16.6.23
MQMA: Counting Stars - OneRepublic
7.4.23
Beach Tennis Player
Modinha não, praticante convicto!
Desde o início deste ano tenho praticado com uma turma de colegas de empresa, pegamos gosto porque é um esporte gostoso e tamo indo semanalmente.
Claro que o trend de beach sports pela cidade ajuda, mas não é jogar por jogar: o beach tennis diverte entre amigos, é fácil de pegar o jeito, não precisa de muita gente e aparatos, e trabalha o esforço cardíaco e muscular intensamente. Além de que se exercitar na areia é bem agradável.
Bora jogar?
29.3.23
Tenacidade
24.2.23
Acabei o Minhas Copas - 2022
Ufa, macrorelato em forma de macropost no macroblog dá um baita trabalho. Mas é bastante gratificante o resultado final.
É o que sinto quando termino de escrever e ilustrar as postagens da série Minhas Copas do Mundo no meu perfil do Medium.
Durante toda a Copa 2022 fui registrando observações, conclusões, fatos vivenciados, o que me chamou atenção nos jogos e no entorno deles, onde e com quem estive, como passei os dias de Copa, aquela imersão gostosa para todo fã de futebol como eu.
Postar esse relato detalhado ajuda a manter viva uma memória que quero preservar o máximo possível, afinal é na riqueza dos pormenores, circunstâncias e reações revisitadas que a gente se reconhece e constata como nossa vida é complexa e fugaz.
O resultado é o post que você pode conferir clicando aqui :D
9.1.23
Começou tenso, acabou tranquilo, seguimos!
Comecei 2022 animado, com o espírito renovado pela mudança de emprego, que foi confirmada em 30 de dezembro de 2021.
Ainda no segundo final de semana do ano, no sábado se não me engano, comprei um relógio de pulso e dei um upgrade no celular, colocando película, capa e suporte para apoiá-lo e facilitar o acompanhamento de vídeos, por exemplo. Creio que foi no mesmo dia em que Amanda selecionou e compramos várias roupinhas para abastecer o primeiro ano letivo da Nina, inclusive agasalhinhos para o inverno que só chegaria meses depois.
Tudo muito bem, tudo muito feliz, até que, logo na terça-feira seguinte, no 11o dia do ano, tomamos um grande susto, numa terça-feira comum, perto das 20h, retornando da casa da sogra rumo ao nosso prédio: o silêncio da parada no semáforo, em meio às filas de carros nas várias faixas, foi bruscamente interrompido pelo estilhaçar do vidro do passageiro da frente violentamente quebrado pelo bandido. Ruído máximo seguido pelo gesto silencioso de esticada de mão para capturar o celular que estava no suporte do carro, ao lado do volante, aberto no Waze, que o iluminava ante a escuridão da noite ao redor.
Foi embora o celular e seu upgrade, para nunca mais eu vê-los. Era uma vez o vidro original do carro, da porta do passageiro da frente. Mas felizmente nós dentro do carro não fomos embora, não fomos feridos. A pancada do lado onde estava a esposa felizmente apenas lhe atingiu com estilhaços que não machucaram, bastava chacoalhar a roupa. Felizmente não foi uma pancada no vidro próximo da cadeirinha da filha, que poderia sentir um trauma difícil de superar. Poderia ser muito pior. Se eu tivesse notado a vinda do assaltante, a tempo de movimentar o carro ou fazer barulho para tentar demovê-lo, e ele estivesse com uma arma de fogo, o que não é incomum para quem assalta, poderia não ter ninguém para escrever este post, poderia não ter mais esposa, poderia não ter primeiro ano letivo da filha, poderia ter acabado uma família.
Felizmente pude repor o que perdi e a vida seguiu, mas com novos medos, porque não é só essa modalidade de assalto de celular que cresceu aos nossos olhos (em SP sobretudo). Andar numa calçada, esperar num ponto de ônibus, parar ou chegar a uma entrada de condomínio ou casa, todas essas são situações passíveis de passar um vagabundo, ou mais, te ameaçar e levar seu celular. Ou um grupinho de moleques te cercar numa entrada de metrô ou canto de calçada da Av. Paulista, maior ponto turístico da cidade, que é onde justamente você trabalha, e portanto precisa transitar quase diariamente. Nem precisam te cercar, se vc deixar alguma margem pra que um deles passe correndo por vc, e com um tapa leve algum pertence de valor que interesse, como vimos acontecer mais de uma vez ao longo do ano.
De modo que, além de não deixar mais o celular à mostra, no suporte, ao transitar por SP, e ficar alerta a cada parada em semáforo e congestionamentos outros (vários meses depois, ainda me vinha à memória a pancada no vidro e seu barulho), só fui sossegar quando arrumei um "celular do bandido" para carregar comigo, em qualquer situação considerada como risco potencial. E assim todos os dias em que fui trabalhar de transporte público, no trajeto feito a pé e durante a espera no ponto de ônibus, o celular do bandido (ligado, com chip, mas sem utilização prática) ia no bolso e o celular de verdade ia na mochila, menos exposto.
Também tivemos episódios de invasão por assaltantes no nosso prédio, duas vezes bem sucedidas: em uma, pararam na garagem, não subtraíram mais do que uma bicicleta, acho, e fugiram; na segunda, azar da vizinha que acabou rendida e seu carro levado, quando estava na garagem. O condomínio se mobilizou, discutiu muito, a empresa de portaria remota foi trocada, o portão da garagem reforçado e a nossa atenção também se redobrou nos momentos de entrada e saída do prédio, porque se um ou mais bandidos nos ameaçarem nesses movimentos, armados ou supostamente, o mais prudente será se render e rezar...
Cautelosamente, sobrevivemos ao medo de assaltos e à gravidade da Covid, pois mesmo vacinados várias pessoas do nosso convívio se contaminaram em algum momento, até dentro de casa teve teste positivado. Nosso ano de trabalho foi positivo (Amanda veterana Soka e eu novato no Aposta 10), Nina evoluiu socialmente no primeiro ano de escolinha, crescendo e encantando, meu doutorado caminhou rumo à conclusão no início de 2023, nosso candidato venceu o traste nas urnas presidenciais, nossa Copa do Mundo (vem aí o macropost no Medium) foi animada, o esporte rendeu grandes emoções, assim como a turnê derradeira de Milton Nascimento, e o fim de ano foi de boas, recarregando as energias para que a luta contra os perigos seja vitoriosa no ano novo também.
1.1.23
O 2022 de Nina
O crescimento de Nininha, um segundo por dia, dos 1 ano e 4 meses aos atuais 2 anos e 4 meses
20.11.22
Teve essa: Especialista (?) em A Fazenda (??)
Banquei o entendedor do reality show A Fazenda, da Rede Record, e das apostas no programa para a gravação do episódio 186 do Apostacast, o podcast do aposta10.
Clique aqui para abrir o link e, clicando no player, acompanhar minha conversa com o apresentador Bruno Kohl, de pouco mais de meia hora
8.11.22
5.11.22
E sonhos não envelhecem
Que privilégio fazer parte da última sessão de música de Milton Nascimento! Emoções que fazem a vida valer mais a pena.
31.10.22
Tem coisas maiores que o esporte
Ontem foi um dia histórico para os brasileiros, tenha vc ficado feliz, como eu, ou não. Fatos são fatos. E nós jornalistas supervalorizamos fatos.
O lugar da política não é apenas no jornalismo político, e onde se trabalha com política. Política é o nosso dia a dia, determina o que rege nossas vidas. A politização é fundamental.
Que orgulho de ser leitor e telespectador de uma mídia como o portal Grande Prêmio, que estampa hoje na sua página inicial esta imagem acima. Me representa, não só pela bela cobertura do esporte a motor, em especial a Fórmula 1 da qual sou fã, mas porque não tem vergonha de assumir o seu lado na arena política, e, para além disso, evidencia-o quando o momento determina.
(o que, convenhamos, não era nada difícil nesta disputa presidencial. Não tinha escolha difícil para quem não abre mão de democracia, diversidade, tolerância, direitos humanos e respeito a todas as espécies de vida)
17.10.22
Sou fã
Em processo de renovação, a seleção brasileira feminina de vôlei primeiro foi vice-campeã da Liga das Nações, em julho, e dias atrás acabou o Mundial em segundo lugar.
Dois excelentes resultados, em que pesem as derrotas e gostos amargos de perder dois títulos. Porque, para avaliar se o desempenho e o resultado foram bons, no fim das contas, é preciso levar em conta com o que se contava: a expectativa inicial, a correlação das forças, qual era o tamanho do favoritismo para ser campeã.
Em nenhum dos dois torneios o Brasil era o maior favorito. Agora no Mundial foi se tornando uma forte candidata ao título, mas a superioridade italiana foi incontestável. Ok, perder faz parte do esporte. Perder para quem joga melhor do que você, é mais do que normal, é inevitável e muito aceitável.
Assim como é esperado que você esportista de alto nível, profissional, atleta de carreira, aceite a derrota numa final como um fracasso até certo ponto, afinal você chegou até a decisão e foi o segundo melhor entre 16, 20, 24, 32 adversários que também queriam estar na final.
Não precisa ficar satisfeito, mas é preciso subir ao pódio, receber a medalha de prata, tratá-la com respeito, sem desdém nem revolta, cumprimentar o campeão e os organizadores, atender a mídia e os torcedores que lhe ajudam a ter fama e reconhecimento como esportista, ir pra casa sem ofender ninguém, recuperar o ânimo e partir para a próxima, porque sua profissão é essa, com esses protocolos e, paciência, pois qualquer trabalho tem os deveres de ofício que desagradam porém precisam ser cumpridos.
Eu já admirava muito o Zé Roberto Guimarães, por toda a trajetória de serviços e conquistas ao esporte brasileiro, e essas bravas jogadoras, experientes e jovens, pela maneira como se dedicam, se superam, se ajudam, se motivam, se fortalecem como time. Ver o sorriso no rosto dele e delas após uma dura derrota, mas reconhecendo o quão longe chegaram, aumenta ainda mais minha admiração.
12.10.22
Feliz dia dela
Hoje é Dia das Crianças e após ter completado 2 anos a nossa Nina já tem traços, atitudes e inteligência de criança que deixou de ser bebê, embora o bebê dentro constantemente se manifeste ainda.
Isso pouco importa atualmente, pois o que mais interessa é que continue crescendo como pessoa, saudável, feliz e encantadoramente.
29.9.22
Esportistas que orgulham o Esporte
Você não é apenas um esportista, é uma estrela do esporte. Chegou ao topo, conquistou títulos importantes, vários, além da admiração de milhões de fãs pelo mundo. Fez história em uma modalidade individual, enfrentando outras estrelas do esporte várias vezes. Contra um desses adversários a rivalidade cresceu, tantas as oportunidades em que se encontraram em decisões e se revezaram erguendo troféus. O seu grande rival dentro das quadras, se fosse o caso de eleger um apenas.
Aí seu grande e maior rival está se despedindo, em prantos. Alívio, felicidade? Não, tristeza enorme. Emoção à flor da pele. Prantos também.
Aí você está se despedindo, e em vez de montar uma festa só sua, sem qualquer rival de peso, você convida seus maiores rivais. Escolhe seu grande e maior rival para jogar ao seu lado, como companheiro e dupla. Se coloca ao lado dele nos momentos finais do seu adeus, divide a emoção com ele, manifesta publicamente seu carinho a ele.
Porque, antes de ser seu maior rival, ele foi um grande esportista, um atleta que honrou tanto quanto você esse esporte que aprenderam a amar. Ele te ajudou a ser grande e chegar aonde chegou, e a recíproca é verdadeira. Mesmo enquanto rival, ele foi seu companheiro, partilhando do respeito às regras, da busca incessante pela superação, do fair play que dá sentido ao esporte, então você é grato a ele. Que por sua vez deixou bem claro que também é grato a você.
Nós é que agradecemos. Muito obrigado, Rafael Nadal e Roger Federer.
22.9.22
Hino ao inominável
Quem se importa com as eleições presidenciais de 2022 no Brasil sabe do que estou falando.
Se não sabe ou não conhece esse primor de música, uma verdadeira aula sobre o bolsonarismo, assista.
12.6.22
40 anos e O Tempo
Quarentei recentemente e tirar o peso dessa marca etária me parece importante para que as coisas não fiquem mais pesadas ainda daqui em diante.
A vida não muda totalmente porque vc chega aos 40. Praticamente tudo que os 40 te apresenta você já tinha experimentado com 39, ou antes. Então bora seguir na caminhada sem se deixar impressionar. Juventude ainda pode ser uma maneira mais leve de estado de espírito para com o envelhecimento.
Sobre passagem do tempo, ainda, gostei muito desse vídeo do Canal do Pirulla, que com 40 anos de idade produziu esse material comemorativo aos 10 anos do canal no YouTube:
24.5.22
Primeira apresentação gringa
27.4.22
Kunguequé
Antes de pães e biscoitos, Nininha foi introduzida às panquequinhas, e curtiu bastante, chamando-as de "kunguequé" desde que tinha 1 ano, 1 ano e pouco.
Pela similaridade entre panquecas, pãezinhos e bolachas, tudo isso virou kunguequé.
Por uma limitação vocabular natural para a idade, de quem ainda tem 1 ano e 8 meses quase, Patati & Patata, a dupla de palhaços com músicas e desenhos infantis, também são conhecidos como kunguequé.
Muito de vez em quando pode nos confundir, mas Nina vai desbravando o universo da comunicação do jeito que consegue, e é maravilhoso acompanhar de pertinho esse aprendizado.
20.3.22
22.1.22
A aposta agora é outra
Fim de jornada profissional na ADS Comunicação Corporativa, após mais de 10 anos e meio.
O novo desafio se chama aposta10. Dá uma olhada no site para entender melhor: https://aposta10.com/










