16.5.25

Estamos ao vivo no aposta10

Sempre que tem rodada do Campeonato Brasileiro de futebol da Série A, temos a live de Palpites do Brasileirão, no YouTube do aposta10. Tem sido assim desde a 6ª rodada, e hoje gravamos pré rodada 9. 

Estou conduzindo a empreitada, preparando a gravação, realizando a transmissão e tocando o papo com os colegas tipsters de futebol do a10, Gabriel Santos e Rafael Takacs.

Fazemos análises, com contextos e dados, indicamos palpites de apostas, compartilhamos dicas e resultados, sempre de forma leve e bem humorada. Dá uma moral lá, porque a gente merece!

6.3.25

Li e recomendo: "Adriano - Meu medo maior"

 Biografia do ex-jogador de futebol Adriano "Imperador", em coautoria com o jornalista Ulisses Neto, publicado pela Editora Planeta.


São 500 páginas que fluem rapidamente porque é como se você se sentasse entre os amigos de Adriano, numa conversa bem informal, e ele fosse contando as etapas mais importantes da sua vida, especialmente da carreira futebolística.

Ulisses não apenas captou essas fases sob a ótica do biografado, mas narrou "como se entrasse na alma de Adriano". Tanto que, ao submeter o texto final ao crivo do protagonista, nada foi alterado, suprimido, trocado.

Tive o privilégio de conhecer Ulisses no evento de lançamento do livro aqui em SP, na Av. Paulista, com sessão de autógrafos de Adriano, em novembro passado. Por intermédio do amigo Thybor, que foi colega de trabalho de Ulisses e me passou seu contato para que, após minha leitura, meses depois, eu pudesse parabenizar seu autor e tirar algumas curiosidades sobre o processo de produção do livro, afinal sou um jornalista fã de biografias e interessado no labor do biógrafo.

Ulisses me contou que precisou usar diferentes técnicas de captação de dados para conseguir se adaptar ao ritmo do seu biografado, pouco afeito a entrevistas formais. Além de ter complementado as entrevistas com ele com entrevistas a familiares e amigos próximos, o jornalista conseguiu passar muito tempo com o Adriano seguindo a rotina dele, convívio fundamental para a extração da persona. Com o desafio de não gravar nem anotar na hora essas interações informais, para não afetar a espontaneidade de cada momento, recorrendo à memória quando acabava cada encontro e buscava registrar o máximo que se lembrava.

Um desafio que Ulisses cumpriu com maestria, revelando o lado humano do ídolo, esportista, nascido na favela e tornado milionário precocemente, um homem afetado ainda jovem por dramas familiares e pessoais, vitórias e derrotas midiáticas. Leitura recomendadíssima, ainda mais se você também curte futebol como eu.   


25.11.24

Pepitas: as trilhas de Chaves & Chapolin

 BGMs. A vida do fã de carteirinha de Chaves e Chapolin no Brasil fica mais animada quando ele descobre onde encontrar as BGMs dos seriados mexicanos que marcaram época nos anos 1980 a 2000 por aqui.

BGM, pra quem não conhece, é a sigla de Back Ground Music, ou música de fundo, traduzindo do inglês.

As músicas de fundo foram trilhas sonoras constantes de 99%, senão da totalidade, dos episódios dublados para o português e exibidos no SBT das séries criadas por Roberto Gómez Bolaños.

O interessante da história é que foram escolhidas e inseridas trilhas sonoras diferentes das originais, por uma necessidade da dublagem. Mesmo assim, as canções selecionadas foram muito felizes e colaram na nossa memória afetiva definitivamente, assim como os diálogos e interações entre os icônicos personagens. 

Qual fã de Chaves não se lembra da trilha sonora romântica que sempre embala os encontros de Doña Florinda e Jirafor Professales? (ops!) Da música para lá de triste quando o mesmo casal Florinda-Girafales está brigado ou quando Chaves se vê sozinho na vila.

Até as músicas de abertura, encerramento e passagem de um bloco para outro são demarcações da história que têm um encaixe proposital, no contexto do episódio. 

Todas elas são BGMs com origem externa ao seriado, história própria e um lugar carinhoso nas nossas doces lembranças de cada trama em torno do Chavinho e sua querida vizinhança. Antes da era da Internet, era mais complicado localizar e acessar cada música, mas hoje em dia está tudo online, digamos assim.

Portanto, chega de falatório e vamos às fontes dessas pepitas sonoras!

🎶 Acesse o canal BGMs Ch no YouTube e se deleite!

Eis um atalho direto para algumas das trilhas mais icônicas:

Aí vem o Chaves: trilha para abertura e encerramento principalmente do programa no Brasil

Tara's Theme: o som dos encontros apaixonados de Florinda e Girafales

Farewell My Lovely: música triste, de quando Chaves se sente abandonado e o casal Florinda e Girafales briga

Flying Fists: música de fundo da abertura do Chapolin e que introduz blocos do mesmo seriado

Skipping: trilha que encerra vários episódios do Chaves e abre blocos também

Happy Whistler: canção muito comum para abrir blocos na volta do intervalo

Puff Along: introduz quadros em Chaves & Chapolin


7.11.24

MQMA: Him - Rupert Holmes

 A Música Que Me Acompanha de hoje vem lá de 1979, caraca, mais velha que eu!



As boas que eu dei na home


Como editor da home-page do aposta10, me cabe escolher destaques das casas de apostas buscando chamar os visitantes da página para clicarem nos sites das casas, criarem suas contas, depositarem e apostarem, se ainda não forem clientes, ou entrarem em suas contas e aproveitarem os palpites, se já forem cadastrados.

Tenho procurado selecionar mercados especiais para jogos importantes do dia no futebol brasileiro e internacional, com cotações aumentadas (as famosas odds), em que vejo probabilidade boa de serem palpites de apostas que serão vitoriosas. 

A satisfação quando indico um "green" é bem bacana. Eis algumas abaixo.








22.8.24

E o Silvio Santos lá

Difícil que alguém que vive da Comunicação, como nós jornalistas, não tenha uma opinião nem expressemos algo com a partida de Silvio Santos, considerado o maior comunicador que o Brasil já teve, o maior gênio da TV brasileira, um case de sucesso de empreendimento.

Reconheço seus feitos e predicados, e que dificilmente veremos outro SS, até porque a televisão e a forma de consumir TV mudaram radicalmente dos anos 80-90 para os dias de hoje. Mas admito que não sinto admiração por ele.

Como apresentador e dono de emissora, seus talentos eram evidentes, esteve entre os melhores. Porém quem conhece bastidores familiares e políticos nota condutas bem questionáveis. A maneira de enriquecimento via exploração popular que custeou o Baú da Felicidade não dá para admirar, embora não destoe do animador que jogava dinheiro pro seu auditório como se fosse migalhas de pão para pombos na rua - gesto igualmente problematizável, né?

Enquanto ele esteve no Programa Silvio Santos, nunca fui audiência constante, sempre preferi o esporte aos domingos, especialmente o futebol e o automobilismo, e quando "só tinham" Faustão ou Silvio, ficava na Globo. Tenho uma lembrança de infância de me irritar muito quando íamos visitar tias da minha mãe e eu não conseguia ver o futebol porque a TV hibernava no SBT domingo à tarde toda.

O jornalismo no SBT viveu anos de silêncio, e enquanto presente, raramente me cativou. A programação infantil eu consumi enquanto fui público, especialmente Chaves e Chapolin, até depois que não era mais público, confesso. A novela Carrossel, como gostava, acompanhei inclusive as reprises. Depois dos anos 1990, foi rareando meu contato com a emissora dos Abravanel, fundada pelo Senor. Até chegar ao ponto, nos últimos anos, de o aparelho de TV aqui da sala frequentemente não sintonizar mais o SBT, por instabilidade da antena do prédio, e simplesmente não sentirmos falta.

Parece que vem aí o streaming SBT+, e se voltarem a nos oferecer episódios dos personagens icônicos de Roberto Gomez Bolaños, o Chespirito, quem sabe eu volte a ser um telespectador do canal 4, ainda que fora da TV convencional.

Pilateiro


Peladeiro, no sentido de jogar futebol como "pelada" de amigos, eu já sou toda semana faz tempo. Praticamente desde 2014 eu venho frequentando assiduamente algum fut, exceto no período pandêmico março 2020 a dezembro 2021.

A novidade é agora que sou Pilateiro também. Comecei a fazer Pilates, semanalmente. Busco fortalecimento físico, melhor equilíbrio, postura mais correta, considerando que o desvio na coluna e a conjunção alto-magro me deixam curvado e distante da posição postural adequada a maior parte do tempo.

Emendei sessões de Treino Funcional na mesma academia do Pilates, a goodbe, por já estar incluído no plano e ser uma atividade física intensa, que trabalha diferentes músculos e regiões do corpo. 

Curioso que homens da minha faixa etária são minoria pelo que tenho constatado na goodbe. Homens são minoria, de forma geral também. A good be é menos hard do que as academias convencionais, digamos assim. Pro meu objetivo que é pegar leve e priorizar o pilates (não oferecido nas convencionais e custa mais caro em estúdios especializados), tá ótimo assim.

12.8.24

A nobreza do esporte

 


Como é gostoso acompanhar as Olimpíadas. Ir além do planeta futebol, que exerce sua soberania a cada Copa do Mundo. Jogos Olímpicos tem futebol também, com o antijogo, a catimba, a provocação rasteira, o chororô, os acréscimos aviltantes, as decisões pra lá de questionáveis da arbitragem e tudo do bem e do mal que o futebol, principalmente, já nos ensinou.

Mas que bom que tem os esportes em que se sabe perder, em que os derrotados reverenciam os vitoriosos, em que adversários só disputam enquanto a disputa acontece, pois fora dela demonstram respeito, trocam figurinhas, até traços de carinho e amizade. Sabem bem o momento de competir, buscar ser superior, e os outros momentos da vida, em que humildade e generosidade fazem os melhores seres humanos.

E como é lindo descobrirmos o brilho de novas estrelas, revelações que só o esporte olímpico é capaz de proporcionar, ainda mais num país que não valoriza a maioria dos esportes olímpicos, fazendo de seus atletas grandes abnegados, que batalham na sombra, escondidos, durante todo um ciclo olímpico, só ganhando os holofotes de quatro em quatro anos.

Saudade grande das Olimpíadas de Paris, na torcida por mais uma bela Paralimpíada, agora em Paris.

10.6.24

1 valeu mais que 13

 Chamei 13 núcleos de amigos prum restaurante, num sábado início de noite, pra festejar os 42 anos passados na semana passada. 

Digo núcleos de amigos pq havia casal em que os 2 são amigos, e o convite foi ao casal junto, não os amigos separadamente. Se eu contasse separadamente, daria mais do que 13 amigos. Mas foram 13 convites, entende?

Um fim de semana comum, logo depois de um prolongado por feriado na quinta-feira. Num restaurante pertinho de estação de metrô.

12 dos 13 convites não foram atendidos, pelos mais variados motivos. Só um amigo compareceu. Mas valeu a noite! E que bom que temos amizades que valem por anos, décadas, tipo uma vida né?


19.5.24

X de Xato

 Depois que o Twitter virou X, piorou né'

E começou a dificultar o login na conta mesmo de quem já tinha mais de década de atividade, sem nunca ter sido denunciado, bloqueado, banido.

Até que dias atrás não consegui mais logar na minha conta original, @obrunopessa, em nenhum dos meus dispositivos 😒

Ano passado eu já havia criado uma conta alternativa para usar no app do X no celular, visto que fiquei travado tentando logar na original, por causa da autenticação de 2 fatores que passou a ser exigida, e nem com o aplicativo do Google Authenticator eu consegui viabilizar.  

Agora, pelo jeito, a conta 2 vai ser a conta 1, paciência. Então passo a utilizar como conta principal a conta @BPessa98035 .

8.5.24

Ufa, o artigo saiu!

Submeter um artigo para publicação em revista acadêmica, pelo menos no Brasil, é um processo que demanda paciência e perseverança, mas assim, muuuitas. 

São várias etapas, e do momento em que você decide o que o artigo conterá até aquele em que finalmente o vê estampado no periódico, passam-se longos meses, quiçá ano(s).

Meu artigo recém-publicado na Brazilian Journalism Research foi submetido em agosto do ano passado e revelado ao mundo agora em maio, pra você ter uma noção baseada num exemplo concreto.

Assim, ficamos mais aliviados do que felizes. De qualquer forma, é uma baita realização, que comemoro!

Para acessar o texto do artigo em PDF, no site da revista da SBPJor, deixo o link abaixo. Há versões em português e em inglês.

Ah, sim, pra quem não soube em que me especializei academicamente, em mestrado e doutorado, o artigo é a respeito de Jornalismo Literário, extraído de um dos capítulos da tese defendida em 2023.



17.3.24

Videocaster

 Lá no Aposta10, com a mudança de endereço consumada em janeiro, o escritório atual nos oferece um estúdio profissional, para gravação de podcasts, vídeos para redes sociais e gravações com outras finalidades.

Assim, nossos podcasts, o Apostacast e o Jogo Rápido, foram convertidos em videocasts, ganhando o colorido das imagens em companhia ao áudios. A mim cabe a primeira etapa de produção dos episódios do Apostacast, montando a escala, pesquisando, pautando, convidando entrevistados, acertando datas, iniciando a montagem do roteiro e, eventualmente, participando da bancada também, ora pois.

Convido-vos a prestigiar, pois precisamos de engajamento crescente, em visualizações, curtidas, seguidores, como uma métrica importante de aferição do desempenho deste trabalho:

YouTube do Aposta10

Spotify do Aposta10




2.1.24

Feliz Copinha Nova

 Ano novo para quem ama futebol, está no Brasil e sai procurando em TVs e plataformas o que tem para acompanhar em termos de jogos em tempo real, é sinônimo de Copinha.

Copa São Paulo de Juniores, 54 anos de tradição, animando nossos janeiros ano após ano.

Para os apostadores esportivos, é um campeonato interessante, que aproveita o holofote enquanto o futebol adulto volta das férias no país. 

Foi sobre a Copinha que tratamos nesta transmissão ao vivo do Aposta10 hoje. Conduzi pela primeira vez uma live em vídeo, transmitindo para o YouTube, num papo com os tipsters da casa que cobrirão o torneio. Foi bem bacana, quem quiser conferir (e ajudar a dar rodagem para o vídeo) pode clicar abaixo:

26.12.23

Like a Player



Jogar futebol num estádio de profissionais como um jogador profissional. Que peladeiro sempre amador não gostaria de ter este gostinho?

Felizmente eu o tive, no início de dezembro, dentro do evento "io no Morumbi". Acredito que o convite da Sportsbet tenha a ver com os bons préstimos sob as balizas nas confras mensais recentes, além do fato de termos poucos "goleiros de ofício".

Independentemente da motivação, toda a experiência foi maravilhosa. Melhor que isso, só se fosse na Vila Belmiro com o uniforme do time da casa 😜



9.12.23

Tragédia anunciada

 Castigo merecido o rebaixamento do Santos Futebol Clube para a Série B do Campeonato Brasileiro, pela primeira vez em sua história. 

Teve as três rodadas finais só dependendo de si para se afastar da zona de degola. Perdeu nas três. Teve 38 rodadas para não ser um dos 4 piores, entre os 20 times, mas fracassou. Nestes últimos três anos, sua rotina foi ficar entre os piores dos campeonatos disputados, sempre flertando com o rebaixamento. De tanto que "pediu", "conseguiu".

Elencos fracos, com jogadores que ficaram devendo, mostrando apatia e deficiência em boa parte da temporada. E quando precisaram ter a cabeça no lugar, o nervosismo levou ao desespero. Prova de um comando frágil, a começar pelo banco de reservas, em que 9 técnicos se revezaram em apenas 3 temporadas, muito pela péssima gestão de futebol da atual presidência, que pode entender de indicadores financeiros, mas de futebol, que é o que mais conta nas quatro linhas, demonstrou enorme incompetência.

Como torcedor fiquei chateado, triste, decepcionado. Mas machucado, só talvez nas primeiras horas, pois desde algum tempo aprendi a me blindar emocionalmente com o que a torcida e a paixão no esporte podem me causar no lado negativo. Não compensa levar a ferro e a fogo. Torcer, viver o futebol, para quem não atua nele, não depende dele financeiramente, deve ser encarado como um entretenimento saudável. O que faz bem, alimento. O que faz mal, minimizo, não levo pro coração.

Nunca vou abandonar o Santos porque não consigo abandonar o futebol, não vivo sem esportes. Mas minha vida é mais o futebol e o esporte do que o Santos, porque assim o relacionamento será sempre saudável e fonte de prazer. E cair de divisão já vimos que não foi o fim da linha para vários clubes grandes, de camisa pesada no futebol brasileiro. Vida que segue, torcida idem, com o Santos onde e como ele estiver!

Uma maneira de compensar a tristeza quando seu time perde é apostar dinheiro na derrota dele. Porque aí ao menos você não sai no prejuízo total em caso de revés. Na última rodada do Brasileirão, a recompensa foi boa.




10.11.23

MQMA: Kiss from a Rose - Seal


"Parará, para, para, ra, rá, parará..."

Música Que Me Acompanha volta e meia, ainda mais quando vejo, no uniforme dos funcionários terceirizados da limpeza da estação Trianon Masp do metrô, a sigla da empresa: SEAL.

19.9.23

Amo muito tudo isso

 Trabalhe em um lugar onde vc seja feliz. Que te faça rir, em algumas tarefas, ainda que de trabalho e dê trabalho. 

Que te permita momentos de diversão como inserir um gif do Seo Madruga do Chaves no meio do conteúdo, por exemplo. 


Ou que te permita acompanhar uma transmissão esportiva em tempo real enquanto trabalha, sem precisar esconder isso. Em vídeo. Ver um jogo ao vivo, isso mesmo. Seja do principal torneio de futebol do mundo, seja um campeonato secundário de tênis com jogadoras desconhecidas.

É sobre isso!

6.9.23

Links para Dissertação e Tese

Acesso direto aos arquivos em PDF dos seguintes trabalhos acadêmicos:

Tese de Doutorado - Jornalismo Literário no Novo Ensino Médio: Oficina Pedagógica para o Projeto de Vida (2023)

Dissertação de Mestrado - Jornalismo Literário a serviço da Imprensa Alternativa: Contribuições (2011)

Os links acima são do sistema da Universidade Metodista de São Paulo, que em 2024 passou vários meses fora do ar. Link alternativo:

Doutorado no Academia.edu