30.5.19

Metodista de novo



Voltei à Universidade Metodista de São Paulo, campus Rudge Ramos, para minha terceira pós-graduação! (a segunda por lá, depois da conclusão do Mestrado em 2011).

As aulas no Doutorado em Comunicação Social se iniciaram neste semestre, mas na realidade eu tenho frequentado a Umesp desde outubro do ano passado, ao me introduzir no Grupo de Pesquisa "Da Compreensão como Método".

Adorei a proposta do grupo, conduzido pelos professores Dimas Kunsch e Mateus Yuri Passos. Mais informações podem ser encontradas no site http://www.dacompreensao.com.br.

Além das reuniões na Metô, em São Bernardo do Campo, começamos a nos encontrar em espaços mais informais, estimulando a interação entre os participantes para além das pautas da reunião (como no encontro relatado neste texto).

Meu projeto de tese relaciona Comunicação e Educação. Mais precisamente, Jornalismo Literário com Ensino Médio. Uma proposta de aplicação de JL em aulas do EM. A orientação é do prof. Mateus.

Demorou uns meses, mas consegui uma bolsa de estudos, por um programa da CAPES, que vai custear as mensalidades para mim!





27.12.18

Celebrando de novo

Ribeirão Preto, 11 de agosto. Nosso ponto alto de 2018

2018 acabando, já são 12 anos deste blog. A concorrência de canais de publicação online está cada vez maior, mas pra mim o blog ainda tem espaço. Mesmo que preterido, na maior parte do ano, por Twitter, Instagram, Facebook, Medium e YouTube.

Pois é, agora até canal específico eu tenho e youtuber eu virei. Já foram 9 vídeos postados no Nossa Língua Brasileira, que inventei, buscando oferecer um conteúdo diferenciado, e curto muito fazer.

No Medium são postagens esporádicas, porém especiais, bem formatadas. Como os posts sobre As Minhas Copas do Mundo. E já que tivemos ano de Mundial, tem post especial - clique aqui para ler como ficou o relato sobre o acompanhamento da Rússia-18, depois de vários meses e revisões durante a produção.

Ano de Copa é sempre legal, mesmo quando (mais uma vez) não conquistamos o caneco. Perdemos também as eleições presidenciais, mas o grau de politização se acentuou, a partir do interesse maior na vida política, nos candidatos, siglas, programas e ideologias. Então de algum modo saímos ganhando. Até porque ouvir manifestações alheias e reconhecer quem pensa de forma mais ou menos alinhada à nossa visão de mundo nos ajuda a selecionar melhor amizades, companhias, com quem vale a pena dialogar e quem não merece determinadas perdas de tempo...

Profissionalmente tive um ano muito bom, de consolidação. Tive a oportunidade de conhecer o Hemisfério Norte, indo para Nova York. Fui buscar, inclusive, o regresso à pós-graduação, com o ingresso no Doutorado para início em 2019, numa área que me agrada, tentando abrir uma porta almejada há tempos.

Pessoalmente também foi supimpa. Militância no Cursinho Laudelina, cada vez mais estruturado, namoro com Amandinha se firmando, família unida e ainda mais fortalecida com o casamento da maninha, turma nova de futebol semanal saudável, nova experiência como motorista do Waze Carpool, bom demais.

Ah, falando no casamento da Lisandra com o Lucas, foi o ponto alto do ano né? Em termos de importância, de emoção, de celebração. Tive a honra de ser um dos celebrantes, junto com o Matheus, irmão do noivo. Foi minha segunda experiência nessa função mais do que especial (clique aqui para relembrar a primeira, em 2013).  A festa foi linda, em sintonia com tudo que foi a preparação e o carinho depositado por todos nós, desde o princípio.

Por mais celebrações em 2019!

16.12.18

Assisti e recomendo: Merlí (Netflix)




Site oficial: https://www.netflix.com/br/title/80134797

Essa série de 3 temporadas me cativou, e olha que não sou desses que fica buscando e mergulha em série após série.

(não assino Netflix, por exemplo. Obrigado Amandinha por me permitir o acesso :P)

É sobre um professor de Ensino Médio que se preocupa em fazer seus alunos pensar. Que questiona, provoca, mais do que estimular o decoreba. Envolve-se pessoalmente com os alunos, pais e colegas de escola mais do que o "normal", é verdade. É egoísta e desrespeitoso em vários momentos, concordo também. Mas tudo isso não o faz menos cativante.

(fora que ouvir o idioma catalão é muito daora. Aprender umas palavras, expressões, torna tudo mais saboroso)

Não à toa o seriado fez muito sucesso aqui, com filósofos e professores de filosofia brasileiros comentando, parando para ver e analisar. A ponto de um dos mais gabaritados do país, Renato Janine Ribeiro, ter ficado fascinado e desenvolvido um curso livre baseado nele (clique aqui)

Eu devorei a série no 1o semestre desse ano, mas acabei demorando para soltar esse post. Porém, assim como os demais fãs da obra, saio de 2018 muito feliz, porque, embora o ciclo da série tenha se encerrado, haverá uma nova série, baseada nela, já em 2019 na Espanha! É o que no jargão das séries se chama de spin-off. Pol Rubio, um aluno mais do que especial para Merlí, será o protagonista (clique aqui para ler mais).

Veja mais algumas referências:

Merli: Porque vale a pena começar a assistir a série sobre um professor pouco ortodoxo

Série Merlí da Netflix mostra como conectar Ensino Médio à vida do jovem

Merli - Como ser um bom mau caráter

Livro-interativo expande o universo da série Merlí da Netflix

2.5.18

Youtuber eu

Já que o vídeo é o que está mais em alta na comunicação hoje em dia, e temos algo relevante a dizer para as pessoas na Internet, vamos testar a ferramenta youtúbica.

A ideia do canal Nossa Língua Brasileira é iluminar e esclarecer sobre gírias e coloquialismos que a gente ouve, fala, mas a norma culta ainda não legitima/legitimou. É desvelar a versão brasileira da língua portuguesa, ou seja, a nossa língua do dia a dia e como nos comunicamos. Valorizar a informalidade, o uso que a gente dá, intercambiando conceitos e transformando o idioma.

Bora testar então. Abaixo os três vídeos que gravei até aqui. Gostaria muito de saber a opinião de quem se dispuser a assistir!







14.3.18

Textão novo no Medium

Acabei de publicar, enfim, meu relato consolidado, informativo-opinativo-ilustrativo, da experiência inédita e muito saborosa de desfilar em uma grande escola de samba de SP.

Eu disse enfim porque o desfile rolou em fevereiro do ano passado, e desde semanas depois vim construindo esse post, tijolo a tijolo, lapidando, relendo, burilando, correndo atrás de dados, imagens, registros que pudessem enriquecer ao máximo.

Claro que ficou textão, mais de 4.400 palavras! Mas ainda bem que tem um espaço propício pra gente soltar o verbo sem limitações. Quem estiver afim de conferir o que tem lá, segue o link abaixo, clique para abrir:

O PRIMEIRO DESFILE CARNAVALESCO