22.1.22

A aposta agora é outra

 Fim de jornada profissional na ADS Comunicação Corporativa, após mais de 10 anos e meio. 

O novo desafio se chama aposta10. Dá uma olhada no site para entender melhor: https://aposta10.com/

18.1.22

Pensamento de estádio


 Na imagem acima, do estádio Distrital do Inamar, em Diadema-SP, lê-se (se você clicar sobre a foto para vê-la ampliada) a frase:

"Deus não alimenta um sonho em sua mente que não possa ser realizado"

17.1.22

Ouvi e recomendo: Podcast UOL Esporte Histórias

 https://www.uol.com.br/esporte/podcast/uol-esporte-historias/ 

Jornalismo investigativo sobre temas do universo esportivo, apuração em torno de ocorrências policiais e criminosas no mundo do esporte, especialmente do futebol. Trabalho de fôlego e resultado de primeira!

13.12.21

De novo na coletânea da Renami

 Assim como no ano passado, voltei a participar com um capítulo de um livro organizado pela Rede de Narrativas Midiáticas, a Renami.

Estou na página 290 de 

"Narrativas Midiáticas Contemporâneas: Perspectivas Protagonistas" 

(basta clicar acima para visualizar e baixar gratuitamente!)




22.10.21

Deu green!

O passatempo que tá bombando atualmente por aqui são as apostas em eventos esportivos no Sportsbet.io, sobretudo ligadas a jogos e campeonatos de futebol. Recreativamente, para não viciar! 😬




15.9.21

Se eu não tivesse que conciliar...

 ... trabalho, doutorado e paternidade, estaria acompanhando, capítulo a capítulo, as duas atuais temporadas de Sob Pressão e Segunda Chamada, duas séries que me agradam muito da Globo. 

6.8.21

Olimpíada, sua linda!

 O único defeito dos Jogos Olímpicos é que uma hora acabam. Ainda bem que para os próximos não precisaremos esperar 4 anos, mas apenas 3! #Tokyo2020

19.6.21

Vi e recomendo: O Caso Evandro

 Eu vi pela série do Globoplay, baseada na série de podcasts de Ivan Mizanzuk para O Projeto Humanos. Que trabalho investigativo e que caso instigante!

11.3.21

Viagem no tempo

Novela de 1994 que acompanho agora via Globoplay... bela trilha sonora e o entrelaçamento dos planos terreno e espiritual que me deixou instigado a ver como se desenvolve...


O curioso é que, diferentemente de quando ela foi ao ar originalmente, agora dá para assistir pelo computador e pelo celular também. Tô vendo mais pelo notebook até.

5.3.21

Fuga boa da realidade

 Acompanhar Big Brother Brasil é uma boa maneira de escapar da sofrível realidade atual....




21.1.21

Vi e recomendo: séries esportivas da Netflix


Acima listo as quatro últimas séries documentais que vi na Netflix, que recomendo para outros fãs de esportes e documentários. Não que sejam iguais, apesar de revelarem a assinatura da plataforma, que revela um modo padronizado de compor essas produções, mesclando entrevistas em estúdio, captações de bastidores e personagens em locais privados, transmissões de eventos. 

Adoro esse tipo de narrativa, não tanto pela parte em que os protagonistas falam sentados numa cadeira num fundo preto, afinal ali tudo é muito protocolar, filtrado, se for o caso gravado de forma repetida. É muito mais pela captação dos bastidores, que sempre trazem novidades, informações e situações que mesmo os maiores fãs daquele esporte, daquele time, daquela estrela, desconheciam. 

Ok que os filmados podem não estar sendo espontâneos sabendo que a câmera da Netflix está registrando suas atitudes e falas, mas quando ela está dentro de um vestiário ou de uma reunião de equipe, silenciosa num canto, ficamos com a gostosa impressão de estarmos ali dentro também, sendo testemunhas de momentos importantes da história do esporte. Eu aprecio bastante!


5.1.21

Sobre as origens das palavras

Descobri esse banco etimológico hoje: Origem Da Palavra | Site de Etimologia  

Muito bom pra quem busca conteúdo para um canal como o Nossa Língua Brasileira.

26.12.20

Pandemia, obrigado?


Podemos desejar, nessa virada de ano, que 2020 seja visto, anos depois, como o ano da pandemia do coronavírus. Não porque haja algo positivo na constatação, mas porque, se em 2021 a pandemia for contida, deixar de ser pandemia, houver vacina e cura para a doença, por exemplo, o ano da pandemia terá sido apenas 2020. Ou seja, teremos evoluído nessa luta. 

Fui uma das milhões de pessoas que trabalhavam fora, cinco dias por semana, e em determinado momento (março, aqui) passou a fazer home-office forçado, juntamente com os colegas, e assim passou a maior parte do ano. Antes de saber que seria assim, eu já queria experimentar a experiência do home-office. Ela veio sem muita escolha, minha e da minha empregadora, e até agora posso dizer que foi bem mais positiva do que negativa.

Considerando que seria mais um ano conciliando doutorado com trabalho na agência, foi benéfico para mim ter os dois compromissos para conciliar dentro de casa, sem precisar do desgaste e da perda de tempo dos vários deslocamentos em cada semana. Fora as viagens ocasionais, que já estavam programadas para o ano, tanto em função da agência (eventos com clientes) quanto da universidade (eventos acadêmicos). Bem menos cansativo. A perspectiva, no início do ano, era uma viagem para Nova Iorque em outubro e outra para Fortaleza em novembro, fora outras para destinos mais próximos, por exemplo.

Considerando também que engravidamos aqui em casa, Nina nasceu no final de agosto e pude passar os primeiros meses dela na maior parte do tempo estando em casa, mesmo trabalhando e estudando, ao lado da esposa e da filha, foi muito benéfico o distanciamento social forçado provocado pela pandemia. Me manteve no lugar mais perto de quem mais importa para mim (e precisa de mim) nos últimos meses e ainda hoje. Me manteve mais descansado e disposto do que eu estaria se ela não se impusesse. Parece bizarro e absurdo, mas devo agradecer à pandemia por ter vindo neste ano?? 

Retomando as crônicas de fim de ano

Entre 1995 e 2002 eu escrevia praticamente todos os anos uma crônica de Natal ou último dia do ano. Era como se fosse um registro das vivências, hábitos e preferências de cada momento, para guardá-los na eternidade e na memória com carinho.

Depois entrou a vida adulta de vez e parece que faltaram tempo, vontade, gosto de continuar a tradição. Mas quando a gente volta aos textos, anos depois, é muito gostoso. Cada época tem seu traço específico, algumas novidades, algumas repetições, porém todas fizeram parte de um pedaço de vida que, se a passagem do tempo leva embora, o registro em narrativa textual traz de volta. 

É um pouco de vida voltando a cada crônica, na contramão da inexorabilidade da existência caminhando para o fim. Como se ganhássemos um bônus pra rebobinar a fita (como dizíamos nos anos 90) e viver aquilo de novo. Não parece mágico?

Quando se tem uma nova motivação para viver, como uma filha como a Nina, a magia nos reaviva. Então vamos retomar a saborosa tradição! 2020 tem crônica de Natal. E publicada, uma novidade em relação às anteriores, de quando eu não tinha blog, pra você ver como são antigas. Está lá na minha página do Medium

28.10.20

Para não ter risco de esquecer

 


Para quem está por fora do que é Choque de Cultura, é favor pesquisar.
Palavras-chave correlatas:
TV Quase e depois TV Globo
Rogerinho do Ingá
Julinho da Van
Renan de Almeida
Maurílio dos Anjos

15.10.20

Paternidade

 Nina nasceu no dia 31 de agosto e desde então a vida aqui em casa mudou bastante 😍