos, papagaios, cacatuas, e até porcos e coelhos. Minha mãe teve dois galos. Que cantavam nos Jardins.

Ah, barulho tem toda hora. Agora. De noite e de dia. Psiu? Cadê você, Psiu? Sempre em construção. Ou carros e motos acelerando. Ônibus lotados subindo ladeiras, que aqui têm muitas. E os bêbados da noite, em carros de todo o tipo. Ou nas calçadas. Mas as bêbadas são piores, com suas vozes finas, gritantes e lamuriantes.

Nos céus, aviões, jatinhos e helicópteros. Quase Jetsons, não fossem os balões pipocantes que de vez em quando um ser irresponsável solta por aí. Uóóóómmm. As sirenas das ambulâncias, dos policiais, dos bombeiros, do resgate. E dos idiotas que agora inventaram e usam uma corneta com esse som.

São Paulo: seus parques e praças são poucos. Suas áreas de risco, muitas. Sua periferia, cinza. Suas favelas, até isso, sem graça, sem samba, sem cor.

Mas aqui tem para todo o mundo. Para ateus, agnósticos e etcs. E todas as religiões. Dos rabichos dos Hare Khrishnas, aos dreads dos rastas. Os cachinhos dos judeus ortodoxos, com seus chapelões de pelo. As sandálias dos franciscanos. Os pesados hábitos das carmelitas. O moderno dos Padres Rossi e amigos. As saias "colunas" das evangélicas tradicionais e os terninhos dos pastores. As cabeças cobertas das muçulmanas. Centros de cabala, Kaballah, centros de espiritismo. Mesa branca, umbanda, candomblé, magias de todo o tipo. Até feiras de cartomantes há! Aqui até fachada de templo evangélico gigante parece fachada de centro gay, toda em arco-íris. Verdade!

Ciganas lêem suas mãos. Malabaristas passam bolas de cristal pelos braços. Comem fogo e espadas. Jogam Três Marias para cima. Os meninos pobres tentam fazer o mesmo. Ou pegam rodinhos e paninhos sujos para limpar o seu pára-brisa.

Aqui em São Paulo tem rua de tudo. De madeira, noivas, móveis, decoração, roupas, panelas, ferragens de porta, de equipamentos musicais. Agora há também ruas, muitas, tomadas por hordas de viciados em crack. E os nomes das suas ruas, São Paulo, nem conto! Queria morar na Rua das Estrelas Fugazes, se houver.

A noite de São Paulo pode ser paga. Ou gratuita, se for só para olhar. Suas manhãs são agitadas. Tem quem vem de longe. Tem quem vá para longe. Ida e volta. Diariamente.

Agora, mas só agora - não acontecia isso antes, acredite - vemos gente de shorts e chinelos nas ruas. Mas ainda não vemos as mulheres de biquíni nas praças que tem quem queira, não queira, não goste. Não possa. Ah! As avenidas são como rios cortantes para se transpor. Às vezes a nado. Rezando, os pedestres. Represas, rios e riachos. Córregos borbulhantes e vazantes. Efervescentes, na cidade, tais quais toda sua gente: contorcionistas, voyeurs e exibicionistas, antropofágicos, simpatizantes até de tudo muito aquilo para o lado direito.

A arte está nas ruas, em grafites, adesivos, carimbos. Em cada um por todos. Todos por um. Além de igrejas, templos e bibocas, há restaurantes para todos os gostos e nacionalidades, desejos, gostos, bolsos. Agora até em motos nas ruas, comida. Em São Paulo, cachorro-frito já acharam, com gato no churrasco, cavalos no aperitivo. Aqui se vende bem caro até espuma, novidade gastronômica. Chame diferente: iogurte vira frozen; molhos viram nomes extraordinários.

São Paulo fala todas as línguas, sotaques, dialetos, gírias. Com r, s, ou estalados nos dentes, no céu da boca. O rrrrr comprido dos caipiras, que aqui habitam e mantêm o clima, o charme do sotaque, "sutaque", uai, tchê, guri, guria, painho, mainha. Óxente, cabra da peste!

24 horas aqui tem pães, sexo, sex-shop, pet-shop, materiais de construção, mercados até hiper, massas e carnes, sopas e álcool, nos postos, convenientes, junto com a gasolina. São Paulo, frenética, violenta, caridosa, e ruidosa. Esburacada e recapeada. Antiga e antigamente, caindo aos pedaços, indo ao chão e erguendo-se, do nada, inteligentes e inacessíveis. Arranha o céu!

Além de especialidades médicas, doenças e males estranhos. Antenas, muitas. E antenados. Interferências, todas, e gente desplugada, perdida, michêse michados. Apagões aqui e ali. Até de inteligência. Rua que é estrada, avenida que é rua.

Aqui tem festa suingueira, festa fechada, festa aberta. Fetiches, Sado e Masô. E ainda os sertanejos dos fuscas tunados. Há os meninos e as meninas, em seus clubes dos bolinhas e luluzinhas. No Arouche tem footing gay nas tardes de domingo. Na Augusta em que nasci e vivi, tem todo dia, toda hora. Augusta dos 60, dos 70, dos 80, dos 90, dos cem em diante. 120 por hora.

São Paulo: sua bandeira e a do Brasil tremulam orgulhosas. Você é preta, vermelha, branca. E verde e amarela. Aqui se vê de tudo e se faz muito pouco do que dá. Cada vila, bairro, uma cidade, uma ciranda. Milhões de histórias para contar. Feliz Aniversário, minha véia!"

Respondi assim para ela:

Ótimo texto, muito bem escrito. Mas continuo achando SP inviável e com um futuro desanimador. Não cabe mais tanta gente e carros, e mesmo assim seguem crescendo as pessoas e os automóveis da cidade que não pode parar, mas para cada vez mais. Sem falar das pequenas e grandes desgraças que qualquer chuva normal de verão traz...

Agora te pergunto: né não?

23.12.10

Joyeux Noël à tous!



Boas festas e 2011 a quem já me desejou, vai me desejar e também a quem não o fez ou fará, só pelo bem de desejar o bem!

15.12.10

4 DENTES DO SISO A MENOS. Deram um belo trabalho, mas se foram, o último deles hoje de manhã.

Recuperação em Ribeirão Preto, Natal idem, mas semana do ano novo de volta à vida de gado em SP...

Já o mestrado não quer saber de férias e fica martelando na minha cabeça que não posso deixar de andar ao menos um pouco por dia com a dissertação. Deve ser assim até fevereiro.

Conto com a torcida e apoio dos entes queridos, especialmente da ARIKA MINHA VIDA!



29.11.10

USANDO A CABEÇA COMO NINGUÉM


Difícil conciliar um trabalho de 8h diárias na internet com a preparação de uma dissertação de mestrado. Extenuante mentalmente falando. Ainda mais quando os finais de semana viram dias de trabalho non-stop. Mas as férias estão chegando. Força, Pessa, farta pôko!

18.11.10

ENQUETE FUTEBOLÍSTICA






QUAL A MAIOR VERGONHA DO CAMPEONATO BRASILEIRO 2010?



a) Erros imensos de arbitragem



b) STJD querendo aparecer



c) Calendário bagunçado e desumano



d) Todas as anteriores na mesma medida



Bruno Pessa vota A e aceita outras sugestões de enquetes, sejam mais ou menos relevantes

8.11.10

UM DEVANEIO

Puta forno dentro do ônibus, vindo pro trabalho já suado. Aí vejo o Parque do Ibirapuera.

Será que eu penso que, fosse a minha sorte outra, poderia descer, entrar no parque, deitar sob a sombra de uma grande árvore, na grama, e esquecer da vida?

Claro que eu penso. Mas preciso tentar abrir mais a janela do busão, porque vir trabalhar é irremediável...

3.11.10

AH, PRAIA...



Itanhaém (SP) não é uma praia diferenciada, tampouco badalada. Mas é pra onde o santista de criação aqui tem tido chance de ir em termos de litoral. E praia é praia, peixe: relaxa, revigora e deixa sempre saudade quando fica para trás, na quilometragem e na memória.

26.10.10

RECORDAR É VIVER




Muito provavelmente a maioria dos seus colegas de escola/faculdade não são seus amigos hoje. Muitos nunca foram. E atualmente não devem fazer parte do seu dia-a-dia.

Mas eles compartilharam momentos impagáveis contigo. Uma época que todos consideram boa, talvez melhor que a atual, que tem inúmeras preocupações a mais nas nossas vidas adultas. Revê-los, portanto, significa relembrar a felicidade que ficou lá atrás e pode ser sempre revivida a cada novo encontro. Ou seja, é pra lá de bom.

Se quisermos, os laços não precisam morrer no passado. Podem ganhar novos contornos. E nos mostrarem que o tempo que passamos juntos, por mais distante que fique na memória, não foi em vão e também significou para o ex-colega que hoje dá risada conosco. Na nossa busca constante por significados na vida e coisas que façam valer a pena viver, isso faz muita diferença.

14.10.10

POR MAIS TROCAS NO FUTEBOL


O fato de tantos jogadores estarem se machucando gravemente no Campeonato Brasileiro, em função do calendário mais do que puxado, tem bastante a ver com o fato de o torneio não parar nas datas-Fifa, quando a seleção joga, ao contrário do que acontece nas competições nacionais europeias, por exemplo. O número de contundidos também poderia cair se o calendário brasileiro fosse outro, é verdade. Mas que tal propormos uma solução menos relacionada ao Brasil e mais motivadora para os jogadores em geral?


Proponho que o número de substituições permitidas num jogo oficial aumente. Que passe de três para cinco, por exemplo. Seria possível tirar mais jogadores cansados ou lesionados no segundo tempo. Seria possível dar mais chances aos reservas, que ficariam menos insatisfeitos mesmo sabendo que começarão no banco. E a dinâmica e qualidade do espetáculo melhorariam, sobretudo nos minutos finais, com jogadores mais inteiros.


Há uma contrapartida, que seria o maior número de paralisações ao longo do jogo, obrigando os juízes a dar mais minutos de acréscimo. Mas como o árbitro tem total liberdade para acrescentar o que achar necessário, sem problema. E convenhamos que nem as TVs terão motivos para reclamar se o tempo total de transmissão subir 1 ou 2 minutos, não é?


Que tal? Fifa, International Board, vamos colocar o tema na pauta da próxima reunião?? Aposto que os departamentos médicos dos clubes vão aprovar...

16.8.10

O FUTURO JÁ COMEÇOU

Palpitaço para a seleção brasileira que vai à Copa do Mundo de 2014 (pelo menos é certo que o Brasil já garantido...rs). Alguém mais se arrisca?

GOLEIROS
Victor (hoje no Grêmio)
Fábio (hoje no Cruzeiro)
Renan (hoje no Inter)

LATERAIS
Daniel Alves (hoje no Barcelona)
Ilsinho (hoje no Shakhtar Donetsk)
André Santos (hoje no Fenerbahce)
Marcelo (hoje no Real Madrid)


ZAGUEIROS
Thiago Silva (hoje no Milan)
David Luiz (hoje no Benfica)
Alex Silva (hoje no São Paulo)
Mário Fernandes (hoje no Grêmio)

MEIO-CAMPISTAS
Lucas (hoje no Liverpool)
Hernanes (hoje na Lazio)
Ramires (hoje no Chelsea)
Sandro (hoje no Tottenham)
Elias (hoje no Corinthians)
Ganso (hoje no Santos)
Bruno César (hoje no Corinthians)
Giuliano (hoje no Inter)


ATACANTES
Robinho (hoje no Manchester City)
Neymar (hoje no Santos)
Alexandre Pato (hoje no Santos)
Diego Tardelli (hoje no Atlético-MG)

6.8.10

A VITÓRIA É DO FUTEBOL



O Santos encantou o Brasil com um futebol alegre e ofensivo, abusando da habilidade e do ímpeto quase irrefreável de partir para cima do adversário e balançar as redes.

Mas a conquista das duas taças deste ano só foi garantida com um futebol totalmente diferente, feio, pragmático, por vezes catimbeiro: duas derrotas, para Santo André e Vitória, nas quais em certa altura todo o time se retraiu e jogou, literalmente, para perder de pouco.

Acaso? Incoerência? Fracasso do estilo moleque na Hora H? Se o Santos tivesse dois vices em 2010, poderíamos julgar de uma dessas formas. Mas o time foi campeão, porque o futebol dificilmente premia quem só sabe jogar de um jeito. Premia o mais completo, pois há momentos em que as circunstâncias do jogo e do campeonato pedem isso. Saber vencer passa por saber usar o regulamento.

Em 23 jogos no Paulistão, o Santos usou 2 deles (as finais) para mais garantir o resultado do que dar espetáculo. Nos 11 da Copa do Brasil, fez isso só na última quarta-feira, em Salvador (e se salvou da dor...). Portanto, em 8% do estadual e 9% do nacional o Santos foi chato, trivial e maquiavélico, com fins elevados que justificassem os meios baixos.

Assim, em 92% do Paulistão e em 91% da Copa do Brasil o time foi tudo aquilo que quem gosta de futebol quer ver, digno de aplausos. Brilhou com a essência do futebol. Venceu? Venceu! Venceu o futebol.

19.6.10

Neste sábado, 19 de junho, chegou à metade minha maratona de trabalho "pucauso" da Copa do Mundo. Sobrevivendo bem por ora. Mas tem mais 20 dias, e agora o cansaço acumulado é maior. Então nada de comemoração, nem em jogos do Brasil! Torcer demais atrapalha o rendimento na maratona, e agora só tem subida!!

20.5.10

CHAVES & CHAPOLIN, a qualquer hora do dia? Acesse a TV da Vila do Chaves.com!

A propósito, já conhece o último feito do imortal Seu Madruga?? Globais, tremei!


5.5.10

FUTEBOL: MATA-MATA OU PONTOS CORRIDOS?

O inigualável blogueiro Flávio Gomes opina num ótimo texto sobre este interminável debate: CLIQUE AQUI

(tendo a concordar com ele. Se bem que, pra mim, o legal seria uma fase de pontos corridos, turno e returno, e depois mata-matas entre os 4 ou 8 primeiros, dependendo do número de times participantes do torneio)

E vc, o q acha?