22.8.18
2.5.18
Youtuber eu
Já que o vídeo é o que está mais em alta na comunicação hoje em dia, e temos algo relevante a dizer para as pessoas na Internet, vamos testar a ferramenta youtúbica.
A ideia do canal Nossa Língua Brasileira é iluminar e esclarecer sobre gírias e coloquialismos que a gente ouve, fala, mas a norma culta ainda não legitima/legitimou. É desvelar a versão brasileira da língua portuguesa, ou seja, a nossa língua do dia a dia e como nos comunicamos. Valorizar a informalidade, o uso que a gente dá, intercambiando conceitos e transformando o idioma.
Bora testar então. Abaixo os três vídeos que gravei até aqui. Gostaria muito de saber a opinião de quem se dispuser a assistir!
A ideia do canal Nossa Língua Brasileira é iluminar e esclarecer sobre gírias e coloquialismos que a gente ouve, fala, mas a norma culta ainda não legitima/legitimou. É desvelar a versão brasileira da língua portuguesa, ou seja, a nossa língua do dia a dia e como nos comunicamos. Valorizar a informalidade, o uso que a gente dá, intercambiando conceitos e transformando o idioma.
Bora testar então. Abaixo os três vídeos que gravei até aqui. Gostaria muito de saber a opinião de quem se dispuser a assistir!
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14.3.18
Textão novo no Medium
Acabei de publicar, enfim, meu relato consolidado, informativo-opinativo-ilustrativo, da experiência inédita e muito saborosa de desfilar em uma grande escola de samba de SP.
Eu disse enfim porque o desfile rolou em fevereiro do ano passado, e desde semanas depois vim construindo esse post, tijolo a tijolo, lapidando, relendo, burilando, correndo atrás de dados, imagens, registros que pudessem enriquecer ao máximo.
Claro que ficou textão, mais de 4.400 palavras! Mas ainda bem que tem um espaço propício pra gente soltar o verbo sem limitações. Quem estiver afim de conferir o que tem lá, segue o link abaixo, clique para abrir:
O PRIMEIRO DESFILE CARNAVALESCO
Eu disse enfim porque o desfile rolou em fevereiro do ano passado, e desde semanas depois vim construindo esse post, tijolo a tijolo, lapidando, relendo, burilando, correndo atrás de dados, imagens, registros que pudessem enriquecer ao máximo.
Claro que ficou textão, mais de 4.400 palavras! Mas ainda bem que tem um espaço propício pra gente soltar o verbo sem limitações. Quem estiver afim de conferir o que tem lá, segue o link abaixo, clique para abrir:
O PRIMEIRO DESFILE CARNAVALESCO
7.2.18
Futebol é de quinta
Acabei revelando onde jogo semanalmente no post mais recente do meu blog Planeta Bola.
ATUALIZAÇÃO:
Em maio, arrumei uma turma pra jogar às terças-feiras. Ficou melhor. Então jogo quinta só quando não vou na terça.
ATUALIZAÇÃO:
Em maio, arrumei uma turma pra jogar às terças-feiras. Ficou melhor. Então jogo quinta só quando não vou na terça.
OFERECEM-SE FRILAS
Como estou interessado em descolar dinheirinhos extras no tempo livre (normalmente as noites da semana e eventualmente em finais de semana), seguem os trabalhos freelances de comunicação que sei desempenhar e coloco a serviço do mercado:
- Revisão e edição de textos segundo a norma culta da língua portuguesa;
- Revisão e edição de trabalhos acadêmicos segundo as normas da ABNT;
- Produção de textos em geral (formais, informais, literários, humorísticos, paródias);
- Trabalhos jornalísticos: pauta, apuração, entrevista, redação;
- Traduções de textos: português - inglês, inglês - português, francês / espanhol / italiano - português;
- Posts para blogs e redes sociais;
- Mediação, moderação e apresentação de eventos, seminários, cerimônias, discursos, etc.
Contatos no e-mail brupessa@yahoo.com.br
(Para conhecidos e amigos costumo cobrar preços mais camaradas!)
- Revisão e edição de textos segundo a norma culta da língua portuguesa;
- Revisão e edição de trabalhos acadêmicos segundo as normas da ABNT;
- Produção de textos em geral (formais, informais, literários, humorísticos, paródias);
- Trabalhos jornalísticos: pauta, apuração, entrevista, redação;
- Traduções de textos: português - inglês, inglês - português, francês / espanhol / italiano - português;
- Posts para blogs e redes sociais;
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trabalho
13.9.17
Inside the Actors Studio
Performei em gravação de vídeo para campanha da illy, nosso cliente na ADS.
São apenas pedaços de um sujeito nas imagens abaixo, mas crede, sou eu!
Não sei se essas imagens estarão nos vídeos finais da série que será publicada nas redes sociais do Clube illy do Café, então por via das dúvidas, registro aqui para termos um legado do meu estrelato!
São apenas pedaços de um sujeito nas imagens abaixo, mas crede, sou eu!
Não sei se essas imagens estarão nos vídeos finais da série que será publicada nas redes sociais do Clube illy do Café, então por via das dúvidas, registro aqui para termos um legado do meu estrelato!
24.7.17
Cursinheiro sangue bom trabaiadô
As grades que a gente rompe no Cursinho Popular Laudelina de Campos Melo são outras!
Uma das fotos produzidas por Marcia Minillo para reportagem da amiga Maria Lígia Pagenotto, intitulada Cursinhos Populares promovem educação como direito e não mercadoria, publicada online pela Rede Brasil Atual
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post pessoal
30.6.17
Dez..pras..cinco... do casal trabalhador
Minha humilde, mas excelente, paródia de Despacito, de Luís Fonsi. Olha como ficou show nesse vídeo, amador porém realístico:
Aaii... essa hora que não passa... ah não, ah não...(embuchada)
(Vai!) Sim, sabe que no fundo isso é uma agressão
Madrugar com o despertador
Vi, que também sonhas com as férias para que
Possa dormir até acordaaarr
(oh)Tu, segurando esse sono colossal
Deitando na cadeira com a coluna mal
Foda conviver com a preguiça vadia
(Pois é) Sim, já fiz pausas variadas afinal
Fazê um lanchinho é fundamental
Mas o relógio esse bem que poderia...
Dez...pras...cinco... Se é de madrugada tem gente dormindo,
Gente levantando, gente se vestindo
Gente na balada tomando mojito...
Dez...pras...cinco...Se é quase às 17 o dia vai se indo
Gente trabalhando, gente produzindo
Trânsito formando horário de picoo (sobe o pico, sobe o pico, vai!)
..
Quero que a noite chegue pr'eu ficar de boooaaa
Ônibus indo pra casa, meus lugares favoritos! (favoritos, favoritos baby)
Quero meu sofá, meu banho, o meu pijaminhaaa
As cobertas mais saudosas, muito melhor que um cineminhaaa
Gata eu to te esperando
Sei no que está pensando
Que eu fiquei maquinando
Um daqueles superplanos
Mas relaxa que é facinho e vai ser bão, bão
Não vamos complicar a nossa real intenção, ção
A gente se amarra aqui e não precisa sa-ir
Não gasta, não se irrita e pede um deli-very
Tudo naturalmente sob o edredom se esquenta
A TV fica de lado e a gente se alimenta
Pasito a pasito, ói que tá bonito
A coisa vai pegando poquito a poquito
Quando você me beija esqueço a tristeza
Que tem segunda-feira, trabalho sobre a mesa
Pasito a pasito, faz devagarzinho
Prolonga o momento desse amorzinho
Não quero nem lembrar de tudo lá de fora
Até do relógio eu fujo pra não ver a hora
Dez...pras...cinco... Se é de madrugada tem gente dormindo,
Gente levantando, gente se vestindo
Gente na balada tomando mojito...
Dez...pras...cinco... Se é quase às 17 o dia vai se indo
Gente trabalhando, gente produzindo
Trânsito formando horário de picoo (sobe o pico, sobe o pico, vai!)
..
Quero que a noite chegue pr'eu ficar de boa
Ônibus indo pra casa, meus lugares favoritos! (favoritos, favoritos baby)
Quero meu sofá, meu banho, o meu pijaminhaaa
As cobertas mais saudosas, muito melhor que um cineminhaaa
Dez..pras...cinco...Imagina uma praia de Porto Rico
Eu você curtindo como casal rico
Bebendo mojito até encher o bico
Pasito a pasito, ói que tá bonito
A coisa vai pegando poquito a poquito
Vamos dilatando as horas, nem sei qual que é agora...
Dez..pras... cinco.
Aaii... essa hora que não passa... ah não, ah não...(embuchada)
(Vai!) Sim, sabe que no fundo isso é uma agressão
Madrugar com o despertador
Vi, que também sonhas com as férias para que
Possa dormir até acordaaarr
(oh)Tu, segurando esse sono colossal
Deitando na cadeira com a coluna mal
Foda conviver com a preguiça vadia
(Pois é) Sim, já fiz pausas variadas afinal
Fazê um lanchinho é fundamental
Mas o relógio esse bem que poderia...
Dez...pras...cinco... Se é de madrugada tem gente dormindo,
Gente levantando, gente se vestindo
Gente na balada tomando mojito...
Dez...pras...cinco...Se é quase às 17 o dia vai se indo
Gente trabalhando, gente produzindo
Trânsito formando horário de picoo (sobe o pico, sobe o pico, vai!)
..
Quero que a noite chegue pr'eu ficar de boooaaa
Ônibus indo pra casa, meus lugares favoritos! (favoritos, favoritos baby)
Quero meu sofá, meu banho, o meu pijaminhaaa
As cobertas mais saudosas, muito melhor que um cineminhaaa
Gata eu to te esperando
Sei no que está pensando
Que eu fiquei maquinando
Um daqueles superplanos
Mas relaxa que é facinho e vai ser bão, bão
Não vamos complicar a nossa real intenção, ção
A gente se amarra aqui e não precisa sa-ir
Não gasta, não se irrita e pede um deli-very
Tudo naturalmente sob o edredom se esquenta
A TV fica de lado e a gente se alimenta
Pasito a pasito, ói que tá bonito
A coisa vai pegando poquito a poquito
Quando você me beija esqueço a tristeza
Que tem segunda-feira, trabalho sobre a mesa
Pasito a pasito, faz devagarzinho
Prolonga o momento desse amorzinho
Não quero nem lembrar de tudo lá de fora
Até do relógio eu fujo pra não ver a hora
Dez...pras...cinco... Se é de madrugada tem gente dormindo,
Gente levantando, gente se vestindo
Gente na balada tomando mojito...
Dez...pras...cinco... Se é quase às 17 o dia vai se indo
Gente trabalhando, gente produzindo
Trânsito formando horário de picoo (sobe o pico, sobe o pico, vai!)
..
Quero que a noite chegue pr'eu ficar de boa
Ônibus indo pra casa, meus lugares favoritos! (favoritos, favoritos baby)
Quero meu sofá, meu banho, o meu pijaminhaaa
As cobertas mais saudosas, muito melhor que um cineminhaaa
Dez..pras...cinco...Imagina uma praia de Porto Rico
Eu você curtindo como casal rico
Bebendo mojito até encher o bico
Pasito a pasito, ói que tá bonito
A coisa vai pegando poquito a poquito
Vamos dilatando as horas, nem sei qual que é agora...
Dez..pras... cinco.
20.6.17
Não resolve nada
Quando eu vinha confortável, dirigindo meu carro com ar condicionado, pra me refrescar do calor que abrasava as mentes de todos lá fora, vi uma mulher lá fora, provavelmente com a mente abrasada.
Ela vinha tentando chamar a atenção dos motoristas como eu, pedindo qualquer dinheiro ou ajuda que viesse, e aquilo me deixou mal, pela lembrança de que não tinha um trocado decente para lhe entregar, revirando o painel do carro, os bolsos, porta-moedas, até encontrar alguma coisa, buzinar, pra que ela me visse e eu lhe entregasse uma moeda, e eu já me sentisse feliz, como se aquilo tivesse resolvido pra ela e pra mim.
Horas depois quando eu saía feliz da lanchonete, como se nada mais se bastasse e precisasse da vida, e tudo estivesse resolvido, com a barriga cheia, desejo saciado pelo alimento tão aguardado, e percebi uma criança sentada no banco pedindo ajuda, imediatamente eu me voltei, com quase nada trocado no bolso porque já tinha dado pra mulher do parágrafo anterior, revirei novamente e dei o que sobrou, como que por instinto, por obrigação. E até meus amigos repetiram o gesto, logo em seguida, e parecia novamente que tinha resolvido.
Quilômetros depois quando eu voltava pra casa, confortável no meu carro, satisfeito na minha fome, barriga cheia e vento no rosto, me incomodei quando parei no semáforo e vi aquele homem com um cartaz que quase não se entendia nada, porque já era noite e o cartaz era precário, mas ele pedia alguma ajuda. Fiquei mal, porque já tinha dado para a mulher do primeiro parágrafo, e ajudado o menino do segundo. E de fato sobrou muito pouco para ajudar o homem, muito pouco, mas mesmo o pouco que tinha eu entreguei pedindo desculpas, sem saber se tinha resolvido
E no balanço do dia em que ajudei três pessoas desconhecidas, que talvez com essa e outras ajudas tenham conseguido alguma comida ou bebida pra sobreviver mais um pouco, e que por isso eu teria tudo pra dormir mais feliz, não pude sorrir, porque mesmo que eu tenha tentado, não resolveu foi nada.
1.2.17
Passou o aniversário de SP, mas fica uma música
LÁ VOU EU (COMPOSIÇÃO E GRAVAÇÃO, RITA LEE*)
Num apartamento
Perdido na cidade
Alguém está tentando acreditar
Que as coisas vão melhorar
Ultimamente
A gente não consegue
Ficar indiferente
Debaixo desse céu
Do meu apartamento
Você não sabe o quanto eu voei
O quanto me aproximei
De lá da Terra
As luzes da cidade
Não chegam nas estrelas
Sem antes me buscar
E na medida do impossível
Tá dando pra se viver
Na cidade de São Paulo
O amor é imprevisível como você
E eu
E o céu
Lá vou eu
Com o que Deus me deu
Escutando o som
Conquistando o céu
Desprezando o chão
Da janela do sétimo andar
Sem elevador
E a cara feia do zelador
Venha correndo
Venha, venha me dar amor
*Zélia Duncan também gravou a canção (aliás, foi quem ma apresentou e tenho mais ouvido quando toca nas rádios paulistanas), uma bela versão, mas não tem a estrofe final, então optei por colocar a versão original e mais completa, da Rita Lee.
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Zélia Duncan
30.1.17
Teatro: CANTO PARA RINOCERONTES E HOMENS
Passeei bastante no último feriado do aniversário de São Paulo, afinal paulistano, que sempre tem algo para reclamar dela, tem que aproveitar também as vantagens da metrópole.
Fechando o dia, a peça Canto para Rinocerontes e Homens, no Teatro Alfredo Mesquita, zona norte, foi conquistada arduamente, tamanha a concorrência para assistir a ela.
Mas como valeu a pena!
Nunca um espetáculo teatral havia mexido tanto comigo. E aposto que com muita gente da plateia. O enredo gira em torno da animalização do ser humano, brutalização levada ao extremo a partir de elementos muito atuais, reais, comprovados no nosso dia a dia. Saiba mais sobre a peça neste link.
Recomendo fortemente, goste vc de teatro ou não!
(obs: não é a mesma coisa, claro, nem dispensa a sensação de assistir ao vivo, materialmente na sua frente, mas quem não tiver a oportunidade, e/ou tiver a curiosidade, de assistir a um vídeo que mostra uma exibição da peça na íntegra, está disponível clicando aqui)
Fechando o dia, a peça Canto para Rinocerontes e Homens, no Teatro Alfredo Mesquita, zona norte, foi conquistada arduamente, tamanha a concorrência para assistir a ela.
Mas como valeu a pena!
Nunca um espetáculo teatral havia mexido tanto comigo. E aposto que com muita gente da plateia. O enredo gira em torno da animalização do ser humano, brutalização levada ao extremo a partir de elementos muito atuais, reais, comprovados no nosso dia a dia. Saiba mais sobre a peça neste link.
Recomendo fortemente, goste vc de teatro ou não!
(obs: não é a mesma coisa, claro, nem dispensa a sensação de assistir ao vivo, materialmente na sua frente, mas quem não tiver a oportunidade, e/ou tiver a curiosidade, de assistir a um vídeo que mostra uma exibição da peça na íntegra, está disponível clicando aqui)
27.1.17
Hit das Antigas: Build, The Housemartins
Videoclipe do conjunto britânico The Housemartins, datado de 1987. Faixa de seu segundo e último disco The People Who Grinned Themselves to Death, também de 87. Conhecida como o melô do papel, ouça e cante também "PA PA PA PA, PEL..."
(me lembrou a atenta comadre Letícia Chevrier que "o baixista da banda - com esse gingado sensacional no clipe - era Norman Cook, que ficaria depois tão famoso sob o codinome de Fatboy Slim!")
Clambering men in big bad boots
Dug up my den, dug up my roots.
Treated us like plasticine town
They build us up and knocked us down.
From Meccano to Legoland,
Here they come with a brick in their hand,
Men with heads filled up with sand,
It's build.
It's build a house where we can stay,
Add a new bit everyday.
It's build a road for us to cross,
Build us lots and lots and lots and lots.
Whistling men in yellow vans
They came and drew us diagrams.
Showed us how it all worked out
And wrote it down in case of doubt.
Slow, slow, quick, quick, quick,
It's wall to wall and brick to brick,
They work so fast it makes you sick,
It's build.
Down with sticks and up with bricks,
In with boots and up with roots,
It's in with suits and new recruits,
It's build...
(me lembrou a atenta comadre Letícia Chevrier que "o baixista da banda - com esse gingado sensacional no clipe - era Norman Cook, que ficaria depois tão famoso sob o codinome de Fatboy Slim!")
Clambering men in big bad boots
Dug up my den, dug up my roots.
Treated us like plasticine town
They build us up and knocked us down.
From Meccano to Legoland,
Here they come with a brick in their hand,
Men with heads filled up with sand,
It's build.
It's build a house where we can stay,
Add a new bit everyday.
It's build a road for us to cross,
Build us lots and lots and lots and lots.
Whistling men in yellow vans
They came and drew us diagrams.
Showed us how it all worked out
And wrote it down in case of doubt.
Slow, slow, quick, quick, quick,
It's wall to wall and brick to brick,
They work so fast it makes you sick,
It's build.
Down with sticks and up with bricks,
In with boots and up with roots,
It's in with suits and new recruits,
It's build...
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28.12.16
Já é Carnaval desde novembro...
...quando decidi e fui atrás do que precisava pra enfim desfilar por uma escola de samba grande num carnaval grande, sonho desde moleque.
Tá tudo caminhando pra dar certo e, na madrugada de sábado 25 para domingo 26 de fevereiro próximo, eu estar no meio dos milhares de componentes da Vai Vai, maior campeã da elite do carnaval paulistano.
Desde o primeiro ensaio, em frente à quadra da agremiação no Bixiga (formalmente conhecido como Bela Vista), a música que a gente mais canta por lá (e eu venho cantando comigo mesmo toda semana) é o samba-enredo, claro, que podemos ouvir no vídeo abaixo:
O título do enredo é "No xirê do Anhembi, a Oxum mais bonita surgiu: Menininha, Mãe da Bahia - Ialorixá do Brasil", homenageando uma das mães-de-santo mais populares do candomblé brasileiro (veja a letra e as fantasias das alas no site oficial da Saracura), Mãe Menininha do Gantois.
Torça por nós, pois melhor que um desfile serão dois, o segundo entre as escolas campeãs do sambódromo do Anhembi, na sexta, 3 de março!
Tá tudo caminhando pra dar certo e, na madrugada de sábado 25 para domingo 26 de fevereiro próximo, eu estar no meio dos milhares de componentes da Vai Vai, maior campeã da elite do carnaval paulistano.
Desde o primeiro ensaio, em frente à quadra da agremiação no Bixiga (formalmente conhecido como Bela Vista), a música que a gente mais canta por lá (e eu venho cantando comigo mesmo toda semana) é o samba-enredo, claro, que podemos ouvir no vídeo abaixo:
O título do enredo é "No xirê do Anhembi, a Oxum mais bonita surgiu: Menininha, Mãe da Bahia - Ialorixá do Brasil", homenageando uma das mães-de-santo mais populares do candomblé brasileiro (veja a letra e as fantasias das alas no site oficial da Saracura), Mãe Menininha do Gantois.
Torça por nós, pois melhor que um desfile serão dois, o segundo entre as escolas campeãs do sambódromo do Anhembi, na sexta, 3 de março!
27.12.16
10 anos de vida
27 de dezembro de 2006 marcou o nascimento deste blog, acredita?
Quanta coisa mudou e mudamos de lá pra cá! Ainda não era paulistano de vez, o que vai completar 10 anos em breve.
Ainda mudava de namoradas quando não dava certo, antes de casar e até me separar.
Ainda iria para os dois empregos mais duradouros da minha carreira até hoje. Felizmente, sem ter de deixar a comunicação.
Ainda não sentira na pele o que era ser padrinho de uma criança e tio de um filhote quase gente como a gente.
Vivia na fase de muitas festas de formatura e depois viriam muitas de casamento. Tenho saudades dessas festas, uma pena elas irem escassando conforme envelhecemos, ainda mais para espíritos jovens e farristas e sarristas como o meu (Quanto a me formar e casar, foi bom mas hoje não prevejo repetecos).
Ainda não sabia como era morar sozinho na minha casa. Como isso é bom!
Não tive ainda a oportunidade da paternidade de seres humanos, como parecia previsível. Ok, não me frustrou. E se não tiver pro resto do meus dias terrenos, a vida não há de ser menos bela e completa, porque isso só depende de mim.
Ainda não conhecia o Cursinho Laudelina da Rede Emancipa. Até porque na verdade eles ainda não existiam. A Rede vai pra 10 anos, o Lauds 7!
Ainda não tinha tantos fios grisalhos entre a pretaiada que (ainda) domina meu couro capilar. Isso não é um problema atualmente. Mesmo porque os desconhecidos continuam me dando 24, 25, às vezes 30 anos de idade à primeira vista (inocentes, já vivi 34!).
Ainda não havia redes sociais, que roubaram considerável importância e tempo na rotina de quem tinha blog. Tanto que alguns os largaram. Mas eu torço pra mais 10 anos deste. Que venha 27 de dezembro de 2026 neste mesmo local então!
Foi com este post, explicando o porquê do blog e de seu nome frasístico: http://naotevejeito.blogspot.com.br/2006/12/certas-coisas-na-vida-no-temos-como_27.html
Quanta coisa mudou e mudamos de lá pra cá! Ainda não era paulistano de vez, o que vai completar 10 anos em breve.
Ainda mudava de namoradas quando não dava certo, antes de casar e até me separar.
Ainda iria para os dois empregos mais duradouros da minha carreira até hoje. Felizmente, sem ter de deixar a comunicação.
Ainda não sentira na pele o que era ser padrinho de uma criança e tio de um filhote quase gente como a gente.
Vivia na fase de muitas festas de formatura e depois viriam muitas de casamento. Tenho saudades dessas festas, uma pena elas irem escassando conforme envelhecemos, ainda mais para espíritos jovens e farristas e sarristas como o meu (Quanto a me formar e casar, foi bom mas hoje não prevejo repetecos).
Ainda não sabia como era morar sozinho na minha casa. Como isso é bom!
Não tive ainda a oportunidade da paternidade de seres humanos, como parecia previsível. Ok, não me frustrou. E se não tiver pro resto do meus dias terrenos, a vida não há de ser menos bela e completa, porque isso só depende de mim.
Ainda não conhecia o Cursinho Laudelina da Rede Emancipa. Até porque na verdade eles ainda não existiam. A Rede vai pra 10 anos, o Lauds 7!
Ainda não tinha tantos fios grisalhos entre a pretaiada que (ainda) domina meu couro capilar. Isso não é um problema atualmente. Mesmo porque os desconhecidos continuam me dando 24, 25, às vezes 30 anos de idade à primeira vista (inocentes, já vivi 34!).
Ainda não havia redes sociais, que roubaram considerável importância e tempo na rotina de quem tinha blog. Tanto que alguns os largaram. Mas eu torço pra mais 10 anos deste. Que venha 27 de dezembro de 2026 neste mesmo local então!
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25.12.16
Hit das Antigas: La Solitudine, Laura Pausini
Lançada em 1993!
Como é bonito o idioma italiano, ainda mais nessa suave voz! Por mais triste que seja a canção, não enjoa entoá-la.
Marco se n'è andato e non ritorna più
Il treno delle 7:30 senza lui
È un cuore di metallo senza l'anima
Nel freddo del mattino grigio di città
A scuola il banco è vuoto, Marco è dentro me
È dolce il suo respiro fra i pensieri miei
Distanze enormi sembrano dividerci
Ma il cuore batte forte dentro me
Chissà se tu mi penserai
Se con i tuoi non parli mai
Se ti nascondi come me
Sfuggi gli sguardi e te ne stai
Rinchiuso in camera e non vuoi, mangiare
Stringi forte al te, il cuscino e
Piangi non lo sai, quanto altro male ti farà, la solitudine
Marco nel mio diario ho una fotografia
Hai gli occhi di bambino un poco timido
La stringo forte al cuore e sento che ci sei
Fra i compiti d'inglese e matematica
Tuo padre e suoi consigli che monotonia
Lui con i suoi lavoro ti ha portato via
Di certo il tuo parere non l'ha chiesto mai
Ha detto un giorno tu mi capirai
Chissà se tu mi penserai
Se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me
Ma non è facile lo sai
A scuola non ne posso più
E i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee si affollano su te
Non è possibile dividere la vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio ma illuderti non so!
La solitudine fra noi
Questo silenzio dentro me
È l'inquietudine di vivere
La vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
No n è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine fra noi
Questo silenzio dentro me
È l'inquietudine di vivere
La vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
No n è possibile dividere la storia di noi due
Tradução:
Marco foi embora e não volta mais
O trem das 7h30 sem ele
É um coração de metal sem alma
No frio da manhã cinza da cidade
Na escola, o banco vazio, Marco está dentro de mim
É doce sua respiração entre meus pensamentos
Enormes distâncias parecem nos dividir
Mas o coração bate forte dentro de mim
Quem sabe se você pensará em mim
Se com seus pais não fala mais
Se você se esconde como eu
Escapa dos olhares e está distante
Confinado no quarto, você não quer comer
Você abraça forte o travesseiro
Chora sem saber quanto outro mal te fará a solidão
Marco em meu diário numa fotografia
Você tem olhos de um menino um pouco tímido
Aperto-a no coração e eu sinto que você está lá
Entre as tarefas de inglês e matemática
Seu pai e seus conselhos, aquela monotonia
Ele com o seu trabalho o irritou
Certamente não perguntou a sua opinião
Disse "um dia você me entenderá"
Quem sabe se você pensará em mim
Se com os amigos falará
Para que não sofra mais por mim
Mas não é fácil, eu sei
Na escola, não posso mais
E as tardes sem você
Estudar é inútil, todas as ideias se concentram em você
Não é possível dividir a vida de nós dois
Suplico-lhe: espere-me, meu amor
Mas te iludir não sei
A solidão entre nós
Este silêncio dentro de mim
E a inquietude de viver a vida sem você
Eu lhe peço: espere-me, porque
Eu não posso ficar sem você
Não é possível dividir a história de nós dois
A solidão entre nós
Este silêncio dentro de mim
E a inquietude de viver a vida sem você
Eu lhe peço: espere-me, porque
Eu não posso ficar sem você
Não é possível dividir a história de nós dois
A solidão...
Como é bonito o idioma italiano, ainda mais nessa suave voz! Por mais triste que seja a canção, não enjoa entoá-la.
Marco se n'è andato e non ritorna più
Il treno delle 7:30 senza lui
È un cuore di metallo senza l'anima
Nel freddo del mattino grigio di città
A scuola il banco è vuoto, Marco è dentro me
È dolce il suo respiro fra i pensieri miei
Distanze enormi sembrano dividerci
Ma il cuore batte forte dentro me
Chissà se tu mi penserai
Se con i tuoi non parli mai
Se ti nascondi come me
Sfuggi gli sguardi e te ne stai
Rinchiuso in camera e non vuoi, mangiare
Stringi forte al te, il cuscino e
Piangi non lo sai, quanto altro male ti farà, la solitudine
Marco nel mio diario ho una fotografia
Hai gli occhi di bambino un poco timido
La stringo forte al cuore e sento che ci sei
Fra i compiti d'inglese e matematica
Tuo padre e suoi consigli che monotonia
Lui con i suoi lavoro ti ha portato via
Di certo il tuo parere non l'ha chiesto mai
Ha detto un giorno tu mi capirai
Chissà se tu mi penserai
Se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me
Ma non è facile lo sai
A scuola non ne posso più
E i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee si affollano su te
Non è possibile dividere la vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio ma illuderti non so!
La solitudine fra noi
Questo silenzio dentro me
È l'inquietudine di vivere
La vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
No n è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine fra noi
Questo silenzio dentro me
È l'inquietudine di vivere
La vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
No n è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine...
Tradução:
Marco foi embora e não volta mais
O trem das 7h30 sem ele
É um coração de metal sem alma
No frio da manhã cinza da cidade
Na escola, o banco vazio, Marco está dentro de mim
É doce sua respiração entre meus pensamentos
Enormes distâncias parecem nos dividir
Mas o coração bate forte dentro de mim
Quem sabe se você pensará em mim
Se com seus pais não fala mais
Se você se esconde como eu
Escapa dos olhares e está distante
Confinado no quarto, você não quer comer
Você abraça forte o travesseiro
Chora sem saber quanto outro mal te fará a solidão
Marco em meu diário numa fotografia
Você tem olhos de um menino um pouco tímido
Aperto-a no coração e eu sinto que você está lá
Entre as tarefas de inglês e matemática
Seu pai e seus conselhos, aquela monotonia
Ele com o seu trabalho o irritou
Certamente não perguntou a sua opinião
Disse "um dia você me entenderá"
Quem sabe se você pensará em mim
Se com os amigos falará
Para que não sofra mais por mim
Mas não é fácil, eu sei
Na escola, não posso mais
E as tardes sem você
Estudar é inútil, todas as ideias se concentram em você
Não é possível dividir a vida de nós dois
Suplico-lhe: espere-me, meu amor
Mas te iludir não sei
A solidão entre nós
Este silêncio dentro de mim
E a inquietude de viver a vida sem você
Eu lhe peço: espere-me, porque
Eu não posso ficar sem você
Não é possível dividir a história de nós dois
A solidão entre nós
Este silêncio dentro de mim
E a inquietude de viver a vida sem você
Eu lhe peço: espere-me, porque
Eu não posso ficar sem você
Não é possível dividir a história de nós dois
A solidão...
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1.12.16
Sobre a dor da tragédia com a Chapecoense
Post de hoje no meu outro blog, esse temático, sobre o mundo do futebol, hospedado no Portal iG:
Luto mundial no futebol #forçachape
Luto mundial no futebol #forçachape
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Minha seleção do Brasileirão
Convidado, junto com milhares de jornalistas brasileiros, a votar nos melhores por posição do atual Campeonato Brasileiro de futebol, da Série A, eis os meus 11 na imagem abaixo, além de melhor treinador, treinador revelação, revelação e craque (clique sobre ela para ampliá-la e conseguir ler :P)
Espie e fique à vontade para dizer o que acha, discorda, concorda, acha mais justo, etc...
ps: aos que desconhecem, Alexis Stival é o popular Cuca
Espie e fique à vontade para dizer o que acha, discorda, concorda, acha mais justo, etc...
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21.11.16
Na home da Rede Emancipa!
Ó o alegre com as mãos levantadas na foto maior... soy jo! :P
Seguimos militando no Cursinho Popular Laudelina de Campos Melo!
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7.11.16
Menção em revista acadêmica
Fui citado pelo saudoso professor Edvaldo Pereira Lima no artigo “O jornalismo literário e a academia no Brasil: fragmentos de uma história”, publicado recentemente pela Revista Famecos, da PUC-RS.
Ed conta a história do ensino de jornalismo literário no país, bastante recente mas já rica, e da qual me orgulho de ter participado, como um dos primeiros alunos de pós-graduação na área.
O artigo pode ser acessado e lido na íntegra clicando aqui. Apareço no primeiro parágrafo da página 13 :P
Vida longa ao JL!
Ed conta a história do ensino de jornalismo literário no país, bastante recente mas já rica, e da qual me orgulho de ter participado, como um dos primeiros alunos de pós-graduação na área.
O artigo pode ser acessado e lido na íntegra clicando aqui. Apareço no primeiro parágrafo da página 13 :P
Vida longa ao JL!
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3.11.16
Hit das Antigas: Nos lençóis desse reggae, Zélia Duncan
Ah, grande Zélia! (na altura, na voz, na presença, no espírito, na inteligência).
Essa é uma das várias músicas que eu curto desse grande nome da MPB contemporânea (comprei o CD na época e ainda o tenho). 1994 (saudades!). Vibe muito boa!
Flash de viagem
Vontade de cantar um reggae
Dono do impulso
Que empurra o coração
E o coração pra vida.
E a vida é de morte
Minha única sorte
Seria de ter esse reggae
Vontade de fazê-lo
No meio da fumaça verde
Não me negue
Só me reggae
Só me toque quando eu pedir
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe pra nós dois.
Nos lençóis desse reggae
Passagem pra Marrakesh
Dono do impulso que empurra
O coração e o coração pra vida.
Não me negue
Só me reggae
Só me esfregue quando eu pedir
E eu peço sim!
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe pra nós dois.
Nos lençóis desse reggae...
Nos lençóis desse reggae
Oh oh yeah... yeah... yeah...
-> Veja os demais Hits das Antigas que já postei clicando aqui
Essa é uma das várias músicas que eu curto desse grande nome da MPB contemporânea (comprei o CD na época e ainda o tenho). 1994 (saudades!). Vibe muito boa!
Flash de viagem
Vontade de cantar um reggae
Dono do impulso
Que empurra o coração
E o coração pra vida.
E a vida é de morte
Minha única sorte
Seria de ter esse reggae
Vontade de fazê-lo
No meio da fumaça verde
Não me negue
Só me reggae
Só me toque quando eu pedir
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe pra nós dois.
Nos lençóis desse reggae
Passagem pra Marrakesh
Dono do impulso que empurra
O coração e o coração pra vida.
Não me negue
Só me reggae
Só me esfregue quando eu pedir
E eu peço sim!
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe pra nós dois.
Nos lençóis desse reggae...
Nos lençóis desse reggae
Oh oh yeah... yeah... yeah...
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