11.3.21

Viagem no tempo

Novela de 1994 que acompanho agora via Globoplay... bela trilha sonora e o entrelaçamento dos planos terreno e espiritual que me deixou instigado a ver como se desenvolve...


O curioso é que, diferentemente de quando ela foi ao ar originalmente, agora dá para assistir pelo computador e pelo celular também. Tô vendo mais pelo notebook até.

5.3.21

Fuga boa da realidade

 Acompanhar Big Brother Brasil é uma boa maneira de escapar da sofrível realidade atual....




21.1.21

Vi e recomendo: séries esportivas da Netflix


Acima listo as quatro últimas séries documentais que vi na Netflix, que recomendo para outros fãs de esportes e documentários. Não que sejam iguais, apesar de revelarem a assinatura da plataforma, que revela um modo padronizado de compor essas produções, mesclando entrevistas em estúdio, captações de bastidores e personagens em locais privados, transmissões de eventos. 

Adoro esse tipo de narrativa, não tanto pela parte em que os protagonistas falam sentados numa cadeira num fundo preto, afinal ali tudo é muito protocolar, filtrado, se for o caso gravado de forma repetida. É muito mais pela captação dos bastidores, que sempre trazem novidades, informações e situações que mesmo os maiores fãs daquele esporte, daquele time, daquela estrela, desconheciam. 

Ok que os filmados podem não estar sendo espontâneos sabendo que a câmera da Netflix está registrando suas atitudes e falas, mas quando ela está dentro de um vestiário ou de uma reunião de equipe, silenciosa num canto, ficamos com a gostosa impressão de estarmos ali dentro também, sendo testemunhas de momentos importantes da história do esporte. Eu aprecio bastante!


5.1.21

Sobre as origens das palavras

Descobri esse banco etimológico hoje: Origem Da Palavra | Site de Etimologia  

Muito bom pra quem busca conteúdo para um canal como o Nossa Língua Brasileira.

26.12.20

Pandemia, obrigado?


Podemos desejar, nessa virada de ano, que 2020 seja visto, anos depois, como o ano da pandemia do coronavírus. Não porque haja algo positivo na constatação, mas porque, se em 2021 a pandemia for contida, deixar de ser pandemia, houver vacina e cura para a doença, por exemplo, o ano da pandemia terá sido apenas 2020. Ou seja, teremos evoluído nessa luta. 

Fui uma das milhões de pessoas que trabalhavam fora, cinco dias por semana, e em determinado momento (março, aqui) passou a fazer home-office forçado, juntamente com os colegas, e assim passou a maior parte do ano. Antes de saber que seria assim, eu já queria experimentar a experiência do home-office. Ela veio sem muita escolha, minha e da minha empregadora, e até agora posso dizer que foi bem mais positiva do que negativa.

Considerando que seria mais um ano conciliando doutorado com trabalho na agência, foi benéfico para mim ter os dois compromissos para conciliar dentro de casa, sem precisar do desgaste e da perda de tempo dos vários deslocamentos em cada semana. Fora as viagens ocasionais, que já estavam programadas para o ano, tanto em função da agência (eventos com clientes) quanto da universidade (eventos acadêmicos). Bem menos cansativo. A perspectiva, no início do ano, era uma viagem para Nova Iorque em outubro e outra para Fortaleza em novembro, fora outras para destinos mais próximos, por exemplo.

Considerando também que engravidamos aqui em casa, Nina nasceu no final de agosto e pude passar os primeiros meses dela na maior parte do tempo estando em casa, mesmo trabalhando e estudando, ao lado da esposa e da filha, foi muito benéfico o distanciamento social forçado provocado pela pandemia. Me manteve no lugar mais perto de quem mais importa para mim (e precisa de mim) nos últimos meses e ainda hoje. Me manteve mais descansado e disposto do que eu estaria se ela não se impusesse. Parece bizarro e absurdo, mas devo agradecer à pandemia por ter vindo neste ano?? 

Retomando as crônicas de fim de ano

Entre 1995 e 2002 eu escrevia praticamente todos os anos uma crônica de Natal ou último dia do ano. Era como se fosse um registro das vivências, hábitos e preferências de cada momento, para guardá-los na eternidade e na memória com carinho.

Depois entrou a vida adulta de vez e parece que faltaram tempo, vontade, gosto de continuar a tradição. Mas quando a gente volta aos textos, anos depois, é muito gostoso. Cada época tem seu traço específico, algumas novidades, algumas repetições, porém todas fizeram parte de um pedaço de vida que, se a passagem do tempo leva embora, o registro em narrativa textual traz de volta. 

É um pouco de vida voltando a cada crônica, na contramão da inexorabilidade da existência caminhando para o fim. Como se ganhássemos um bônus pra rebobinar a fita (como dizíamos nos anos 90) e viver aquilo de novo. Não parece mágico?

Quando se tem uma nova motivação para viver, como uma filha como a Nina, a magia nos reaviva. Então vamos retomar a saborosa tradição! 2020 tem crônica de Natal. E publicada, uma novidade em relação às anteriores, de quando eu não tinha blog, pra você ver como são antigas. Está lá na minha página do Medium! 

28.10.20

Para não ter risco de esquecer

 


Para quem está por fora do que é Choque de Cultura, é favor pesquisar.
Palavras-chave correlatas:
TV Quase e depois TV Globo
Rogerinho do Ingá
Julinho da Van
Renan de Almeida
Maurílio dos Anjos

15.10.20

Paternidade

 Nina nasceu no dia 31 de agosto e desde então a vida aqui em casa mudou bastante 😍




14.10.20

Assisti e recomendo: Sob Pressão (Globo e Globoplay)

Ontem acabou mais uma temporada de Sob Pressão, desta vez um curto especial de dois episódios chamado Plantão Covid.

E como vem acontecendo desde 2017, quando a série estreou na TV Globo, fiquei impactado e sedento por mais episódios. Segue nova carência até a quarta temporada, que eu espero que não demore nesse cenário de reprogramações e alterações causado pela pandemia.


Não que eu seja da área de saúde, e olha que não tenho estômago nem coragem pra ver cortes em cirurgias sem desviar o olhar, além de outras exposições. Mas a série me pegou pela hiperdosagem de realidade, a tensão da rotina louca de um pronto socorro mostrando na carne a vida como ela é lá dentro, ou como imaginamos que seja.

É claro, a série partiu de um filme que partiu de um livro que partiu de um relato de experiências reais de um médico, Marcio Maranhão. Então a verossimilhança, que eu sempre prezo mesmo em produções ficcionais audiovisuais, por gosto pessoal mesmo, nunca decepciona.

Concordo que tem alguns exageros, no heroísmo dos protagonistas, em alguns dramas, mas são concessões que fazem parte do jogo. A série não é perfeita, acabou de ser criticada inclusive por parte do público e oficialmente pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), que a acusa de desmerecer outros profissionais de saúde, em detrimento dos médicos.

Porém, eu e muitos a consideramos um primor. No ano passado, Marjorie Estiano foi indicada ao posto de melhor atriz pelo prêmio Emmy Internacional por sua atuação na terceira temporada. Júlio Andrade encarnou muito bem o protagonista e suas complicadas questões, alternando grandes virtudes e fraquezas desde o princípio. 

Os demais médicos que convivem com eles agregam de diferentes maneiras. Os pacientes ocasionais conferem um tempero a mais. A simulação de um hospital de verdade é impressionante, em estrutura, cenário, equipamentos, gente circulando. Enfim, uma baita série. 

Nem todo mundo tem estômago, ainda mais em um contexto de pandemia, pra ficar vendo tanto estresse dessa gente sob pressão intensa. Pra quem tem, que venha logo a quarta temporada!

17.8.20

Lema

 Pense antes de fazer, respire antes de falar e guarde só o que importar.

28.10.19

Oficinas sobre fake news para o Lauds

Repetindo o script do ano passado, ministrei recentemente oficina sobre fake news e fontes de informação para os estudantes do Cursinho Popular Laudelina de Campos Melo.

Pela importância do assunto e de orientar as pessoas a desconfiar das notícias que recebem e veem, a identificar traços de falsidade e a verificar onde se pode checar essas ocorrências, compartilho aqui ambas as apresentações que me orientaram nessas atividades.

2019: Clique aqui

2018: Clique aqui

Falando em Lauds, fui um dos rostinhos fofos que apareceram no vídeo produzido com a galera do cursinho para a campanha do passe livre, veja que lindo ficou clicando aqui

9.8.19

Respeita o piloto!

To há vários meses acumulando rodagem como motorista do Waze Carpool, que conecta motoristas que aceitam dar caronas (em troca de uma ajuda de custo por carona) com passageiros que topam pagar por caronas para trabalho, faculdade e outros compromissos.

Se tiver interesse, me chame para conversarmos. Tenho vouchers com crédito para meus amigos que passarem a utilizar o serviço!


30.5.19

Metodista de novo



Voltei à Universidade Metodista de São Paulo, campus Rudge Ramos, para minha terceira pós-graduação! (a segunda por lá, depois da conclusão do Mestrado em 2011).

As aulas no Doutorado em Comunicação Social se iniciaram neste semestre, mas na realidade eu tenho frequentado a Umesp desde outubro do ano passado, ao me introduzir no Grupo de Pesquisa "Da Compreensão como Método".

Adorei a proposta do grupo, conduzido pelos professores Dimas Kunsch e Mateus Yuri Passos. Mais informações podem ser encontradas no site http://www.dacompreensao.com.br.

Além das reuniões na Metô, em São Bernardo do Campo, começamos a nos encontrar em espaços mais informais, estimulando a interação entre os participantes para além das pautas da reunião (como no encontro relatado neste texto).

Meu projeto de tese relaciona Comunicação e Educação. Mais precisamente, Jornalismo Literário com Ensino Médio. Uma proposta de aplicação de JL em aulas do EM. A orientação é do prof. Mateus.

Demorou uns meses, mas consegui uma bolsa de estudos, por um programa da CAPES, que vai custear as mensalidades para mim!





27.12.18

Celebrando de novo

Ribeirão Preto, 11 de agosto. Nosso ponto alto de 2018

2018 acabando, já são 12 anos deste blog. A concorrência de canais de publicação online está cada vez maior, mas pra mim o blog ainda tem espaço. Mesmo que preterido, na maior parte do ano, por Twitter, Instagram, Facebook, Medium e YouTube.

Pois é, agora até canal específico eu tenho e youtuber eu virei. Já foram 9 vídeos postados no Nossa Língua Brasileira, que inventei, buscando oferecer um conteúdo diferenciado, e curto muito fazer.

No Medium são postagens esporádicas, porém especiais, bem formatadas. Como os posts sobre As Minhas Copas do Mundo. E já que tivemos ano de Mundial, tem post especial - clique aqui para ler como ficou o relato sobre o acompanhamento da Rússia-18, depois de vários meses e revisões durante a produção.

Ano de Copa é sempre legal, mesmo quando (mais uma vez) não conquistamos o caneco. Perdemos também as eleições presidenciais, mas o grau de politização se acentuou, a partir do interesse maior na vida política, nos candidatos, siglas, programas e ideologias. Então de algum modo saímos ganhando. Até porque ouvir manifestações alheias e reconhecer quem pensa de forma mais ou menos alinhada à nossa visão de mundo nos ajuda a selecionar melhor amizades, companhias, com quem vale a pena dialogar e quem não merece determinadas perdas de tempo...

Profissionalmente tive um ano muito bom, de consolidação. Tive a oportunidade de conhecer o Hemisfério Norte, indo para Nova York. Fui buscar, inclusive, o regresso à pós-graduação, com o ingresso no Doutorado para início em 2019, numa área que me agrada, tentando abrir uma porta almejada há tempos.

Pessoalmente também foi supimpa. Militância no Cursinho Laudelina, cada vez mais estruturado, namoro com Amandinha se firmando, família unida e ainda mais fortalecida com o casamento da maninha, turma nova de futebol semanal saudável, nova experiência como motorista do Waze Carpool, bom demais.

Ah, falando no casamento da Lisandra com o Lucas, foi o ponto alto do ano né? Em termos de importância, de emoção, de celebração. Tive a honra de ser um dos celebrantes, junto com o Matheus, irmão do noivo. Foi minha segunda experiência nessa função mais do que especial (clique aqui para relembrar a primeira, em 2013).  A festa foi linda, em sintonia com tudo que foi a preparação e o carinho depositado por todos nós, desde o princípio.

Por mais celebrações em 2019!

16.12.18

Assisti e recomendo: Merlí (Netflix)




Site oficial: https://www.netflix.com/br/title/80134797

Essa série de 3 temporadas me cativou, e olha que não sou desses que fica buscando e mergulha em série após série.

(não assino Netflix, por exemplo. Obrigado Amandinha por me permitir o acesso :P)

É sobre um professor de Ensino Médio que se preocupa em fazer seus alunos pensar. Que questiona, provoca, mais do que estimular o decoreba. Envolve-se pessoalmente com os alunos, pais e colegas de escola mais do que o "normal", é verdade. É egoísta e desrespeitoso em vários momentos, concordo também. Mas tudo isso não o faz menos cativante.

(fora que ouvir o idioma catalão é muito daora. Aprender umas palavras, expressões, torna tudo mais saboroso)

Não à toa o seriado fez muito sucesso aqui, com filósofos e professores de filosofia brasileiros comentando, parando para ver e analisar. A ponto de um dos mais gabaritados do país, Renato Janine Ribeiro, ter ficado fascinado e desenvolvido um curso livre baseado nele (clique aqui). 

Eu devorei a série no 1o semestre desse ano, mas acabei demorando para soltar esse post. Porém, assim como os demais fãs da obra, saio de 2018 muito feliz, porque, embora o ciclo da série tenha se encerrado, haverá uma nova série, baseada nela, já em 2019 na Espanha! É o que no jargão das séries se chama de spin-off. Pol Rubio, um aluno mais do que especial para Merlí, será o protagonista (clique aqui para ler mais).

Veja mais algumas referências:

Merli: Porque vale a pena começar a assistir a série sobre um professor pouco ortodoxo

Série Merlí da Netflix mostra como conectar Ensino Médio à vida do jovem

Merli - Como ser um bom mau caráter

Livro-interativo expande o universo da série Merlí da Netflix